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terça-feira, 21 de abril de 2015
A Nova Posição da FSSPX
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segunda-feira, 20 de abril de 2015
Contra as Seitas: parte 3: Quem são os Feeneyistas?
São católicos os feeneyistas?
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| Batismo de sangue descrito por São Bede, martírio de São Albam. |
Os feeneyistas não são católicos porém são hereges e um tipo de seita. A seita deles pretende ser integrista e catolicismo tradicional. Os problemas dos feeneyistas se tratam com algumas interpretações privadas da Sagrada Escritura (protestantismo) e uma falta de entender importantes temas teológicos como as palavras subjetivamente e objetivamente, e herege em matéria e herege formal. O drama deles se centraliza no dogma Extra Ecclesiam Nulla Salus- Fora da Igreja não há salvação. Esta conclusão dos feeneyistas tem levado eles a negar crenças e dogmas católicos, principal entre estes são:
1) batismo de sangue
2) batismo de desejo
3) ignorância invencível
O argumento dos feeneyistas
O argumento dos feeneyistas interpreta ao seu gosto as palavras de Nosso Senhor quando disse: "Quem não renascer na água e no Espírito Santo não poderá entrar no reino dos céus." A mente do feeneyista não é capaz e não deseja ver nenhuma interpretação fora daquela que "confirma" o feeneyismo. No processo disso os feeneyistas ignoram citações claves para considerar, por exemplo São Dimas, o bom ladrão, não foi batizado e ainda assim foi prometido o reino dos céus por Nosso Senhor, ou que Nossa Senhora nasceu sem pecado original e sem necessidade de ser batizada. Aliás qualquer resposta eles vão ignorar e continuar com parágrafos e parágrafos de textos ignorando todos os documentos que uma pessoa pode citar contra eles, e tem muitos. Neste respeito, o feeneyismo parece mais como uma debilidade mental, conversar ou debater com um feeneyista é sempre um trabalho cansativo. Falando humanamente, é impossível para um feeneyista sair do seu erro e voltar à Santa Mãe Igreja. O meu conselho é o mesmo de Titus 3:10- em quanto a um herege, "depois de advertido uma primeira e segunda vez, evita-o." Tal vez é necessário evitar um feeneyista já desde o inicio.
Postura da Igreja contra os Feeneyistas
Os feeneyistas frequentemente citan largos textos e compilações de textos de dogma Ex Cathedra (declarado infalivelmente), sempre ignorando a voz da Igreja, entre estes o mais famoso é Cantate Domino e Unam Sanctam, que eles atribuíam um carácter de excluir a possibilidade de batismo de sangue e desejo. Tem vários documentos dos papas e dos Concílios que confirmam contra os feeneyistas, porém eles sempre vão ignorar isso ou fazer um tipo de desculpa e continuar com sua posição herética. Afirmo que a posição dos feeneyistas é herética porque batismo de sangue e desejo são de fide e deve ser acreditado por todos católicos, como vou mostrar. O ponto final dos feeneyistas é negar o ensinamento do Beato Pio Nono em quanto a Ignorância Invencível, que quer dizer que Deus julga o subjetivo (objetivamente algo pode ser pecado, porém para pecar gravemente se precisam condições de quais são matéria grave, plena consciência e deliberado consentimento, sem plena consciência ou consentimento seria apenas um pecado mortal somente objetivamente, sendo que é matéria grave. Assim que somente Deus pode julgar as consciências das pessoas, somente Deus julga subjetivamente). Porque heresia é um pecado que separa o homem de Deus e a unidade da Fé, também existem os términos herege em matéria e herege formal. O herege que peca com plena consciência é um herege formal, (um herege nos olhos de Deus), a Igreja sempre tem classificado o herege que acredita na heresia não por culpa própria como um herege materialmente porque a heresia existe, porém o pecado grave não existe. A diferença simples (neste contexto) entre objetivamente (herege materialmente) e subjetivamente (herege formal) é que quem morre como herege formal será condenado por Deus e no caso de um herege materialmente, a Igreja ensina que é meramente possível que a alma não vai ao inferno. (Ninguém afirma que acontece muito nem que acontece, somente que é possível por falta da culpa própria).
Documentos da Igreja Contra os Feeneyistas
Batismo de sangue e desejo
I. Martirológio Romano
Tal vez uma das razões que não existem sacerdotes nem bispos feeneyistas é porque o dogma de batismo de sangue está na liturgia mais velha e assim como a Igreja reza é como a Igreja crê (Lex orandi, lex credendi est). Os feeneyistas ignoram tudo isso e acreditam que foi possível que a Igreja rezava e reza por mártires que morreram sem batismo por séculos errando tanto. No Martirológio Romano vemos a festa da Santa Emerenciana, virgem e mártir em Roma, o dia janeiro 23, Santa Emerenciana era catecúmena (cristã convertida que ainda não havia recebido o batismo). Dois dias depois do martírio de Santa Inês, Santa Emerenciana morreu apedrejada quando se encontrava rezando junto ao túmulo de sua irmã de leite, pois confessou também ser cristã. Desta forma Emerenciana recebeu o batismo de sangue. O São Vitor, 12 de abril: Em Braga, em Portugal, São Vitor, Mártir, que, embora ainda um noviço, se recusou a adorar um ídolo, e confessou Jesus Cristo com grande constância, e assim depois de muitos tormentos, com a sua decapitação ele mereceu ser batizado no seu próprio sangue.
II. Doutores da Igreja
a.São Roberto Belarmino
Liber II, Caput XXX:
“Boni Catehecumeni sunt de Ecclesia, interna unione tantum, non autem externa”.
"Os bons catecúmenos são da Igreja, de uma união interna, não de uma externa."
b. Santo Augustinho
Cidade de Deus (De Bapt. C. Donat., IV 21).
"Eu não hesito em colocar o catecúmeno católico, que está queimando com o amor de Deus, antes d o herege batizado ... O centurião Cornélio, antes do Batismo, foi melhor do que Simon [Mago], que tinha sido batizado. Para Cornelius, mesmo antes do batismo, foi cheio do Espírito Santo, enquanto Simon, depois do Batismo, foi inchado com um espírito imundo."c. Santo Tomás de Aquino
Summa Teólogica
o artigo 1, Parte III, Q. 68:
"Eu respondo que, alguém pode estar querendo o sacramento de batismo de duas maneiras. Em primeiro lugar, tanto na realidade e no desejo; como é o caso com aqueles que não são batizados, nem queriam ser batizados: o que indica claramente o desprezo do sacramento, no que diz respeito àqueles que têm o uso do livre-arbítrio. Consequentemente aqueles que estão querendo Batismo assim, não é possível obter a salvação: que uma vez que nem sacramentalmente nem mentalmente são incorporados em Cristo, pelo qual só pode ser obtido a salvação."
"Em segundo lugar, alguém pode estar querendo o sacramento do batismo na realidade, mas não no desejo: por exemplo, quando um homem deseja ser batizado, mas por algum mal chance de que ele é prevenido por morte antes de receber o Batismo. E um homem pode alcançar a salvação, sem ser realmente batizado, por conta de seu desejo para o batismo, o que desejamos é o resultado da fé que opera pela caridade, pela qual Deus, cujo poder ainda não está vinculado a sacramentos visíveis, santifica o homem interiormente. Daí Ambrósio diz de Valentiniano, que morreu enquanto ainda era catecúmeno: 'Eu perdi aquele que era para eu regenerar: Mas ele não perdeu as graças que orou para receber.'"
d. São Ambrósio
"Ouvi dizer que você expressa tristeza porque ele [Valentiniano] não recebeu o Sacramento do Batismo. Diga-me, o que mais há em nós, exceto a vontade e a petição? Mas ele teve tempo desejado para ser iniciado ... e expressou sua intenção de ser batizado ... Certamente, ele recebeu porque ele pediu."
e. São Afonso de Ligório (1691-1787)
Teologia Moral (Bk. 6):
"Mas o batismo de desejo é uma conversão perfeita com Deus por contrição ou o amor de Deus acima de todas as coisas, acompanhados por um desejo explícito ou implícito para o verdadeiro batismo de água, o lugar de onde tira quanto à remissão da culpa, mas não quanto à impressão do personagem [baptismal] ou quanto à remoção de toda a dívida de punição. Chama-se "de vento"␅ [flaminis] porque ocorre pelo impulso do Espírito Santo, que é chamado um vento [flamen]. Agora é de fide que os homens também são salvos pelo batismo de desejo, em virtude da Canon Apostolicam De Presbytero Non Baptizato e do Concílio de Trento, Sessão 6, Capítulo 4, onde se diz que ninguém pode ser salvo "sem a banho da regeneração ou o desejo por ele."
III. Concilio de Trento
Cap. 4 – A justificação do pecador
796.
Nestas palavras se descreve a justificação do pecador, como sendo uma passagem
daquele estado em que o homem, nascido filho do primeiro Adão, [passa] para o estado de
graça e de adoção de filhos (Rom 8, 15) de Deus pormeio
do segundo Adão, Jesus Cristo, Senhor Nosso. – Esta transladação, depois da
promulgação do Evangelho, não é possível sem o lavacro da
regeneração [cân. 5 sobre o Batismo] ou sem o desejo do mesmo, segundo a
palavra da Escritura: se alguém não tiver renascido da água e do
Espírito Santo, não poderá entrar no reino de Deus (Jo 3, 5).
Cânones
sobre os sacramentos em geral
847. Cân.
4. Se alguém disser que os sacramentos da Nova Lei não são necessários
para a salvação, mas supérfluos; e que sem eles ou sem o desejo deles, só
pela fé os homens alcançam de Deus a graça de justificação — ainda que nem todos
[os sacramentos] sejam necessários para cada um — seja excomungado.
IV. Código do Direito Canônico (1917)
(Canon 1239. 2) Enterramento eclesiasticístico
pelo Rev. John A. Abbo. St.TL, JCD, e Rev. Jerome D. Hannan, AM, LL.B., STD, JCD
Comentário sobre o Código:
"A razão para esta regra é que eles são justamente suposto ter morto unidos ao Cristo através do Batismo do desejo."
Ordenes validas, clérigos e estrutura
As evidencias que confirmam o batismo de desejo e sangue para os católicos são enormes, porém os feeneyistas ignoram cada um destes documentos da Igreja, (e há muitos mais incluindo encíclicos, vários catecismos tradicionais, e ensinos dos papas) e por isso os feeneyistas estão, objetivamente, fora da Igreja Católica onde não há salvação.
Já que esta heresia não faz sentido por nenhum sacerdote que estuda a fé, não há sacerdotes feeneyistas nem bispos, e a questão do que se eles tem ordenes sacerdotais válidas, como tratamos com as outras seitas, não é um assunto aqui, pois não há ordenes nem clérigos. O famoso caso de Pe. Feeney (por isso o nome feeneyista) terminou meio confuso devido ao fato que ele não foi a Roma quando chamado pelo papa da época por causa de sua interpretação do dogma Extra Ecclesia Nulla Salus, e o pequeno grupo que ele fundou, The Saint Benedict Center, (Escravos do Coração Imaculado de Maria) está submetido à diocese e aceita o ensino do Segundo Concílio Vaticano. Pe. Leonard Feeney foi excomungado por não obedecer e ir a Roma. O papa da época foi Pio XII. Antes de sua morte ele foi reconciliado com a Igreja. A heresia se chama Feeneyismo, porém não foi Pe. Feeney que a inventou e pelo jeito, também não sustentou a postura, o que foi implicado com sua reconciliação com as autoridades da Igreja antes da morte. Uns propagadores famosos da heresia feeneista e também "sedevacantismo dogmático" são os irmãos Dimond. (leia aqui sobre os Dimonds)
Feeneyismo é um perigo grave já que os feeneyistas são pequenos grupos de leigos normalmente isolados em partes do mundo onde não há outros feeneyistas e desistam de assistir missa por não querer estar em comunhão com os católicos que eles acham hereges por negar Extra Ecclesiam Nulla Salus. Então sem clérigos, sem missa, sem os mesmos sacramentos que são necessárias para ter vida na alma, sem estrutura e orientação espiritual os feeneyistas são uma seita não tradicional e não católica de diversos membros todos leigos espalhados e isolados no mundo. Podemos considerar feeneyismo mais como uma doença espiritual e mental do que um seita por causa destes característicos típicos dos feeneyistas que não é parecido com qualquer outra seita não católica.
Contra as Seitas
Leia também: Contra as Seitas pt 1: A Palmar de Troya
Leia também: Contra as Seitas pt 2: Duarte-Costa e ICAB
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O que pensar da Devoção a Divina Misericordia?
Resposta do padre Peter R. Scott -traduzida por Borboletas ao Luar - sobre a Devoção a Divina Misericórdia, de Irmã Faustina Kowalska e os decretos de Roma condenando tal devoção. ( O original em inglês siga o português. O sublinhado foi acrescentado e o negrito foi aditado.-Michael Fuller)
Condenada pelo Santo Ofício
Há dois decretos de Roma sobre essa questão, ambos do tempo do Papa João XXIII. A Suprema Congregação do Santo Ofício, numa reunião plenária em 19 de novembro de 1958, tomou as seguintes decisões:
- A natureza sobrenatural das revelações feitas a Irmã Faustina não é evidente.
- Nenhuma festa da Divina Misericórdia deve ser instituída.
- É proibido divulgar imagens e escritos que propagam essa devoção da forma recebida pela Irmã Faustina.
O segundo decreto do Santo Ofício é de 6 de março de 1959, em que foi estabelecido o seguinte:
- A difusão de imagens e textos que promovem a devoção à Divina Misericórdia sob a forma proposta pela mesma Irmã Faustina foi proibida.
- A prudência dos bispos deve julgar quanto à remoção das imagens referidas que já são expostas para veneração pública.
O que havia nesta devoção que impediu o Santo Ofício de reconhecer sua origem divina? Os decretos não o dizem, mas parece que a razão está no fato de que há muita ênfase na misericórdia de Deus como que para excluir a Sua justiça. Nossos pecados e a gravidade da ofensa que eles infligem em Deus são deixados de lado como sendo de pouca importância. É por isso que o aspecto da reparação do pecado é omitido ou obscurecido.
A verdadeira imagem da misericórdia de Deus é o Sagrado Coração de Jesus, atravessado pela lança, coroado de espinhos, pingando sangue precioso. O Sagrado Coração de Jesus exige uma devoção de reparação, conforme os papas sempre solicitaram. No entanto, este não é o caso da devoção da Divina Misericórdia. A imagem não tem coração. É um Sagrado Coração sem coração, sem reparação, sem o preço de nossos pecados sendo claramente evidente. É isso que faz com que a devoção seja muito incompleta e nos faz suspeitar de sua origem sobrenatural, independentemente das boas intenções e da santidade pessoal da Irmã Faustina. Esta ausência da necessidade de reparação dos pecados manifesta-se na estranha promessa de libertação de todas as penas temporais devidas aos pecados para aqueles que observam as devoções de domingo às 15h00min. Como tal devoção poderia ser mais poderosa e melhor do que a indulgência plenária, aplicando o extraordinário tesouro dos méritos dos santos? Como não poderia exigir como condição que realizemos uma obra penitencial por nossa própria conta? Como não poderia exigir o distanciamento do pecado, mesmo venial, que é necessário para obter a indulgência plenária?
Presunção nos escritos de Irmã Faustina
O Diário de Santa Maria Faustina Kowalska que foi publicado, também indica muitas razões para questionar seriamente a origem sobrenatural das mais de 640 páginas de volumosas e repetidas aparições e mensagens. A característica de qualquer místico verdadeiro que recebeu graças sobrenaturais é sempre uma humildade profunda, sentimento de indignidade, conscientização e profissão da gravidade de seus pecados. No entanto, esta humildade está estranhamente faltando no diário de Irmã Faustina. Em 2 de outubro de 1936, por exemplo, afirma que o "Senhor Jesus" falou estas palavras a ela:
"Agora eu sei que não é pelas graças ou dons que você me ama, mas porque a Minha vontade é mais preciosa para você do que vida. É por isso que eu estou unindo-me a você tão intimamente como com nenhuma outra criatura." (§707, p. 288).
Isso dá toda a aparência de ser uma pretensão de ser mais unida a Jesus do que ninguém, até mesmo a Virgem Maria, e certamente mais do que todos os outros santos. Que orgulho acreditar em tal afirmação, e quanto mais afirmar que isso veio do Céu!
Em abril de 1938, Irmã Faustina leu a canonização de Santo André Bobola e foi preenchida com lágrimas e anseios de que a sua congregação pudesse ter seu próprio santo. Em seguida, ela afirma o seguinte: "E o Senhor Jesus me disse: Não chores. Você é essa santa". (§1650, p. 583). Estas são palavras que com toda certeza nenhum verdadeiro santo iria afirmar, mas sim sua pecaminosidade e indignidade de sua congregação. Esta presunção em seus escritos não é isolada. Ela elogia a si mesma em várias ocasiões através das palavras supostamente proferidas por Jesus. Veja esta locução interior, por exemplo:"Amada Pérola de Meu Coração, eu vejo seu amor tão puro, mais puro do que o dos anjos, e tanto mais porque você continua lutando. Por sua causa eu abençoo o mundo." (§1061, p. 400). Em 23 de maio de 1937, ela descreve uma visão da Santíssima Trindade, depois da qual ela ouviu uma voz dizendo: "Diga ao Superior Geral para contar com você como a filha mais fiel na Ordem" (§1130, p. 417). É, portanto, dificilmente surpreendente que a Irmã Faustina tenha alegado ser isenta dos Julgamentos tanto o Particular quanto o Geral. Em 4 de fevereiro de 1935, ela já dizia ouvir uma voz em sua alma: "De hoje em diante, não tema o julgamento de Deus, pois você não será julgada" (§374, p. 168). Adicione a isso a afirmação absurda de que a hóstia por três vezes saltou para fora do sacrário e colocou-se em suas mãos (§ 44, p. 23), de modo que ela mesma teve que abrir o sacrário e colocá-la de volta lá, mostra a história de uma presunção da graça de Deus, que vai além de toda razão, quanto mais como a ação de uma pessoa supostamente favorecida com inúmeras e repetidas graças místicas e sobrenaturais.
Talvez não seja por acaso que o Papa João Paulo II promoveu esta devoção, pois está em grande sintonia com a sua encíclica Dives in Misericordia. Na verdade, a teologia do Mistério Pascal que ele ensinou deixa de lado toda a consideração da gravidade do pecado e da necessidade de penitência, para satisfação à justiça divina e, portanto, da Missa como sendo um sacrifício expiatório, e também a necessidade de ganhar indulgências e fazer obras de penitência. Uma vez que Deus é infinitamente misericordioso e não conta os nossos pecados, tudo isso é considerado sem importância. Este não é o espírito católico. Devemos fazer a reparação pelos nossos pecados e pelos pecados de todo o mundo, como o Sagrado Coração de Jesus pediu repetidamente em Paray-Le-Monial. É a renovação da nossa consagração ao Sagrado Coração e frequentes sagradas horas de reparação que vão trazer a conversão dos pecadores. É desta forma que podemos cooperar para trazer o Seu Reino de Amor Misericordioso, porque esse é o reconhecimento perfeito da santidade infinita da Divina Majestade e completa submissão a suas legítimas demandas. Misericórdia só significa algo quando entendemos o preço da nossa Redenção.
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Original in English
QUESTIONS AND ANSWERS
Fr. Peter R. Scott
WHAT ARE WE TO THINK OF THE DIVINE MERCY DEVOTION?
Many people have certainly received graces from the devotion to Divine Mercy propagated by St. Faustina, and her personal piety was certainly most exemplary. However, this does not necessarily mean that this devotion is from God. It is true that Pope John Paul II promoted this devotion, that it was through his efforts that the prohibition was lifted on April 15, 1978, and that he even introduced a feast of Divine Mercy into the Novus Ordo. However, the fact that good and pious people receive graces and that Sister Faustina was pious do not necessarily means that it is from heaven. In fact, it was not only not approved before Vatican II. It was condemned, and this despite the fact that the prayers themselves of the chaplet of Divine Mercy are orthodox.
Condemned by the Holy Office
There were two decrees from Rome on this question, both of the time of Pope John XXIII. The Supreme Congregation of the Holy Office, in a plenary meeting held on November 19, 1958, made the following decisions:
The supernatural nature of the revelations made to Sister Faustina is not evident.
No feast of Divine Mercy is to be instituted.
It is forbidden to divulge images and writings that propagate this devotion under the form received by Sister Faustina.
The second decree of the Holy Office was on March 6, 1959, in which the following was established:
The diffusion of images and writings promoting the devotion to Divine Mercy under the form proposed by the same Sister Faustina was forbidden.
The prudence of the bishops is to judge as to the removal of the aforesaid images that are already displayed for public honor.
What was it about this devotion that prevented the Holy Office from acknowledging its divine origin? The decrees do not say, but it seems that the reason lies in the fact that there is so much emphasis on God’s mercy as to exclude His justice. Our sins and the gravity of the offense that they inflict on God is pushed aside as being of little consequence. That is why the aspect of reparation for sin is omitted or obscured.
The true image of God’s mercy is the Sacred Heart of Jesus, pierced with a lance, crowned with thorns, dripping precious blood. The Sacred Heart calls for a devotion of reparation, as the popes have always requested. However, this is not the case with the Divine Mercy devotion. The image has no heart. It is a Sacred Heart without a heart, without reparation, without the price of our sins being clearly evident. It is this that makes the devotion very incomplete and makes us suspicious of its supernatural origin, regardless of Sister Faustina’s own good intentions and personal holiness. This absence of the need for reparation for sins is manifest in the strange promise of freedom from all the temporal punishment due to sin for those who observe the 3:00 p.m. Low Sunday devotions. How could such a devotion be more powerful and better than a plenary indulgence, applying the extraordinary treasury of the merits of the saints? How could it not require as a condition that we perform a penitential work of our own? How could it not require the detachment from even venial sin that is necessary to obtain a plenary indulgence?
Presumption in the Writings of Sister Faustina
The published Diary of Saint Maria Faustina Kowalski (Marian Press, Stockbridge, MA, 2007) also indicates several reasons to seriously question the supernatural origin of the more than 640 pages of voluminous and repeated apparitions and messages. The characteristic of any true mystic who has received supernatural graces is always a profound humility, sense of unworthiness, awareness and profession of the gravity of his sins. Yet this humility is strangely lacking in Sister Faustina’s diary. On October 2, 1936, for example, she states that the “Lord Jesus” spoke these words to her: “Now I know that it is not for the graces or gifts that you love me, but because My will is dearer to you than life. That is why I am uniting Myself with you so intimately as with no other creature.” (§707, p. 288). This gives every appearance of being a claim of being more united to Jesus than anybody else, even the Blessed Virgin Mary, and certainly more than all the other saints. What pride, to believe such an affirmation, let alone to assert that it came from heaven!
In April 1938, Sister Faustina read the canonization of St. Andrew Bobola and was filled with longing and tears that her congregation might have its own saint. Then she affirms the following: “And the Lord Jesus said to me, Don’t cry. You are that saint.” (§1650, p. 583). These are words that most certainly no true saint would affirm, but rather his sinfulness and unworthiness of his congregation. This presumption in her writings is not isolated. She praises herself on several occasions through the words supposedly uttered by Jesus. Listen to this interior locution, for example: “Beloved pearl of My Heart, I see your love so pure, purer than that of the angels, and all the more so because you keep fighting. For your sake I bless the world.” (§1061, p. 400). On May 23, 1937 she describes a vision of the Holy Trinity, after which she heard a voice saying: “Tell the Superior General to count on you as the most faithful daughter in the Order” (§1130, p. 417). It is consequently hardly surprising that Sister Faustina claimed to be exempt from the Particular and General Judgments. On February 4, 1935, she already claimed to hear this voice in her soul: “From today on, do not fear God’s judgment, for you will not be judged” (§374, p. 168). Add to this the preposterous affirmation that the host three times over jumped out of the tabernacle and placed itself in her hands (§44, p. 23), so that she had to open up the tabernacle herself and place it back in there, tells the story of a presumption on God’s grace which goes beyond all reason, let alone as the action of a person supposedly favored with innumerable and repeated mystical and supernatural graces.
It is perhaps not accidental that Pope John Paul II promoted this devotion, for it is very much in line with his encyclical Dives in Misericordia. In fact, the Paschal Mystery theology that he taught pushed aside all consideration of the gravity of sin and the need for penance, for satisfaction to divine justice, and hence of the Mass as being an expiatory sacrifice, and likewise the need to gain indulgences and to do works of penance. Since God is infinitely merciful and does not count our sins, all this is considered of no consequence. This is not the Catholic spirit. We must make reparation for our sins and for the sins of the whole world, as the Sacred Heart repeatedly asked at Paray-Le-Monial. It is the renewal of our consecration to the Sacred Heart and frequent holy hours of reparation that is going to bring about the conversion of sinners. It is in this way that we can cooperate in bringing about His Kingdom of Merciful Love, because it is the perfect recognition of the infinite holiness of the Divine Majesty and complete submission to His rightful demands. Mercy only means something when we understand the price of our Redemption.
link to original: The Angelus Online
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domingo, 19 de abril de 2015
Orgulho ou Proconceito
Orgulho ou Preconceito?
Resposta do Mosteiro da Santa Cruz à Revista VEJA
QUARTA-FEIRA, 15 DE ABRIL DE 2015
POR DOM TOMÁS DE AQUINO
A revista VEJA publicou uma matéria sobre as controvertidas cerimônias realizadas no mosteiro da Santa Cruz (Nova Friburgo – RJ) entre as quais a de maior importância foi a sagração episcopal de Mgr Jean-Michel Faure. Esta sagração feita por Mgr Richard Williamson foi seguida da ordenação sacerdotal do Irmão André Zelaya de León, da Guatemala, monge de nosso mosteiro há mais de vinte anos. Ambas cerimônias foram apresentadas como atos de rebelião. Aliás, o título do artigo é: “Rebelião no altar”, artigo que se termina da seguinte maneira: “O francês Faure, cheio de orgulho, tem até apelido para o racha: La Resistance”. Orgulho mesmo ou preconceito da revista? Eis a questão.
Orgulho se pode tomar em dois sentidos. Ou será o senso da dignidade de sua condição como quando um filho da Santa Igreja se declara, com justo orgulho, católico, apostólico, romano. Ou será um vício, um pecado; pecado de rebelião contra Deus. O pecado de Lúcifer.
Talvez o autor do artigo quisesse deixar ao leitor a escolha, já que o jornalista da VEJA foi bastante cordial conosco, embora o tom geral do artigo indique de preferência o sentido de revolta. Seja como for, a pergunta permanece: orgulho de Mgr Faure, de Mgr Williamson e dos monges de Santa Cruz ou preconceito contra eles? A questão continua não respondida.
Retrocedamos no tempo, pois assim fazendo encontraremos o fio de Ariane que nos tirará do labirinto em que a crise atual da Igreja nos lançou, e nos fornecerá o necessário para responder à pergunta já feita. Retrocedamos até a Reforma protestante e ao declínio do Cristianismo na Europa e no mundo. Declínio contra o qual lutaram vitoriosamente, mas só por um tempo, o Concílio de Trento e os grandes santos da Contra-Reforma. Duas forças se chocaram então e se chocam até hoje. Uma nova religião que põe o homem no centro da civilização e combate a Igreja Católica antes de combater Nosso Senhor Jesus Cristo em pessoa para terminar negando a existência de Deus, com o marxismo, e mesmo corrompendo a eterna noção de Verdade com o Modernismo, condenado por São Pio X.
Dois mundos, dois amores; o amor de Deus levado até o esquecimento de si, e o amor de si mesmo levado até a negação de Deus. Dois mundos, duas forças, duas correntes históricas que se opõem há mais de cinco séculos. Qual das duas é movida pelo orgulho? Eis mais do que uma pista para encontrarmos a resposta à nossa pergunta inicial.
Aprofundemos pois a pista já indicada e entremos na atualidade, ou melhor, na história recente da Igreja. Falemos de Vaticano II. Os Papas do século XIX e do século XX até a morte de Pio XII haviam condenado o Liberalismo Católico dos que queriam a união da Igreja com os princípios da Revolução Francesa. Não só o Liberalismo mas também o Modernismo, o Neomodernismo, o Progressismo e demais erros modernos haviam sido devidamente condenados. A Igreja Católica dizia e dirá sempre “não” a estes erros.
Porém o velho sonho dos mais cruéis inimigos da Igreja realizar-se-ia. Um Concílio consagraria os teólogos modernistas, liberais e progressistas. Este Concílio foi o Concílio Vaticano II. Mas dois Bispos permaneceram fiéis e denunciaram este Concílio. Mas só dois? Não é pouco demais? Para um mundo que preza mais a quantidade do que a Verdade, dois é igual a nada. Mas em questão de doutrina não é o número que conta, e as doutrinas apregoadas pelo Vaticano II já haviam sido condenadas por Gregório XVI, Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Bento XV, Pio XI e Pio XII para citar apenas alguns da longa série de Papas que dista de São Pedro à Pio XII, os quais guardaram o depósito da Fé que lhes havia sido confiado por Deus Ele mesmo.
Porém o velho sonho dos mais cruéis inimigos da Igreja realizar-se-ia. Um Concílio consagraria os teólogos modernistas, liberais e progressistas. Este Concílio foi o Concílio Vaticano II. Mas dois Bispos permaneceram fiéis e denunciaram este Concílio. Mas só dois? Não é pouco demais? Para um mundo que preza mais a quantidade do que a Verdade, dois é igual a nada. Mas em questão de doutrina não é o número que conta, e as doutrinas apregoadas pelo Vaticano II já haviam sido condenadas por Gregório XVI, Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Bento XV, Pio XI e Pio XII para citar apenas alguns da longa série de Papas que dista de São Pedro à Pio XII, os quais guardaram o depósito da Fé que lhes havia sido confiado por Deus Ele mesmo.
Mas o que isso tem que ver com a sagração do 19 de março de 2015 em Nova Friburgo? Isto tem tudo que ver com essa sagração, já que Mgr Williamson foi ele mesmo sagrado por estes dois bispos fiéis à Tradição bimilenar da Igreja. Estes dois bispos são Mgr Marcel Lefebvre e Mgr Antônio de Castro Mayer.
Contudo, eles sagraram Mgr Williamson, assim como Mgr Fellay, Mgr Tissier e Mgr de Galarreta, contra a vontade de João Paulo II em junho de 1988? Sim, é verdade. Logo eles são uns rebeldes e uns orgulhosos? Não. A verdade não se deixa encontrar tão facilmente assim. Desobedecer ao Papa pode ser, em casos extremos, um ato de virtude, enquanto que obedecê-lo pode ser, em casos extremos, um pecado. “Quem faz o mal porque lhe ordenaram, não faz ato de obediência, mas de rebelião”, diz São Bernardo.
A rebelião no altar não se deu em Nova Friburgo, no dia 19 de março. Se aprofundarmos a questão veremos que a rebelião no altar se deu não em Friburgo, mas em Roma desde o Concílio até hoje.
Quem duvidar do que afirmamos, que estude os livros que falam da crise atual e lá verão que o próprio Cardeal Ratzinger, futuro Bento XVI, afirma que o Vaticano II foi um “contra-Syllabus”, ou seja, que ele vai o ensinamento do Magistério da Igreja, contra uma doutrina já definida pelos Papas anteriores.
Não! Mgr Faure não falou com orgulho, ou melhor, falou com justo orgulho de defender este Magistério infalível da Igreja contra os erros de Vaticano II. Mas como um Concílio pode ensinar erros? Eis a grande pergunta. Leiam pois as obras de Mgr Marcel Lefebvre. Estudem, aprofundem-se na Fé, pois o mal é grande e a abominação da desolação foi posta no lugar santo. Portanto, a revolta no altar não está no mosteiro da Santa Cruz. A revolta no altar está – é triste repeti-lo – no Vaticano.
Mas quem nos crerá? Orgulho nosso ou preconceito da VEJA? Só estudando. Só rezando. Sem oração e estudo ninguém poderá encontrar a resposta. Ela está ao alcance de quem a procura, mas antes de tudo é preciso procurá-la. O que já dissemos é o suficiente por ora. Agora, caro leitor, lhe cabe a sua parte, caso deseje tirar a limpo se é orgulho nosso ou preconceito da VEJA chamar-nos de rebeldes. Bom trabalho.
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sábado, 18 de abril de 2015
Crusaders of the Immaculate: Pray the Holy Rosary
Join the Crusaders of the Immaculate Heart of Mary!
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"Watch and pray, watch and pray, 15 mysteries everyday."-Bishop R. Williamson
Why pray the Rosary today? Certainly, to grow in holiness and in one's prayer life. The following are a few others reasons why the rosary should be prayed often, even daily:
"Among all the devotions approved by the Church none has been so favored by so many miracles as the devotion of the Most Holy Rosary" (Pope Pius IX).- "Say the Rosary every day to obtain peace for the world" (Our Lady of Fátima).
- "There is no surer means of calling down God's blessings upon the family . . . than the daily recitation of the Rosary" (Pope Pius XII).
- "We do not hesitate to affirm again publicly that we put great confidence in the Holy Rosary for the healing of evils of our times" (Pope Pius XII).
- "No one can live continually in sin and continue to say the Rosary: either they will give up sin or they will give up the Rosary" (Bishop Hugh Doyle).
- "The Rosary is a magnificent and universal prayer for the needs of the Church, the nations and the entire world" (Pope John XXIII).
- "The Rosary is the compendium of the entire Gospel" (Pope Pius XII).
- "My impression is that the Rosary is of the greatest value not only according to the words of Our Lady at Fátima, but according to the effects of the Rosary one sees throughout history. My impression is that Our Lady wanted to give ordinary people, who might not know how to pray, this simple method of getting closer to God" (Sister Lucia, one of the seers of Fátima).
- St. Louis de Montfort warns us against both the ignorant and scholars who regard the Rosary as something of little importance..."the Rosary is a priceless treasure inspired by God."
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Contra as Seitas parte 2: Duarte-Costa e ICAB
O que É a Igreja Católica Apostólica Brasileira (ICAB)?
A Igreja Católica Apostólica Brasileira não é Católica Romana e não deseja ser. É mais uma seita não católica e por essa razão também não é uma igreja e nem é católica (A Igreja Católica é uma). Esta seita foi erigida por um bispo excomungado, Dom Carlos Duarte Costa (bispo de 1924 até a excomunhão dele no ano 1945), anteriormente o bispo da diocese Católica Botucatu, Brasil. Ele foi excomungado pelo Papa Pio XII por varias razões legitimas. Dom Carlos Duarte Costa se tinha envolvido muito nas atividades sociais e reformas politicais de sua época. Ajudava as forças comunistas no pais e acusava os outros bispos brasileiros (da Igreja Católica Romana) de ser nazistas e fascistas. No ano 1932 ele apoiava a rebelião e Revolução Constitucionalista ao ponto de vender todas as suas haveres e também as haveres da diocese para apoiar economicamente esse movimento. Ele criticou abertamente Rerum Novarum, (Leão XIII contra socialismo), Quadragesimo Anno, e Divini Redemptoris ( Pio XI contra marxismo e comunismo). Ele foi o progenitor ou precursor dos caras da Teologia da Libertação. No ano 1944, quando o cardeal Dom Sebastião Leme da Silveira Cintra faleceu, ele já não tinha proteção no pais. Ele foi acusado formalmente pelo governo brasileiro de ser comunista e foi levado preso em Belo Horizonte. O Brasil deixou ele sair em 1944 após pressão das embaixadas dos Estados Unidos e México. No ano 1945 ele anunciou que ia fundar uma nova igreja católica e que ia abolir o Santo Rosário e confissões, além de permitir os sacerdotes da sua "igreja" casar e ter vidas conjugais, isso depois de declarar que Roma ajudava ao Hitler e os nazistas. Culpou ao vaticano de ser cúmplice do nazifascismo. Após receber as noticias da excomunhão, ele declarou que foi o dia mais feliz da sua vida e se nomeou "bispo de Rio de Janeiro" e foi lá sagrando bispos cismáticos (Salomão Barbosa Ferraz reconciliou com a Igreja e o venezolano Luis Fernando castillo Mendez). Ele morreu no ano 1961 e a "igreja" que ele fundou canonizou-o "São Carlos do Brasil" apenas 9 anos depois em 1970.
A Igreja Católica (a verdadeira, Romana) não tem falado sobre as sagrações da linagem episcopal Duarte Costa e por causa da aceitação de um dos bispos deles que reconciliou com a Igreja Católica Romana, eles pretendem ter ordenes válidas. Por prudencia e por ser uma seita a ICAB, os católicos devemos evitar esses bispos e os bispos que esta linagem produziu.
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| Dom Luis, "patriarca da "igreja" católica apostólica brasileira |
A Igreja Católica Apostólica Brasileira não é Católica Romana e não deseja ser. É mais uma seita não católica e por essa razão também não é uma igreja e nem é católica (A Igreja Católica é uma). Esta seita foi erigida por um bispo excomungado, Dom Carlos Duarte Costa (bispo de 1924 até a excomunhão dele no ano 1945), anteriormente o bispo da diocese Católica Botucatu, Brasil. Ele foi excomungado pelo Papa Pio XII por varias razões legitimas. Dom Carlos Duarte Costa se tinha envolvido muito nas atividades sociais e reformas politicais de sua época. Ajudava as forças comunistas no pais e acusava os outros bispos brasileiros (da Igreja Católica Romana) de ser nazistas e fascistas. No ano 1932 ele apoiava a rebelião e Revolução Constitucionalista ao ponto de vender todas as suas haveres e também as haveres da diocese para apoiar economicamente esse movimento. Ele criticou abertamente Rerum Novarum, (Leão XIII contra socialismo), Quadragesimo Anno, e Divini Redemptoris ( Pio XI contra marxismo e comunismo). Ele foi o progenitor ou precursor dos caras da Teologia da Libertação. No ano 1944, quando o cardeal Dom Sebastião Leme da Silveira Cintra faleceu, ele já não tinha proteção no pais. Ele foi acusado formalmente pelo governo brasileiro de ser comunista e foi levado preso em Belo Horizonte. O Brasil deixou ele sair em 1944 após pressão das embaixadas dos Estados Unidos e México. No ano 1945 ele anunciou que ia fundar uma nova igreja católica e que ia abolir o Santo Rosário e confissões, além de permitir os sacerdotes da sua "igreja" casar e ter vidas conjugais, isso depois de declarar que Roma ajudava ao Hitler e os nazistas. Culpou ao vaticano de ser cúmplice do nazifascismo. Após receber as noticias da excomunhão, ele declarou que foi o dia mais feliz da sua vida e se nomeou "bispo de Rio de Janeiro" e foi lá sagrando bispos cismáticos (Salomão Barbosa Ferraz reconciliou com a Igreja e o venezolano Luis Fernando castillo Mendez). Ele morreu no ano 1961 e a "igreja" que ele fundou canonizou-o "São Carlos do Brasil" apenas 9 anos depois em 1970.
Dom Duarte Costa (esquerda) recebeu sagração pelo bispo Dom Leme da Silveira Cintra (direta), seu protetor.
Validez das ordenações sacerdotais?
O primeiro bispo ser sagrado pelo Dom Duarte Costa reconciliou com a Igreja Católica sob João XXIII em 1958. Ele foi casado antes disso e ainda assim, a Igreja aceitou a sagração dele como válida, nem foi sagrado sob condição, e como um bispo válido participava nas 4 sessões do Segundo Concilio Vaticano ademas sendo nomeado para trabalhar numa das comissões preparatórias pelo Paulo VI. Eles traduziram o rito tridentino da sagração episcopal e usam esse rito tradicional no vernáculo para sagrar seus bispos, algo que nem os modernistas fazem. Outros bispos da linagem Duarte Costa foram para formar outras cismas independentes. Um grupo destes bispos na Inglaterra, Sociedade de Leão XIII, diz contar com 73 bispos e 500 sacerdotes. Sim 73 bispos (!) e pelo menos 20 deles foram sagrados pelo David Bell, e usam o rito tridentino, rito verdadeiramente católico.
"Um vídeo da cerimônia da sagração do Bell está disponível no YouTube. Tanto o site internacional e o site italiano da Sociedade de Papa Leão XIII publicam regularmente fotos do Bell beijando a mão do papa durante uma das audiências da quarta-feira de junho de 2011. Há ainda uma imagem do Bell e um outro bispo da congregação, aparentemente, co-celebrando missa na Praça de São Pedro."
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| O bispo da linagem Duarte Costa, David Bell, com Papa Bento. |
"Papa Miguel" é sagrado bispo na linagem episcopal Duarte-Costa.
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| "Papa Miguel" mora com os pais em Kansas |
Outro caso, que pode ser engraçado se não for pelo fato de ser triste, é o caso de David Bawden. Ele foi ao seminário de Ecône da FSSPX por 3 anos antes de ter sido mandado embora. Nem sendo um sacerdote, ele e a família dele mandarem convites para ter um conclave para escolher um "papa" devido à postura sede vacante que mantarem. Ele e os pais dele e 4 outros leigos decidiram que o melhor candidato foi o David Bawden e eligirem ele "papa". Escolheu o nome "Papa Michael"(Miguel em português). Desde então ele reside na casa da mãe (algo mais vergonhoso na cultura Americana) no estado Kansas nos Estados Unidos. Pretende ter pelo menos 30 seguidores quem o chamam de "Sua Santidade". O bispo Biarnesen da linagem episcopal Duarte Costa eventualmente sagrou "Papa Michael" um bispo na linagem Duarte Costa em 2011.
"Papa Michael" o documentario..."se não me aceitam como papa não são católicos".
CONTRA AS SEITAS
Leia também: Contra as Seitas parte 3: Quem são os feeneyistas?
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Comentarios Eleison numero CDV (405)
Número CDV (405)
18 de abril de 2015
Vacancia Razonada – I
Mons. Williamson
Concilios de la Iglesia pueden desatar a Papas herejes
Para que Cristo los deponga, no sea que la Iglesia toda muera.
Los sacerdotes Dominicos de Avrillé, Francia, nos han hecho a todos nosotros un gran favor al republicar las consideraciones sobre la Sede vacante de Roma escritas hace unos 400 años atrás por un famoso teólogo tomista de España, Juan de Santo Tomás (1589–1644). Siendo un fiel sucesor de Santo Tomás de Aquino, él se beneficia de esa sabiduría más elevada de la Edad Media, cuando los teólogos podían todavía medir a los hombres según Dios en lugar de tener que medir a Dios según los hombres, una tendencia que empezó como una necesidad (si las almas no podían tomar más la penicilina medieval, tenían que tomar una medicina menor) pero que culminó en el Vaticano II. He aquí, muy abreviadas, las ideas principales de Juan de Santo Tomás acerca de la deposición de un Papa:
I ¿Puede un Papa ser depuesto?
Respuesta, sí, porque los Católicos están obligados a separarse de los herejes, después que los herejes han sido advertidos (Tit. III,10). También, un Papa hereje pone a toda la Iglesia en un estado de legítima auto-defensa. Pero, el Papa debe ser primero advertido tan oficialmente como sea posible, en caso de que se retracte. También, su herejía debe ser pública y declarada tan oficialmente como sea posible, para prevenir confusión al por mayor entre los Católicos por estar vinculados a seguir.
II ¿Por quién debe ser él oficialmente declarado un hereje?
Respuesta, no por los Cardenales pues si bien ellos pueden elegir un Papa, ellos no pueden deponerlo, porque es la Iglesia Universal la que está amenazada por un Papa hereje, y entonces solamente la autoridad la más universal posible de la Iglesia puede deponerlo, a saber un Concilio de la Iglesia compuesto por un quórum de todos los Cardenales y Obispos de la Iglesia. Éstos serían convocados no autorizadamente (lo cual el Papa sólo puede hacer), sino entre ellos.
III ¿Por qué autoridad un Concilio de la Iglesia depondría al Papa?
(Aquí está la principal dificultad porque Cristo le da al Papa supremo poder sobre la Iglesia entera, sin excepción, tal como definido por el Vaticano I en 1870. Ya Juan de Santo Tomás dio argumentos de autoridad, razón y Derecho Canónico para probar este supremo poder del Papa. Entonces, ¿cómo puede un Concilio, estando por debajo del Papa, sin embargo deponerlo? Juan de Santo Tomás adopta la solución exhibida por otro famoso teólogo Dominico, Tomás Cayetano (1469–1534). La deposición del Papa por parte de la Iglesia no caería sobre el Papa como Papa sino sobre el vínculo entre el hombre y su Papado. Eso puede parecer hilar finito, pero es lógico.)
Por un lado ni siquiera un Concilio de la Iglesia tiene autoridad sobre el Papa. Por otro lado la Iglesia está obligada a evitar a los herejes y a proteger al rebaño. Por consiguiente, tanto como en un Cónclave los Cardenales son los ministros de Cristo para vincular este hombre al Papado, pero Cristo sólo le da a él su autoridad papal; así el Concilio de la Iglesia sería los ministros de Cristo para desvincular del Papado a este hereje mediante la solemne declaración de ellos, pero Cristo sólo, por su divina autoridad sobre el Papa lo depondría autorizadamente. En otras palabras, el Concilio de la Iglesia estaría deponiendo al Papa no desde encima, autorizadamente, sino desde abajo, sólo ministerialmente. Juan de Santo Tomás confirma esta conclusión con el Derecho Canónico de la Iglesia que en varios lugares establece que sólo Dios puede deponer al Papa, pero que la Iglesia puede pronunciar juicio sobre su herejía de él.
¡Ay!, como los Dominicos de Avrillé señalan, casi todos los Cardenales y Obispos de la Iglesia hoy en día están tan grandemente infectados con modernismo que no hay esperanza humana de un Concilio de la Iglesia viendo bastante claro para condenar el modernismo de los Papas Conciliares. Solamente podemos rezar y esperar a la solución divina, que vendrá en el buen tiempo de Dios. Luego, ¿no es que un Papa está automáticamente depuesto por su mera herejía?
Kyrie eleison.
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