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sexta-feira, 26 de junho de 2015

A Ideologia de Gênero, O Castigo Iminente, e a "Mudança do Clima" de Francisco

A ideologia de gênero é uma técnica de doutrinação sendo empregada para perverter as mentes dos jovens, a fim de promover uma sociedade maioria dos homossexuais que não se reproduzem. A ideologia afirma que o sexo ou gênero é apenas uma construção social nas mentes das pessoas. É desta forma que os globalistas e liberais buscam envenenar as mentes da juventude e destruir a família.



O objetivo de uma maioria que aceita a homossexualidade como o padrão normal

Já que "quem sou eu para julgar" Francisco veio aqui ao Brasil para a JMJ, os sodomitas foram exigindo respeito com mais sucesso dos idiotas comuns.  Eles recentemente realizaram uma parada no Rio, onde um travesti foi levado num flutuador pendurado em uma cruz e meninos pré-pubescente dançaram publicamente escandalizando enquanto usando quase nada de roupa. Aparentemente, os bispos brasileiros inicialmente apoiaram o tema da parada, e a Arquidiocese de São Paulo chegou a publicar uma carta mostrando o seu total apoio no que foi declarado "defesa dos direitos humanos" contra violência aos gays sodomitas [1]. Isso tudo aconteceu este mês e alguns católicos menos conscientes não tiveram nenhum problema compartilhando as imagens ao mesmo tempo denunciando-as, algo que eu não acho ser a abordagem correta.

O PT governo socialista, partido do trabalhador do Brasil, dirigido por uma ex-presidiária e ladra Dilma Rousseff, também foi combatido nessa mesma época nos seus esforços em Brasilia para tentar forçar os professores a ensinar às crianças que ninguém nasce como um "menino" ou uma "menina", mas que eles escolhem o seu gênero mais tarde na vida.  Efetivamente eles buscam proibir a palavra "menino" e "menina" e forçar educadores a se referir a todos como "crianças", sendo que a referida criança pode não ter escolhida o seu gênero ainda. A ideologia de gênero perdeu oficialmente e agora o PT vai para os municípios individuais tentando estabelecê-lo um por um nos estados do Brasil. Embora que a maioria não queira isso, eles parecem ter a intenção de forçá-los contra a vontade do povo e em nome de uma falsa "opressão" e pois claro... "direitos humanos". Aparentemente, os travestis já estão usando o banheiro de acordo com o gênero que se identificam colocando as mulheres em risco de serem escandalizadas. Que perversidade dos direitos humanos e a dignidade. E é por isso que os tradicionalistas vemos o Concílio Vaticano II como a raiz do problema, uma vez que declarou oficialmente que a simples dignidade de uma pessoa dota-lhe com o direito de crer livremente [2] e o novo Catecismo da Igreja Católica [3] chega até declarar isso um direito natural, o que significa que Deus deu a todos o direito de crer no que quiser; qualquer pessoa pode demostrar com facilidade como isso contradiz-se o Primeiro Mandamento.

Não há dúvida de que há uma enorme agenda para forçar a aceitação das atrações não naturais e promover a homossexualidade em todas as sociedades ocidentais.  Para eles quem discorda disso é contra os"direitos humanos" e são "vilões" que "odeiam". Mas a verdadeira questão é que, se há uma população sodomita em sua maioria, quem realmente pensa que os direitos da minoria serão respeitados? É ridículo pensar tal coisa.  Dentro de pouco tempo as relações com o sexo oposto se tornariam desprezadas ou até proibidas. Violação de meninos viraria um aspeto cultural e aceitado pela maioria deste povo maioria sodomita. Isso parece ajudar os caras do "aquecimento global" já que os gases de efeito estufa estão relacionados diretamente com o outro mito da "superpopulação". Quando vemos o Francisco na luz da agenda de seus colegas da Teologia da Libertação na América do Sul, é fácil ver a correlação entre tudo isso e para onde vai. O Sínodo será mais uma ameaça e mais um passo na agenda globalista para promover a aceitação da sodomia com o objectivo de uma maioria da população sendo homossexuais e degenerados com a estrategia de deformar as mentes dos jovens e das gerações vindouras. Ademais, foi após o Jornada Mundial da Juventude, que o ditado famoso "quem sou eu para julgar" foi feita, e eu não acho que isso foi um acidente. A nova "encíclica" também está em consonância com tudo isso, é claro, mas a maioria não conseguem ver a importância.



Mudança Demográfica: O surgimento dos moametanos 

Certamente, muitos já viram o vídeo recente no internet da rede terrorista ISIS- estado islâmico- executando os espiões brutalmente baixando vários em uma piscina em uma gaiola até que eles se afogam e depois mudar para uma câmera subaquática para filmar as suas mortes e acorrentar alguns outros juntos e gravar a explosão de suas cabeças enquanto que cantam "orações" islâmicas. Está tarde demais para outro Lepanto.  Os líderes no Vaticano continuam escandalizando os católicos rezando junto com muçulmanos e com atos de vez em quando que na verdade parecem confirmar a religião falsa.  Desde que João Paulo 2 beijou o Alcorão ou quando Francisco declarou publicamente que é um "livro profético da paz" [4]. Enquanto isso, os dados demográficos na Europa estão mudando tão rapidamente que estamos quase à beira de ver a Europa entregada completamente aos maometanos, em parte pela degeneração e falta de grandes famílias de europeus, e por outro lado, devido ao crescente número de maometanos que estão rapidamente tomando os seus lugares. "Alemanha e França têm as maiores populações muçulmanas entre os países membros da União Europeia. A partir de 2010, havia 4,8 milhões de muçulmanos na Alemanha (5,8% da população do país) e 4,7 milhões de muçulmanos na França (7,5%). Na Europa em geral, no entanto , a população da Rússia de 14 milhões de muçulmanos (10%) é a maior do continente ". [5]




Enquanto que tudo isso está acontecendo, apenas no início deste mês o líder oficial dos muçulmanos na França instruiu os seus seguidores a converter igrejas católicas em mesquitas, algo que já vem acontecendo já que as massas de ex-católicos estão abandonando a fé,  a fé que as novas gerações só conheceram apresentada a eles em um escudo diluída da Novus Ordo, e as igrejas vazias, um por um, estão sendo entregues para os maometanos para a sua utilização. Será que ninguém está achando que isso vai chegar aqui em América do Norte ou do Sul?  Falta pouco.



Os Estados Unidos Preparam

E hoje mesmo (junho 26) nos chegam as noticias que o Congresso dos Estados Unidos declarou que os estados não podem proibir o "casamento" dos sodomitas.  Isso é trágico para a lei dos estados unidos que da a cada estado o direito de definir as suas leis. 20 anos atras teria resultado em uma guerra civil.  Depois de indoutrinar uma geração através da televisão e musica popular, já conseguiram.  É o avanço da Nova Ordem Mundial em todos partes do mundo. Não vão desistir até que tem uma maioria sodomita e com isso vem para os seus filhos. 

Um pouco antes este mês teve o escândalo público de Bruce Jenner, um atleta nascido homem, autodeclara-se mulher.  O povo, ao invés de ficar revoltado com escândalos aos seus filhos, começaram a aplaudir e elogiar ele como se tiver tanta "coragem" e fosse um herói.  As mentes modernas conseguiram estragar todo sentido da moral e atribuir virtudes às besteiras.  Falta pouco, disso temos a certeza. 


Considerações

Certamente estamos em tempos escuros. Não há muitos que tem dúvida disso. De um lado, há os sodomitas e por outro a crescente ameaça do Islã. As autoridades da Igreja parecem ter nos abandonado a ambos. Pode ser que com isso é onde veremos a missão providencial da Rússia. Enquanto muitos não optar por confiar em Putin, não é segredo que ele apresentou-se como um obstáculo para o avanço da Nova Ordem Mundial e a perda de identidade russa que deve ocorrer a fim de que a Rússia pode ser engolido pelo plano globalista. Rezar as 15 dezenas do Rosário diariamente para a consagração da Rússia é importante.

A perspectiva moderna de "não há problema em ser gay" deve ser combatida vigorosamente. O erro moderna é que não devemos julgar. Tudo é tomado fora do contexto e a única coisa da Sagrada Escritura sendo empurrado é não julgar e amar. Tudo o resto é rapidamente esquecido. Este é repetida pelos jovens de hoje como papagaios, e de repente aqueles que parecem se opor a agenda sodomita estão agora julgado como hipócritas e odiado. Parece que as massas analfabetas acreditam que podem citar a Bíblia contra aqueles que procuram fazer tudo o que Cristo mandou. Uma completa perversão da mente moderna que busca perverter tudo com o que ele entra em contato. Qualquer idiota sabe que Cristo quer que nós julgarmos a diferença entre certo e errado, mas desde que poucos acreditam em coisas como a danação eterna ou a alma, é um desperdício de tempo tentando explicar à mente moderna o entendimento de não fazer um julgamento subjetivo sobre a condição das almas dos outros. Nesse aspecto não temos muito mais que fazer que vigiar e rezar e esperar por um grande castigo; há alguma possibilidade de ter uma dúvida?

Parece que uma força para o avanço dos sodomitas é na mudança de linguagem. Esta deve ser dada consideração também. Eles começaram por tomar uma palavra completamente neutro com um significado positivo como "gay" (gay em inglês significa contente/feliz). Esta terminologia deve ser evitada porque é a sua agenda. É a sua terminologia. Palavras associadas com vergonha que eram muito comuns quando eu era criança não devem ser classificadas como "ódio". De repente, se você usar a palavra "bicha", "viado", ou "marica" para descrever um pervertido sexual, então você está rotulado como "pessoa que odeia". As pessoas até dizer que se sentem ofendidos porque eles têm um membro da família que é "gay". Não se deve hesitar para informá-los de que a homossexualidade é uma aberração sexual e não é natural. Se essa mesma pessoa tiver um membro da família que era alcoólatra e dormindo na rua, eles estariam inclinados a se sentir tão ofendido se você disse algo contra ser um bêbado? Provavelmente não. Na verdade, o avanço na agenda globalista tem causado uma mudança da perspectiva com isso. Considerando que um bêbado iria receber a ajuda de sua família para superar seu problema, uma pessoa com um sodomita em sua família trata a questão de forma diferente certificando-se de informar a todos que aceitar e amar o membro da família, algo que realmente funciona para incentivar o ato não natural e pecaminoso. Eles poderiam realmente ser considerados não menos diferente do que cúmplices do alcoólico quem eles também apoiar no alcoolismo ou adictos de drogas quem devem apoiar com o vício de crack. É uma perversão completa dos princípios que se propaga o mal dos nossos tempos e só terá uma conclusão de conduzir a uma maioria da população para sodomia, o que é bom para o seu aquecimento e controle de população críticos globais. Para trabalhar contra isso, aqueles que estão cientes do problema não deve hesitar em dar o bom exemplo para as crianças e manter uma posição com os outros que expressa o problema em palavras que invocam vergonha sem importar as consequências. Os globalistas procuram doutrinar as mentes das crianças, a fim de preparar a Nova Ordem Mundial.



Addendum


Esta semana bastantes brasileiros foram indignados com saber que suas parorquias prestaram ajuda à agenda sodomita.  Aqui vemos as "orações" dos fieis que promoveu a agenda nas parorquias.  O blog Fratres In Unum (6) fez um bom trabalho denunciando estas besteiras porém nos demostraram de novo que entendem pouca coisa e os importa mais a oficialidade com a igreja conciliar. Animaram seus leitores denunciar essas besteiras às autoridades da diocese, que é bom denunciar, porém a mentalidade que promoveram foi bem decepcionada.  Insistiram numa publicação recente que as autoridades tem a respondibilidade a responder e até citaram Santo Tomás de Aquino sobre São Paulo reprendendo São Pedro (o papa).  Pois não é isso o que nos tradicionalistas estamos dizendo já mais que 40 anos?  Porém não estamos nas parorquias das dioceses então não somos oficias.  Não vieram que a diocese expressou apoio à parada sodomita?  E o rapaz pro-sodomita Eduardo Brasileiro pregando num seminário dizendo que o movimento é um movimento da Igreja Católica?  Fratres In Unum realmente acha que as autoridades não permitem isso?  Pois na verdade, Dom Rifan só vai dizer alguma coisa da linha conservador e eles vão esquecer tudo até que outra coisa acontece.  E ainda nos culpam de não ter plena comunhão?  Citaram o plano dos pro-abortistas que infiltraram a Igreja para demolir a posição católica na postagem recente.  Eu li o documento que Fratres In Unum citou.  Excluíram uma parte interessante de sua citação, olhamos como citaram uma grande coisa sobre excomunhão porém não incluíram a parte que os infiltradores dizem sobre excomunhão. Interessante! Vou incluir-o aqui o que dizem os infiltradores que Fratres In Unum não queria citar:

"E a minha resposta é, na verdade, para transformar a questão da fidelidade de outro modo, por assim dizer, e eu digo-lhes: Olhe, eu sou fascinado sempre por pessoas como você, porque você reivindica ser fiel ao Papa, e que o Papa faz as regras. Agora, o Papa e os bispos, meu bispo, em Washington, DC, não disse que eu não sou católico. Eles são os únicos que decidem quem é excomungado. Você não pode decidir. E se você é tão leal ao Papa e os bispos, como se atreve a tomar sobre si mesmo como apenas uma pessoa leiga o direito de dizer que estou excomungado. Isso não é o seu direito. E os nossos bispos e o nosso Papa tem, por qualquer motivo, decidido que excomungando católicos que discordam com eles sobre a questão do aborto não é o que eles vão fazer, e eu diria que eles não vão fazer isso porque eles não têm o direito de fazê-lo. Estou certo de que os frustra, os bispos, que eles não podem ir lá e excomungar todos nós, porque só iria ser tão fácil de acabar com essa dissidência dentro da Igreja, tomando essa ação. Mas mesmo eles, ao serviço de algo que eles acreditam tão profundamente, não perverteriam a estrutura da Igreja e o uso indevido da excomunhão institucional para lidar com este problema. Por isso, mostra que se eles pudessem nos excomungar, fariam logo."



notas da rodapé

1) 
 http://www.icatolica.com/2015/06/apoio-tema-da-parada-gay-comissao-da.html

2) Dignitatis Humanae, "Os homens de hoje tornam-se cada vez mais conscientes da dignidade da pessoa humana e (1), cada vez em maior número, reivindicam a capacidade de agir segundo a própria convicção"

3)A nova catecimso da Igreja Católica afirma:
"O direito à liberdade religiosa não é nem a permissão moral de aderir ao erro (33), nem um suposto direito ao erro (34), mas um direito natural da pessoa humana à liberdade civil, isto é, à imunidade do constrangimento exterior, dentro dos justos limites, em matéria religiosa, por parte do poder político. Este direito natural deve ser reconhecido na ordem jurídica da sociedade, de tal maneira que constitua um direito civil (35)." (Catecismo da Igreja Católica, §2108).

4)   
http://www.washingtontimes.com/news/2014/dec/1/pope-francis-koran-is-a-prophetic-book-of-peace/

5) 
 http://www.pewresearch.org/fact-tank/2015/01/15/5-facts-about-the-muslim-population-in-europe/

6) Fratres In Unum é um blog seudo-tradiconalista que faz um bom trabalho denunciando porém não consiga entender que estamos em crise e as autoridades são modernistas.  Veja suas denuncias aqui:

     http://fratresinunum.com/2015/06/22/folheto-escandaloso-atribuido-a-paroquia-da-diocese-de-sao-miguel-paulista-causa-perplexidade-em-redes-sociais/

http://fratresinunum.com/2015/06/25/denuncia-paroquia-de-itaquera-a-servico-da-destruicao-da-igreja/

terça-feira, 29 de julho de 2014

Sínodo Radical Marcado para Outubro


Sínodo Radical Marcado para Outubro 
Documento de Trabalho revela objetivos revolucionários 
 Por John Vennari (original em inglês aqui http://www.cfnews.org/page10/page96/radical_synod.html)
 Jornalista do Vaticano, Andrea Tornielli, falou que o documento do Sinodo tem o espirito do novo pontificado dotado nele.




             O dia 26 de junho, o Vaticano lançou seu Instrumento de Trabalho (Instrumentum laboris) para o  Sínodo sobre a Família marcado para o Outubro que vem, um texto que contem mais de 25.000 palavras.
             É um manuscrito completamente Conciliar. Não há nenhuma menção de qualquer documento do Magistério da Igreja antes do Vaticano II. Além das citações bíblicas, todas as referências são dos textos do Concilio Vaticano II e textos pós-conciliares.
             O documento contém pontos positivos, grande deficiências e propostas assustadores. Os três propostas mais radicais são as seguintes:
             1) Uma nova "solução pastoral" para permitir o divórcio e os católicos recasados ​​a receber a Sagrada Comunhão;
             2) Uma nova abordagem "pastoral", que permitiria que o batismo das crianças de casais do mesmo sexo, assim, legitimar indiretamente essas uniões;
             3) A reformulação da lei natural na "nova linguagem", que ameaça enfraquecer toda nossa base ética da verdadeira moralidade.
             Na verdade o Instrumentem Laboris, Instrumento de Trabalho, do Sínodo mostra ainda mais a vitória da Nova Teologia  no Vaticano de hoje; a mesma nova teologia que provocou danos no Concílio Vaticano II e continua o seu caminho destrutivo até hoje.

Detalhes, detalhes, detalhes 

             Ao ler o instrumento de trabalho do Sínodo, é fácil de ser esmagada pela avalanche de informações. O documento lista problemas inumerosos e anomalias que afetam atualmente o casamento ea vida familiar. O documento está tentando demais - mais do que pode ser resolvido por abordar centenas de indicações com uma maneira subjetivista e "pastoral".
             A verdadeira solução exige princípios gerais enraizados na verdade objetiva, o magistério imutável dos séculos e a tradição escolástica da Igreja. Uma vez que a Nova Teologia, no entanto, tem suas raízes no fluxo modernista, subjetivismo e sendo fundamentalmente anti-tomista, essas verdadeiras soluções são provavelmente para nunca mais ser consideradas. O resultado deste Sínodo será assim  mais aggiornamento contínuando, mais experimentação, mais "nova linguagem", mais confusão, mais revolução.
             Como o padre dominicano, Anthony Lee, falou no tempo do Concílio Vaticano II, "O espírito da revolução morre lentamente, especialmente quando sutilmente se pode associar-se com uma verdadeira reforma". [1]
             Aprendemos a razão para os detalhes excessivos no instrumento de trabalho quando olhamos a forma em que o documento foi produzido.
             Em novembro de 2013, o Vaticano enviou um questionário com 39 perguntas sobre o ensinamento da Igreja para os bispos do mundo, bem como para as várias associações, comunidades e indivíduos.
             As 39 perguntas foram espalhadas em nove categorias: 1) "Difusão do Ensino da Família na Sagrada Escritura e Magistério da Igreja" (nota, os dois únicos documentos com a palavra Magistério mencionada nesta seção eram do Vaticano II Gaudium et spes, e  Familiaris consortio de João Paulo II); 2) "O casamento De acordo com a Lei Natural; 3) a atenção Pastoral da Família na Evangelização "; 4) "A Atenção Pastoral em situações de conjugais derminadas difíceis; 5) "A união das pessoas do mesmo sexo", 6) "A educação das crianças de casais em casamentos irregulares"; 7) "A abertura do Casal para a Vida (com foco na Humanae Vitae)", 8) "A relação entre a família ea Pessoa"; 9) "Outros Desafios e Propostas". [2]
             As respostas que se seguiram eram previsíveis em relação ao presente estado da vida matrimonial e familiar dentro da igreja pós-conciliar: confusão total, a falta da visão unificada, ênfase exagerada sobre as tendências dos tempos, a rejeição da doutrina fundamental. Havia também respostas positivas de católicos que têm uma melhor compreensão da fé, mas a impressão geral é a fragmentação, a indiferença, a perplexidade e ignorância sobre a doutrina moral da Igreja.
             O instrumento de trabalho do Sínodo reflete essa cacofonia de pontos de vista. Lemos sobre aqueles que rejeitam a doutrina da Igreja sobre os anticonceptivos como eles vêem isso como uma intrusão em suas vidas pessoais; eles também vêem a prática de anticonceptivos, como parte do exercício da "paternidade responsável". Há indícios de convivência generalizada, divórcio e novo casamento, muitas mães adolescentes, irregularidades canônicas, a ascensão de casais do mesmo sexo para adotar crianças, a lista continua.
             Como Ansa News nos informou do documento: "Muitos católicos têm "dificuldades" em aceitar a doutrina da Igreja sobre "anticonceptivos, divórcio ... homossexualidade, casais não casados​​, infidelidade, sexo antes do casamento e fertilização in vitro.'"[3]
             Ignorância da doutrina moral católica é exibido em depoimentos de católicos divorciados e recasados ​​que se perguntam "por que os pecados de outros podem ser perdoados" e não os deles.[n º 92] [4] Um exemplo de um dos pontos positivos do documento: Menciona que para a maioria das pessoas, o que é considerado "lícito" vai ser equiparado com o que é "moral", e, portanto, o aumento nas leis que minam o casamento ea família confundem e desorientam os fiéis. [5]
             Há declarações incômodas sobre uniões do mesmo sexo que abordaremos melhor mais tarde.
             Como foi observado anteriormente, é fatal a descer para a miríade dos detalhes do instrumento de trabalho. Qualquer um que tenha resistência para ler todo o texto é livre para fazê-lo, o exercício tedioso que é. [6] Eu geralmente não concordo com o padre liberal Thomas Reese do National Catholic Reporter, mas eu estava divertindo-me com o seu comentário: "Se a vida casada é tão chata e triste como é este documento, eu estou feliz que sou celibatário". [7]
             Nós vamos passar para o que eu considero as três propostas mais radicais mencionadas anteriormente, começando com uma nova "solução pastoral" possível para o divórcio e os católicos recasados​​.

Casamento e Pastoral Aggiornamento 

             O instrumento de trabalho contém duas seções que abrem a porta para uma nova abordagem. Falando dos divorciados e ​​católicos recasados, afirma o documento, "... as respostas e observações de algumas conferências episcopais enfatizam que a Igreja precisa para equipar-se com meios pastorais que oferecem a possibilidade de sua misericórdia exercida mais amplamente, com clemência e indulgência para as novas uniões." [# 93]
             Mais tarde, em relação aos católicos divorciados e recasados ​​que pedem para receber a Sagrada Comunhão, o documento diz: "A esse respeito, alguns recomendam considerar a prática de algumas Igrejas Ortodoxas, que, na sua opinião, abre o caminho para um segundo ou terceiro casamento de caráter penitencial."[n º 95]
             Tomadas por conta própria, e pesadas contra o resto da tonelagem verbal do documento, essas declarações parecem não ter grande significado. É escandaloso notar, porém, que os bispos católicos realmente podem considerar a adoção de uma prática dos ortodoxos que desafia a doutrina católica e as palavras claras de Nosso Senhor.
             No entanto, a proposta de divórcio / Comunhão precisa receber atenção depois de considerar as recentes declarações chocantes no Consistório de fevereiro quando o cardeal Kasper defendeu a possibilidade dos divorciados novamente casados ​​para receber a Sagrada Comunhão.
             Um escândalo indescritível seguiu no dia seguinte quando o Papa Francisco elogiou publicamente Kasper para suas propostas tóxicas na frente de todos os outros Cardeais no Consistório, 85% por cento dos quais, relata-se que estão em desacordo completamente com a imprudência de Kasper. [8] "Achei teologia profunda e pensamentos serenos em teologia ", rapsódia Francisco sobre Kasper," Isto é o que eu chamo de fazer teologia de joelhos. Obrigado, obrigado". [9]
             Da NCR o padre Thomas Reese alusão a este episódio, dizendo: "O documento de trabalho também observa que "alguns tinham recomendado considerando a prática de algumas igrejas ortodoxas, que, na sua opinião, abriria o caminho para um segundo ou terceiro casamento de caráter penitencial. 'Não menciona que o Papa Francisco está entre eles recomendando as considerações da prática ortodoxa ". [10]
             Na mesma linha, o cardeal Lorenzo Baldiserri, Secretário do Sínodo dos Bispos, disse em sua entrevista de 27 de junho com Zenit, "No que diz respeito ao "modelo ortodoxo', sugere-se como uma proposta no Instrumentum Laboris e os Padres sinodais também discutirão isto."
                                          
O presidente do Sinodo, Cardeal Baldiserria, castigou um sacerdote na diocese de Novaro (645 kilometros de Roma) por falar sobre o ensinamento perene da Igreja sobre divorcio. Baldierri falou que as palavras do Padre Vicario foram "loucas, só uma opinião de um sacerdote paroquial...."

             Isto equivale a abertura de discussão sobre se alguém que morre em pecado mortal sem arrependimento pode ir para o céu. É de fide no Concílio de Trento [11] que, um casamento sacramental consumado é indissolúvel. Pe Ludwig Ott ensina: "Do contrato sacramental do matrimônio surge o vínculo do casamento, que liga ambos os cônjuges a uma comunidade da vida indivisível ao longo da vida." [12]
             Junto com os cânones sobre casamento, o Concílio de Trento declara infalivelmente em Canon 2: "Se alguém diz que é lícito para os cristãos de ter várias esposas ao mesmo tempo, e que não é proibido por nenhuma lei divina [Matt. 19:04 f]:.. Seja anátema "[13]
             Assim, não pode haver a admissão aos sacramentos de qualquer católico que é divorciado, casado novamente e cujo cônjuge original ainda vive. Tal Católico tem quebrado seus votos de casamento e, na ordem objetiva, vive em pecado mortal. Isto não é uma questão para discutir entre os católicos, mas uma verdade solenemente estabelecida que remonta a Nosso Senhor: "Todo o que abandonar sua mulher e casar com outra, comete adultério." (São Lucas: 16:18). Aqueles que vivem em pecado não podem receber a Sagrada Comunhão. A possibilidade de uma abordagem diferente não pode ser um assunto para discussão, mesmo sob a rubrica ilusória de uma "nova abordagem pastoral".
             Então por que o Cardeal Kasper, o cardeal Baldiserri eo Papa Francisco estão considerando o modelo ortodoxo heterodoxo, em vez de repetir o ensinamento solene do Concílio infalível de Trento? Por que não salvar uma quantidade enorme de tempo e se preocupar? Por que não evitar confusão indizível e escândalo? Por que não reafirmar publicamente as verdades definidas da fé católica quanto a este ponto, ao invés de fingir que não pode haver qualquer outra visão católica?
             Como foi demonstrado pelo turbilhão de respostas ao questionário do Vaticano, agora há ignorância comum da fé entre os católicos de hoje. No entanto, os nossos líderes parecem ter a intenção de mantêm-los ignorantes por causa de promulgar novas "soluções pastorais" que efetivamente desafiam a fé de todos os tempos. Mais uma vez cito Pe Anthony Lee, "O espírito da revolução morre lentamente, especialmente quando sutilmente se pode associar-se com uma verdadeira reforma."
             Provavelmente não é um acidente que o instrumento de trabalho não contém referências ao Concílio de Trento, ao Arcanum de Papa Leão XIII ou ao Casti Cannubii de Pio XI, todos que repetem a indissolubilidade absoluta do casamento. Será que os pastores de hoje estão incrementando o caos por se recusar a reafirmar essas verdades básicas com todas as suas consequências? O que diz isso da qualidade dos nossos líderes como pastores? O que diz isso de sua pretensão de ser verdadeiramente pastoral?
         
 "Não-Julgamentos" Maldosos

             Mesmo antes do cardeal Kasper fez sua proposta imprudente, então arcebispo Baldiserri abriu a porta para a nova abordagem.
             Como Vaticano Insider informou o 28 do novembro passado, o arcebispo Balidiserri, recém-nomeado secretário-geral do Sínodo dos Bispos, disse que o tema da comunhão para os divorciados que voltaram a casar será discutido "sem tabus". Baldiserri também sugeriu que o Sínodo pode achar uma suposta solução, considerando a prática dos ortodoxos, que permitem um novo casamento em circunstâncias determinadas. [14]
             Retornos repetidos de Baldiserri para este tema, bem como o entusiasmo de Papa Francisco para a proposta do Kasper, garantem que isto será um ponto central da discussão no Sínodo de outubro.
             Na verdade, já temos uma prévia de como a nova abordagem para o casamento pode terminar.
             O instrumento de trabalho do Sínodo, como se referiu, exige uma "misericórdia exercida mais amplamente, com clemência e indulgência para as novas reuniões." Em todo o documento, estamos chamados à abordagem de "não-julgamento" para várias uniões irregulares.
             Parece, no entanto, que qualquer sacerdote que prefere a doutrina católica tradicional sobre esta nova abordagem estará tratado de uma forma que não mostra nada de misericórdia, clemência nem indulgência.
             No início de julho, o jornalista do Vaticano Sandro Magister relatou o caso do Padre Tarcisio Vicario, pároco da diocese italiana de Novaro, que reiterou a doutrina católica tradicional sobre a relação da Eucaristia com os católicos divorciados e recasados​​. o bispo de Pe Vicario se tornou balístico. Cardeal Baldiserri entrou no burburinho subseqüente, denunciando as palavras do Pe Vicario como "loucas", terminologia não considerada comp "não-julgar". [15]
             Em seu sermão, o Pe Vicario ensinou: "Para a Igreja, que atua em nome do Filho de Deus, o casamento entre os batizados é sempre um Sacramento. O casamento civil e coabitação não é um sacramento. Há aqueles que se colocam fora do Sacramento por contrair casamento civil estão vivendo em adultério continuamente. Não se está tratando do pecado cometido numa ocasião (por exemplo, um assassinato), nem uma infidelidade por descuido do hábito, onde a consciência em qualquer caso, nos chama de volta ao dever de reformar a nós mesmos por meio de arrependimentos sinceros e um verdadeiro e firme propósito de distanciar-nos do pecado e das ocasiões que levam a isso."
             O Bispo de Novaro reagiu com fúria, denunciando as palavras do Pe Vicario como "uma equação inaceitável, embora apresentada como um exemplo entre coabitação e assassinato. O uso do exemplo, mesmo se escrito entre parênteses, revela-se inadequada e enganosa, e, portanto, errada. "
             No entanto, não havia nada de impróprio no sermão de Pe Vicario. Ele apenas apontou a diferença entre um pecado que passa, por mais grave, que pode ser resolvido pela confissão e pela dificuldade pior de realmente viver em pecado dentro de uma relação contínua. Pe Vicario efetivamente respondeu os divorciados recasados ​​e católicos que, lê-se no documento de trabalho, "se perguntam por que os pecados dos outros podem ser perdoados e não deles."
             Cardeal Baldiserri então entrou no ato.
             Mesmo que Novaro está localizado perto da fronteira com a Suíça e mais de 600 quilômetros de Roma, apesar de um prelado do Vaticano não ter nada que se intrometer-se no assunto, embora o Vaticano sempre fecha os olhos para as façanhas inúmeras de heresia, apostasia e escândalo por vários sacerdotes de toda a Itália, o Cardeal Baldiserri tomou responsabilidade para denunciar as palavras de Pe Vicario como "loucas, uma opinião estritamente pessoal de um pároco que não representa ninguém, nem mesmo a si mesmo." ("pazzia una, un'opinione strettamente personale di un parroco che non rappresenta nessuno, neanche se stesso").
             Suposta "opinião pessoal" do Pe Vicario não representa o próprio Pe Vicario? Isso não é nada menos do que um discurso retórico que foi cuspido em uma onda branca e quente de emoção.
             Além disso, as declarações de Pe Vicario não são apenas opiniões pessoais, mas a voz constante da Igreja. Então por que isso fez Baldiserri rosnar e chiar ao catolicismo de Pe Vicario como um vampiro diante de um crucifixo?
             Quem é o louco aqui? Entre os dois, Baldiserri sai como o homem que precisa da cela acolchoada num hospital psiquiátrico. No entanto Baldiserri é o prelado escolhido pessoalmente por Francisco para ser a força condutora do próximo Sínodo.
             Acho que agora temos uma prévia do pós-sinodal da Igreja de Francisco. Se a trajetória atual continua inalterada, à espera de ver sacerdotes fiéis que defendem o ensino completo de casamento estar atacados e humilhados pelo novo regime de "quem sou eu para julgar?".

Em Uniões não Naturais 

             A secção do instrumento de trabalho sobre a homossexualidade de facto reitera certos preceitos da doutrina moral católica, mas também é aqui que vemos chamada repetidamente para uma abordagem de "não-julgamento". Vemos também a porta se abrir para batizar filhos de casais do mesmo sexo, assim, legitimar indiretamente essas uniões.
             Lemos no n º 113: "A cada Conferência Episcopal expressou oposição a 'redefinição' de casamento entre um homem e uma mulher através da legislação que permite a união entre duas pessoas do mesmo sexo. As conferências episcopais demonstram amplamente que eles estão tentando encontrar um equilíbrio entre o ensinamento da Igreja sobre a família, e uma atitude respeitosa de não-julgamento em relação às pessoas que vivem em tais uniões. "
             Novamente em # 115: "As Conferências Episcopais fornecem uma variedade de informações sobre as uniões entre pessoas do mesmo sexo. Nos países em que existem legislação sobre as uniões civis, muitos dos fiéis expressam-se a favor de uma atitude respeitosa de não-julgamento para essas pessoas e um ministério que tenta aceitar-los." [16]
             Infelizmente, o termo "não-julgamento" não é explicado, e ajuda a alimentar a superstição secular de que o catolicismo é exageradamente "julgamento" sobre a homossexualidade. No entanto, apenas a Igreja Católica reitera o ensinamento do Antigo Testamento e do Novo Testamento, bem como os ensinamentos dos santos, Doutores e Padres da Igreja. Os atos homossexuais são intrinsecamente maus; nenhum conjunto de circunstâncias poderia justificar esses atos, que são pecados graves contra a natureza, pecado grave contra Deus, um pecado mortal que envia a alma para o inferno por toda a eternidade se não se arrepende, e é um dos quatro pecados que bradam ao céu para vingança.
             Muitos católicos modernos, e um grande exército de jesuítas modernos, tremeriam de horror nesta redeclaração honesta da doutrina moral católica. No entanto, a verdade não muda. Como G.K. Chesterton observou: "Falácias não deixam de ser falácias porque eles se tornam moda."
             Quanto ao "juízo": Sim, nós podemos realmente julgar que os atos homossexuais são pecaminosos (mesmo que o Catecismo de 1992 menciona o termo "depravação grave") [17], mas quanto à culpa subjetiva do homossexual, que não podemos julgar, pois tal movimentos interiores da alma são conhecidos por Deus.
             Assim, como mencionado anteriormente, em CFN, [18] podemos julgar as ações morais objetivas, se essas ações estão em conformidade com a lei de Deus ou não, mas nós não podemos julgar os motivos morais de uma pessoa. [19] Esta distinção simples, mas fundamental é encontrada em nenhum lugar do instrumento de trabalho. Além disso, o termo "não-julgamento" é mais de um termo da mídia contemporânea para inflamar as emoções; é a língua das tendências modernas, não a precisão comprovada pelos séculos da teologia escolástica.
             Vale ressaltar que não devemos ser excessivamente duros com aqueles que lutam com tentações que não afligem nós. A Igreja tem apostolados notáveis​​, como a Coragem do falecido Padre James Harvey, [20], que é direcionado para aqueles que sofrem atração pelo mesmo sexo, e ajuda-los a superar esses pecados e tentações. A coragem é uma abordagem católica e compassiva. Não significa "celebrar" o estilo de vida homossexual, como fazem muitos "Ministérios Gays e Lesbianas católicos" (como é encontrado em várias universidades dos Jesuitas e outros "católicos" nos EUA, que anfitrião dias de comemoração "saindo do dormitório). Não há bandeiras do arco-íris na página da Coragem. O apostolado ajuda aqueles que reconhecem a homossexualidade como uma desordem moral, que buscam superar esses pecados e viver a vida católica da graça santificante.

Batismo? 

             Muito mais pode ser dito sobre a seção "mesmo sexo" do instrumento de Trabalho [21], mas no interesse de tempo, passamos para o último ponto: o tratamento do batismo de filhos de casais do mesmo sexo do instrumento  de trabalho.
             Lemos em # 120: "As respostas são oposições claras à legislação que permitiria a adoção de crianças por pessoas em uma união do mesmo sexo, porque vêem um risco para o bem integral da criança que tem o direito de uma mãe e pai ... No entanto, quando as pessoas que vivem em tais uniões solicitam o batismo de uma criança, quase todas as respostas enfatizam que a criança deve ser recebida com o mesmo cuidado, carinho e preocupação, que é dado a outras crianças."
             Esta seção ambígua chega a incentivar explicitamente o batismo, mas a mensagem é clara. A porta está aberta para o baptismo das crianças de "casais" do mesmo sexo. Isto não é apenas um desvio do sacramento do Batismo, mas vai continuar a "legitimar" as uniões homossexuais ea nova definição de "família".
             O propósito do Batismo não é simplesmente ir à cerimônia; é a entrada para a vida da graça santificante eo primeiro passo em ser educados na fé católica. Isso inclui, necessariamente, a adesão a todas as verdades dogmáticas e morais da Igreja, e não abandonar o jovem a uma casa onde estilos de vida imorais são vividas como se fosse legítimo.
             Em sua soberba de quatro volumes "Moral e Pastoral séries Teologia", padre Henry Davis explica: "É contrário ao espírito da Igreja a batizar uma criança que não vai ser criado como Católico. O fundamento do engano é que o Batismo vai dar graça, dar-lhe o direito ao céu, e, provavelmente, levá-lo à Fé Católica."
             Pe Davis continua: "As mesmas regras como dado acima, aplicam-se aos filhos dos hereges, cismáticos e católicos que se tornaram apóstatas, hereges e cismáticos, por que essas crianças estão seriamente expostas ao perigo de perversão" [22]
             Estes princípios católicos foram refletidos no Direito Canônico. Como um sábio sacerdote tradicional me disse: "Os princípios para a resolução deste caso vir de Canon 751 e 750 do Código de Direito Canônico de 1917," que proíbe o batismo de crianças de hereges, cismáticos e apóstatas. Assim, a aplicação destes princípios imutáveis​​, essas pessoas [os casais do mesmo sexo] devem ser considerados como apóstatas formais, uma vez que rejeitaram abertamente a doutrina moral da Igreja sobre o sexo e casamento, e isto se aplica especialmente se eles têm tentado um assim chamado "casamento" do mesmo sexo. Pelo menos, esses casais devem ser considerados como pecadores públicos, uma vez que eles abertamente vivem um estilo de vida que a Igreja sempre tinha denunciado como pecados graves. Os homossexuais (que adotam esse estilo de vida) não tem considerado a lei moral de Deus e responderam: "Eu não vou servir?"
             Com certeza, a Igreja, as vezes, admite o batismo de crianças dos apóstatas e hereges, etc, se pode-se prever que a criança vai receber uma educação verdadeiramente católica. Mas é óbvio que os casais homossexuais vivem em desafio à fé católica. Assim, para usar as palavras do Padre Davis, "Essas crianças [dessas uniões] estão seriamente expostas ao perigo de perversão."
             Mesmo "Instrução sobre o Batismo infantil" do Papa João Paulo do dia 20 de outubro de 1980 reitera este princípio: "Deve-se estar na posse segura de garantias de que tal dom se possa desenvolver, mediante uma verdadeira educação na fé e na vida cristã, de modo que o Sacramento atinja a sua total "verdade". Essas garantias são dadas, normalmente, pelos pais ou parentes próximos, embora possam ser supridas de diversos modos na comunidade cristã. Todavia, se tais garantias não são sérias, isso poderá constituir motivo para se adiar o Sacramento, e dever-se-á mesmo negá-lo no caso de elas serem certamente inexistentes." [23]
             No entanto, sob o reinado do Papa Francisco, se o instrumento  de trabalho pode ser acreditado, agora temos a maioria dos bispos do mundo dispostos para batizar filhos de casais do mesmo sexo.
             Como agora temos caído dos princípios encontrados até mesmo nas escolas protestantes de Boston em que a lei de 1789 estabelece: "Cada cidade ou distrito dentro desta comunidade ... deve ser equipado com um mestre-escola ou Mestres de bons costumes ..." [24] deveriam os clérigos modernos demandar dos guardiões católicos os mesmos bons costumes que eram exigidos pelas instituições protestantes?
             Finalmente, como se referiu, o batismo dos filhos desses "casais" não pode deixar de ser interpretado como uma aprovação tácita de um estilo de vida anti-católica, que é incompatível com qualquer conceito da verdadeira criação e educação de crianças católicas.
             O fato de que a maioria dos bispos favorecem tais batismos reflete a indigência doutrinal dos homens que são o produto de uma formação de aleijados, ou que se permitiram ser torcidos para a desorientação moderna.
             A advertência do Papa Pio VIII imediatamente vem à mente: ". Nada contribui mais para a ruína das almas do que clérigos ímpios, fracos ou desinformados" [25] Quanto pior quando clérigos fracos e uniformizados se tornar a maioria dos bispos?

Lei Natural e o Novo Idioma

             A questão da lei natural é um tema maior do que temos tempo para cobrir nesta edição. Por agora, vamos mencionar brevemente um ponto.
             O instrumento  de trabalho relata que a maioria dos católicos não parecem entender a Lei Natural. Não se trata, no entanto, da causa dessa ignorância: os católicos não entendem a Lei Natural, porque não foi ensinada a eles.
             Essa deficiência é devida à confusão generalizada sobre a doutrina ea moral que resultou do Concilio Vaticano II, os vários "teólogos" heterodoxos que agora infestam as faculdades "católicas", universidades e seminários, permanecendo sacerdotes em boa posição, a minimização da filosofia e teologia Tomista, eo desaparecimento resultante dos livros organizados de textos tradicionais escolásticos e sistemáticos em filosofia e teologia, particularmente na ciência da Ética e teologia Moral.
             Na verdade, não se pode compreender corretamente a Lei Natural, sem o conhecimento da Ética escolástica e toda a forma tomista tradicional.
             Ao invés de pedir um retorno a uma reafirmação da precisão escolástica, no entanto, a solução projetada do instrumento  de trabalho vai causar ainda mais tumulto.
             O documento propõe, "A linguagem usada tradicionalmente para explicar o termo" lei natural "deve ser melhorada para que os valores do Evangelho podem ser comunicadas às pessoas de hoje de uma forma mais inteligível." [N º 30]
             Não temos isso: mais de "nova língua" para falar de forma inteligível para o homem moderno.
             Isto foi também a promessa do Concílio Vaticano II.
             Nós todos sabemos que a suposta "atualização" e "melhoria" da linguagem tradicional católica tem sido um princípio de subversão, desde o tempo do Concilio. O mesmoVaticano II recusou-se a empregar a precisão da linguagem escolástica, e optou por uma nova e solta "linguagem pastoral". [26] O Concilio passou a produzir documentos ambíguos que admitem tanto uma interpretação liberal e uma interpretação conservadora. Um terremoto na Igreja seguiu.
             A rejeição do tomismo no Concilio deve-se ao triunfo da "Nova Teologia" no Vaticano II. Uma marca que define a Nova Teologia é repugnância ao tomismo, um problema subjacente bem encaminhado antes do Concilio. O Papa São Pio X observou que o ódio da escolasticismo é um marco do Modernismo. Falando do Nova Teologia modernista, Pe Anthony Lee observou na época do Concílio, "Por volta de 1946, a destruição da filosofia escolástica ea teologia haviam assumido as proporções de uma cruzada vitoriosa". [27]
             No entanto, os próprios teólogos que travaram esta cruzada contra o tomismo eram os mesmos homens que João XXIII tinha permitido para se tornar "especialistas" teológicos no Vaticano II, e, assim, orientar a direção do Concilio e da Igreja até hoje. As progênies neo-modernistas do Concilio agora preparam o Sínodo de outubro, que tem "aggiornamento continuo" em tudo que vemos.
             Se os fornecedores de hoje da nova teologia estão permitidos para minar a Lei Natural, eles destruírem tudo.
             Mais sobre este tema fundamental no próximo mês. [28]

notas:

[1] "tomismo e do Conselho", o padre Anthony Lee, do livro Vaticano II: A Theological Dimension, [Washington: tomista Press, 1963] p. 743
[2] Documento preparatório: Desafios pastorais para a família no contexto da evangelização, de novembro de 2013.
[3] "Sínodo Abre Rethink solteira, Divórcio," Ansa News, 26 de junho de 2014
[4] Para aqueles que não sabem, para ser perdoado na Confissão, é preciso fazer o firme propósito de emenda contra o pecado. Para um casal se divorciou e casou de novo, isso implica necessariamente los separando até que (se possível) o casamento pode ser legitimamente regularizada, ou separando permanentemente (ou por realmente vivendo como irmão e irmã).
[5] A seção de Internet, mídias sociais e sua fragmentação da família foi surpreendentemente bem feito [# 68-69].
[6] O documento pode ser acessado no site do Vaticano - (e sim, eu li todo o documento de trabalho - jv).
[7] "Documento de Trabalho Sínodo é chato e triste", disse Thomas Reese, National Catholic Reporter 27 de junho, 2014.
[8] "O Consistório Secreto: O que aconteceu?", La Stampa, Março 14, 2014.
[9] Para um resumo de Kasper no Consistório, ver Catholic Family News, abril 2014 pp. 6 e 7 (artigos de Pe. Brian Harrison e Professor Roberto de Mattei, respectivamente); ea conclusão de "católicos tradicionais e nudez de Noé", pp 16-17 do mesmo problema.
[10] "Instrumento de Trabalho, Sínodo é chato e triste", Reese (grifo nosso).
[11] Sobre este ponto, o Concílio de Trento, Sessão XXIV (11 de novembro de 1563) ensina infalivelmente: "O primeiro pai da raça humana expressa o vínculo perpétuo e indissolúvel do matrimônio, sob a influência do Espírito divino, quando ele disse: "Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher e serão dois numa só carne." [Gênesis 2:23 f;. cf. Ef. 5:31]. Mas que por este vínculo só dois estão unidos e unidas, Cristo, o Senhor ensinou mais abertamente, ao se referir a essas últimas palavras, como tendo sido pronunciada por Deus, Ele disse: "Portanto, agora eles não são mais dois, mas uma só carne" [Matt. 19:06], e imediatamente ratificou a força deste mesmo título, pronunciado por Adam há muito tempo com estas palavras: "O que Deus uniu, o homem não separe" [Matt. 19:06; Mark10:. 9 "Denzinger 969
[12] Fundamentos do Dogma Católico, padre Ludwig Ott [Rockford: Tan, republicado 1974], p. 467 (grifo nosso).
[13] Denzinger 972.
[14] "a Igreja deve tomar nova abordagem para questão da comunhão para os católicos casar," Vaticano Insider, 28 de novembro de 2014.
[15] Relatório de Inglês do Magister write-up apareceu na Web em: http://the-hermeneutic-of-continuity.blogspot.com/2014/07/italian-parish-priest-deemed-crazy-for.html
[16] Ênfase adicionada em ambas as citações.
[17] Par. 2357.
[18] "Judge Not", J. Vennari, Catholic Family News, Março de 2014.
[19] A não ser que os motivos são contadas a nós abertamente pela pessoa cometer estes atos.
[20] "Coragem" é para aqueles que sofrem atração pelo mesmo sexo. "Encorajar" é para aqueles que têm um amigo, amado, membro da família, cônjuge, etc, que é homossexual. O grupo foi fundado pelo Padre James Harvey, OSFS, e trata da homossexualidade dentro da tradição da doutrina moral católica e prática. Coragem pode ser acessado on-line em http://couragerc.org
[21] Se o tempo permitir, vamos discutir mais esta seção do documento de trabalho no mês que vem.
[22] Moral e Teologia Pastoral, Volume III, padre Henry Davis, SJ [New York: Sheed e Ward, 1943], p. 52.
[23] acção Pastoralis, "Instrução sobre o Batismo infantil," A Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, 20 de outubro de 1980, n º 28, (grifo nosso).
[24] Escola de Massachusetts, da Lei de 1789, citado a partir da história Killers, Dr. Terrence O. More, [Lexington, KY: 2014], p. 19 (grifo nosso).
[25] Traditi Humilitati ", em seu programa para o Pontificado," encíclica inaugural do Papa Pio VII, 24 de maio de 1829.
[26] Os problemas inerentes à "linguagem pastoral" foram previstos pelo Arcebispo Lefebvre, mesmo antes de o Concilio abriu. Em uma reunião da Comissão Preparatória, o Arcebispo Lefebvre propõe que o Concílio Vaticano II produziu dois conjuntos de documentos: um conjunto na precisão da linguagem escolar para os teólogos, e outro em linguagem mais simples (pastoral) para o homem médio. Os textos escolares precisos serviria como a interpretação oficial dos textos pastorais. Esta proposta foi imediatamente abatido. Arcebispo Lefebvre viu com este ardil: "Os liberais e progressistas gostam de viver em um clima de ambigüidade A idéia de esclarecer o propósito do Conselho irritou-os extremamente Minha proposta foi rejeitada..." Eu Acuso o Concilio, Marcel Lefebvre, rev. ed [Kansas City: Angelus Press, 2009]., p 4..
[27] "tomismo e do Conselho", p. 465.
[28] Until next month, we give a thumbnail definition of Natural Law (also referred to as the natural moral law): Natural Law is “the universal, practical, obligatory judgments of reason knowable by all men as binding them to do good and avoid evil, and discovered by right reason form the nature of man adequately considered [i.e, adequately understood]”. It is “the sharing in the eternal law by the rational creature; the dictates of right reason concerning the necessary ordering of human nature.” Dictionary of Scholastic Philosophy, Bernard Wuellner, S.J. [Milwaukee: Bruce, 1955], pp. 68-69. We hope to cover more about this in the September issue.