Translate

Mostrando postagens com marcador tradicionalistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tradicionalistas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de maio de 2015

O DIREITO CANÔNICO E O BOM SENSO



Pe. Robert McKenna, O.P.
Setembro 1980




As pessoas, sejam clérigos ou leigos intelectuais, que hoje acusam aos católicos tradicionais de desobediência e de violar as leis da Igreja são como os advogados e os fariseus do Evangelho. Lemos que eles estavam "vigiando" a Cristo para ver se Ele quebraria a lei e curaria o doente em dia de sábado. Para testá-los, Cristo os questiona se seria lícito curar em dia de sábado, mantiveram-se eles então, em um silêncio sepulcral, preparados para condenar-lhe se ele se atrevesse a fazer-lo. 
Nosso Senhor continuou então a realizar a cura milagrosa do homem com hidropisia e depois forçou os Seus inimigos a permanecer em silêncio, mostrando-lhes que eram verdadeiros hipócritas: "Qual de vós terá um burro ou um boi cair num poço, e não vai retirá-lo imediatamente, no dia do sábado?" (Cf. São Lucas XIII, 15)

A lei de Deus, "no terceiro Mandamento", proíbe o trabalho no Dia do Senhor. Mas Cristo fez milagres no Dia do Senhor, assim como nos outros dias. Ele, portanto, era culpado de violar a lei. Este foi o raciocínio dos escribas, fariseus e os advogados, e lembrem-se que eles estavam entre os líderes reconhecidos da Igreja ou instituição religiosa daqueles dias. Então, pelo raciocínio deles, o Filho de Deus era culpado de desobediência diante Deus!

Um total absurdo, não é mesmo? E assim, hoje quase igualmente absurda, se não for igualmente hipócrita, são os prelados, sacerdotes e leigos do estabelecimento entrincheirado que hipocritamente apontam o dedo acusador de desobediência  para nós, os sacerdotes tradicionais.

Qual é então, o "empecilho"? Onde está a falha no raciocínio dos inimigos de Cristo e de seus homólogos de hoje?  É a velha e repetida falácia de não fazer distinções.  No caso em questão, é preciso distinguir entre as palavras da Lei e a finalidade da Lei, ou, se quiserem, entre a "letra" da Lei e o "espírito da Lei", o espírito sendo a mente ou a intenção do legislador.

As leis são feitas para o bem comum. Esta é a sua finalidade e seu propósito. Mas, por serem gerais, as leis por sua natureza não podem prever todas as circunstâncias e acontecimentos possíveis, e às vezes acontece (raramente, mas, no entanto, às vezes) observar e obedecer à letra fria da lei é ir contra o propósito da lei. (Isto é mais frequente  ocorrer e acontecer no caso das leis humanas do que no caso da lei divina.)

Santo Tomás de Aquino, explica esse problema, citando o exemplo de um homem pedindo a seu amigo para que lhe devolvesse a arma que tinha deixado com ele para que guardasse.  A justiça e a lei natural exigem que tudo o que pertence a alguém deve estar em posse de seu proprietário. 
Esta lei existe para o bem comum da sociedade, e se ela não existisse e todos pudessem ter a propriedade de todos, consequentemente, não haveria tal coisa como propriedade.

Mas suponhamos que, diz São Tomás, o homem vem e pede a sua arma em um acesso de raiva, obviamente, com a intenção de matar alguém. Será a pessoa ainda obrigada pela lei? Bem, certamente que sob estas circunstâncias, não!  Na verdade, se neste caso a letra da
lei fosse obedecida e o homem mata sua esposa ou vizinho, o seu amigo que lhe entregou a arma seria cúmplice do crime. O bom senso diz-nos que a lei em questão não deve ser aplicada em tal situação, e que neste caso cumprir a lei seria contra o propósito da mesma, ou seja seria contra o bem comum da sociedade.

Em linguagem teológica isso é chamado epeikeia, mais conhecido como uma palavra grega "equidade" em Português. Isso equivale a não observar a letra de uma lei quando obviamente seria violar o espírito da lei. E note cuidadosamente que dizemos: obviamente, para que ninguém tenha a pretensão de interpretar as leis para atender a si mesmo. A menos que o bom senso nos diga que uma lei não se obriga em um caso particular, então estamos ainda obrigados a ela.

Assim eram os judeus, que seguiam cegamente a letra da lei da guarda do Shabat a ponto de interpretarem que ela proibiria também que se curasse uma pessoa doente. Foi mesmo uma clara demonstração de excesso no cumprimento da letra Lei , no mínimo foi um pecado contra o bom senso. No entanto, estas eram as razões pelas quais eles continuadamente buscavam condenar a Cristo, e por meio delas conseguiram matá-lo. Ele quebrou a letra da Lei, ainda sendo Ele o autor dela.

E assim hoje ocorre o mesmo conosco perante o restante da Igreja.  Nós somos confrontados com a necessidade, com a clara necessidade manifesta do bom senso de romper a letra da lei eclesiástica (Direito Canônico), a fim de preservar, se quiserem, o próprio Direito Canônico e o bem comum da mesma Igreja Católica. O que nunca pensaríamos em fazer em circunstâncias normais: erigindo capelas, ouvindo confissões, realizando casamentos, sem a autorização e jurisdição habitual, quanto a isso não precisamos ter escrúpulos de faze-lo nas circunstâncias mais extraordinárias e atenuantes de hoje.

E quais são essas circunstâncias? As circunstâncias sem precedentes de que o inimigo por dentro tem tomado o controle da Igreja e trabalha incessantemente para destruir o seu culto e as suas tradições. 
Se fosse a intenção da Santa Madre Igreja com formular o Código de Direito Canônico para obrigar os seus sacerdotes e fiéis a cada uma das prescrições, mesmo em tais circunstâncias como estas, então a lei da Igreja se tornaria o seu pior inimigo.  Não seríamos capazes de ter capelas e missas públicas e a administração dos Sacramentos, teríamos que só observar a Igreja Católica sendo destruída. 
Por este motivo, não estamos sujeitos a todas as prescrições específicas do Direito Canônico de hoje. 
Todos os verdadeiros sacerdotes e leigos católicos têm o dever solene diante de Deus de preservar a nossa fé e liturgia intocada, não apenas de modo pessoal e reservado, mas publicamente e de forma organizada. Tal é que a verdadeira Igreja de Deus é, por sua própria natureza, uma sociedade visível, organizada, e o restante Católica deve se esforçar para mantê-lo assim.

Suponhamos que daqui a algum tempo, não haja mais bispos? Consideremos que todos tivessem sido dizimados de repente e a Igreja ficasse sem hierarquia? Será que seriamente devemos pensar que em um evento como esse, sacerdotes tradicionais teriam que parar o seu trabalho ou ser impedidos de expandi-lo, simplesmente porque não houver nenhum bispo para autorizá-los legalmente? Ridículo! 
Bem, se a hierarquia não foi dizimada fisicamente, ao considerarmos os efeitos práticos concluímos que já está dizimada espiritualmente. Praticamente todos os bispos que não são definitivamente hereges são, pelo menos, graves suspeitos de heresia, por causa dos sacrílegos atrozes estando tolerados nas suas dioceses. Como conseqüência, eles têm perdido a sua jurisdição ou possuem uma jurisdição muito duvidosa, o próprio Direito Canônico fornece expressamente  jurisdição para os sacerdotes em tais casos.

Notemos também, nesta questão de obedecer a lei da Igreja, que a nossa aparente violação de algumas leis particulares se faz necessária para que possamos continuar a observar o Direito Canônico integramente, enquanto que os inimigos dentro da Igreja, por sua vez, fraudulentamente se valem desta mesma lei para destruí-la por completo.  O chamado novo Código do Direito Canônico vem sendo preparado já há vários anos, desde o Segundo Concílio Vaticano e, podem ter a certeza, que quando terminarem de prepara-lo, as leis que estarão neste código serão feitas para a " Nova Igreja".

Nosso Senhor, ao defender o espírito dos mandamentos de Deus contra uma "letra" mal interpretada da lei, dizia-lhes aos escribas e fariseus: "O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado".  Para a nova geração de escribas e fariseus que colocam o Direito Canônico contra nós hoje, dizemos: "A Igreja não foi feita para o Direito Canônico, senão o Direito Canônico para a Igreja."

traduzido do Angelus

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Novena à Nossa Senhora de Guadalupe

RosaRosaEsta Novena à Nossa Senhora de Guadalupe rezemos pela paz no mundo como pediu Nossa Senhora de Fátima e especialmente pela restauração da Santa Mãe Igreja nas Américas e a restauração da Tradição!


Começamos com o Confiteor



Confíteor Deo omnipoténti,
beátæ Maríæ semper Vírgini,
beáto Michaéli Archángelo, beáto
Ioánni Baptístæ, sanctis Apóstolis
Petro et Paulo, ómnibus Sanctis,
et tibi, pater: quia peccávi nimis
cogitatióne, verbo et opere: (batese
três vezes no peito) mea culpa,
mea culpa, mea máxima culpa.
Ideo precor beátam Maríam
semper Vírginem, beátum
Michaélem Archángelum, beátum
Ioánnem Baptístam, sanctos
Apóstolos Petrum et Paulum,
omnes Sanctos, et te, pater, oráre
pro me ad Dóminum, Deum
nostrum.

Misereatur mihi omnipotens Deus et dimissis peccatis meis perducat me ad vitam aeternam. Amem

Memorare à Virgem de Guadalupe- espanhol e portugués!!!

Acuérdate, oh misericordiosísima Virgen de Guadalupe, que ninguno de los que han acudido a tu protección, implorando tu asistencia y reclamando tu socorro ha sido abandonado por tí. Animado con esta confianza a tí acudo, Oh Virgen Madre! y aunque gimiendo bajo el peso de mis pecados, me atrevo a comparecer ante tu presencia soberana. No deseches Oh Madre de Dios! mis humildes súplicas, antes bien inclina a ellas tus oídos y dignate atenderlas favorablemente. Amén.

Cinco Ave Marías...in gratitude por las cuatro apariciones a Juan Diego y una a Juan Bernardino.

Lembrai-vos, ó piíssima Virgen de Guadalupe,
que nunca se ouviu dizer
que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção,
implorado a vossa assistência,
e reclamado o vosso socorro,
fosse por Vós desamparado.
Animado eu, pois, com igual confiança,
a Vós, ó Virgem entre todas singular,
como à Mãe recorro, de Vós me valho e,
gemendo sob o peso dos meus pecados,
me prostro a vossos pés.
Não rejeiteis as minhas súplicas,
ó Mãe do Verbo de Deus humanado,
mas dignai-Vos de as ouvir propícia,
e de me alcançar o que vos rogo.
5 ave marias em gratidão para as 4 aparições ao São Juan Diego e uma ao Juan Bernardino

Novena a Nossa Senhora de Guadalupe
Orações para todos os dias:
Posto de joelhos diante de Maria Santíssima, fazer a sinal da Cruz, e dizer o ato de contrição.
Ato de contrição:
Senhor meu Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, criador e Redentor meu, por ser vós quem sois, e porque vos amo sobre todas as coisas, me pesa de todo coração vos haver ofendido.
Proponho emendar-me e confessar-me a seu tempo e ofereço tudo quanto fizer em satisfação de meus pecados, e confio em vossa bondade e misericórdia infinita, que me perdoeis e me dês graça para nunca mais pecar.
Assim o espero por intercessão de minha mãe, nossa Senhora Virgem de Guadalupe. Amém.
Fazer aqui o pedido que se deseja.
Rezar quatro Salves Rainhas em memória das quatro aparições e logo se reza a oração correspondente a cada dia.

Depois da oração do dia rezemos os três terços completando no final com 3 Salve Reginas.
Primeiro Dia
Começar com a oração inicial de todos os dias.
Oh! Santíssima Senhora de Guadalupe!
Essa coroa com que cinges vossa sagrada fronte publica que sois Rainha do Céu e Universo.
Senhora pois como Filha, como Mãe e como Esposa do altíssimo tens absoluto poder e justíssimo direito sobre todas as criaturas.
Sendo isto assim, eu também sou vosso; também pertenço a Vós por mil títulos; mas não me contento com ser vosso por tão alta jurisdição que tens sobre todos; quero ser vosso por outro título, isto é, por eleição de minha vontade quero ser vosso escravo.
Vede que, aqui prostrado diante do trono de vossa Majestade, vos elejo por minha Rainha e minha Senhora e com este motivo quero dobrar o Senhorio e domínio que tens sobre mim; quero depender de Vós e quero que os desígnios que tem de mim a Providência divina, passem por vossas mãos.
Dispõe de mim como vos agrade; os sucessos e lances de minha vida quero que tudo corram por vossa conta.
Confio de vossa benignidade, que tudos o que se endereçaram ao bem de minha alma seja para a honra e glória daquele Senhor que tanto se compadece em todo o mundo. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Segundo Dia
Oh! Santíssima Virgem de Guadalupe! Que bem se conhece que sois Advogada nossa no tribunal de Deus, pois essas lindíssimas mãos que jamais deixam de nos beneficiar, as juntas ante o peito em sinal de quem suplica e rogai, dai-nos com isto a ver que desde o trono de glória como Rainha de anjos e homensfazes também oficio de advogada, rogando e procurando a favor nosso.
Com que afetos de reconhecimento e gratidão poderei pagar tanta fineza, Sendo que não há em todo meu coração suficiente saldo para pagá-lo.
A Vós recorro para que me enriqueças com os dons preciosos de uma caridade ardente e fervorosa, de uma humildade profunda e de uma obediência pronta ao Senhor.
Esforçai vossas súplicas, multiplicai vossos rogos, e não cesses de pedir ao Todo-poderoso que me faça vosso e me conceda ir a dar-vos as graças pelo feliz êxito de vossa intermediação na glória. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória
Terceiro Dia
Oh! Santíssima Virgem Maria de Guadalupe! O que posso crer ao ver-vos cercada dos raios do sol, senão que estás intimamente unida ao Sol da Divindade, que não há em vossa alma nenhuma coisa que não seja luz, que não seja graça e que não seja santidade!
O que posso crer senão que estás unida às divinas perfeições e atributos, e que Deus vos tem sempre em seu coração!
Seja para nosso bem, Senhora tão alta felicidade.
Eu, entre tanto, arrebatado de alegria que isto me causa, me apresento diante do trono de vossa soberania, suplicando que vos dignes enviar um de vossos ardentes raios até meu coração: ilumina com sua luz meu entendimento;
Acende com sua luz minha vontade; fazei que acabe eu de persuadirme de que vivo enganado todo o tempo em que não me empenho em amar a Vós e em amar a meu Deus:
Fazei que acabe de persuadir me de que me engano miseravelmente quando amo alguma coisa que não seja meu Deus e quando não vos amo a Vós por Deus. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Quarto dia
Oh! Santíssima Maria de Guadalupe! Se um anjo do céu tem por honra tão grande estar a vossos pés e que em prova de sua alegria abre os braços e estende as asas para formar com elas um tapete a vossa Majestade, que deverei eu fazer para manifestar minha veneração a vossa pessoa, não seja com a cabeça, nem com os braços, senão meu coração e minha alma para que a santificando com vossos divinos pés se faça trono digno de vossa soberania
Dignai, Senhora de admitir este obsequio; não o desprezeis por indigno a vossa soberania, pois o mérito que lhe falta por minha miséria e pobreza o recompenso com a boa vontade e desejo. Entrai em meu coração e verás que não o movem outras asas senão as do desejo de ser vosso e o temor de ofender a vosso Filho diviníssimo.
Forma trono em meu coração, e já não se envilecerá dando-lhe entrada a culpa e fazendo-se escravo do demônio.
Fazei que não viva senão para Jesus e Maria. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Quinto Dia
Oh! Santíssima Virgem Maria de Guadalupe! Que outro vestido corresponderia a quem é um céu por sua beleza, senão um todo cheio de estrelas Com que podia se adornar uma beleza toda celestial, senão com os brilhos de umas virtudes tão lúcidas e tão resplandecentes como as vossas
Bendita mil vezes a mão daquele Deus que quis unir em vossa beleza tão imensa uma pureza tão realçada, e honra tão brilhante e rica com uma humildade tão apreciável.
Eu caio, Senhora absorto de beleza tão amável, e quisera que meus olhos se fixassem sempre em Vós para que meu coração não se deixasse arrastar em outro afeto que não seja o amor vosso.
Não poderei coNossa Senhoraeguir este desejo se esses resplandecentes astros com que estás adornada não infundirem uma ardente e fervorosa caridade, para que ame de todo coração e com todas as minhas forças a meu Deus, e depois de meu Deus a Vós, como objeto digno de que o amemos todos. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Sexto Dia
Oh! Santíssima Virgem Maria de Guadalupe! Que bem serve a vossa soberania esse tapete que a lua forma a vossos sagrados pés! Brilhaste com invicta rainha sob as vaidades do mundo, e sendo superior a toda a criação jamais padeceste o minguante da mais ligeira imperfeição:
Antes de vosso primeiro instante estiveste cheia de graça. Miserável de mim, Senhora que não sabendo me manter nos propósitos que faço, não tenho estabilidade na virtude e somente sou coNossa Senhoratante em meus viciosos costumes.
Tende piedade de mim, Mãe amorosa e terna; já que sou como a lua em minha incoNossa Senhoratância, seja como a lua que está a vossos pés, isto é, firme sempre em vossa devoção e amor, para não padecer os minguantes da culpa.
Fazei que esteja eu sempre a vossos pés pelo amor e a devoção, e já não temerei os minguantes do pecado mas sim procurarei dar me por completo a minhas obrigações, detestando de coração tudo o que é ofensa a meu Deus. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Sétimo Dia
Oh! Santíssima Virgem Maria de Guadalupe! Nada, nada vejo neste lindíssimo retrato que não me leve a conhecer as altas perfeições de que dotou o Senhor a vossa alma inocentíssima.
Esse lenço grosseiro e desprezado; esse pobre mas feliz traje em que se vê estampada vossa singular beleza, dão claro a conhecer a profundíssima humildade que lhe serviu de alicerce e fundamento a vossa assombrosa santidade.
Não vos desdenhaste de tomar a pobre túnica de João Diego, para que nela estampasse vosso rosto, que é encanto dos anjos, maravilha dos homense admiração de todo o universo.
Pois, como não tenho de esperar eu de vossa benignidade, que a miséria e pobreza de minha alma não sejam embaraço para que estampes nela vossa imagem graciosíssima
Eu vos ofereço as telas de meu coração. Tomai-o, Senhora em vossas mãos e não o deixeis jamais, pois meu desejo é que não se empenhe em outra coisa que em amar a vós e amar a Deus. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Oitavo Dia
Oh! Santíssima Virgem de Guadalupe! Quão Mistériosa e que acertada esteve a mão do Artífice Supremo, bordando vosso vestido com essa orla de ouro finíssimo que lhe serve de guarnição.
Aludia sem dúvida a aquele finíssimo ouro da caridade e amor de Deus com que foram enriquecidas vossas ações.
E quem duvida, Senhora que essa vossa ardente caridade e amor de Deus esteve sempre acompanhada do amor ao próximo e que por estar triunfante na pátria celestial, nunca vos tem esquecido de nós
Abre o seio de vossas piedades a quem é tão miserável; dai-lhe a mão a quem caído vos invoca para se levantar;
Cantarei a glória de haver encontrado em mim uma miséria proporcional, mais que todas, a vossa compaixão e misericórdia. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Nono Dia
Oh! Santíssima Virgem de Guadalupe! Que coisa será impossível para Vós, quando multiplicando os prodígios, nem a pobreza nem a grosseria do traje lhe servem de embaraço para formar tão primoroso vosso retrato, nem a voracidade do tempo em mais de quatro séculos tem sido capaz de destroçar nem borra-lo
Que motivo tão forte é este para alentar minha confiança e suplicarei que abrindo o seio de vossas piedades, de acordo com o amplo poder que vos deu a Divina Onipotência do Senhor, para favorecer aos mortais, vos dignes estampar em minha alma a imagem do Altíssimo que tem borrado minhas culpas!
Não embarace a vossa piedade a grosseria de meus perversos costumes, dignai somente olhar-me, e já com isto alentarei minhas esperanças; porque eu não posso crer que se me olhas não se comovam vossas entranhas sobre o miserável de mim.
Minha única esperança, depois de Jesus, sois Vós Sagrada Virgem Maria. Amém.

Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Open Letter (Carta abierta) to Fr. Joseph Pfeiffer-English/español


Open Letter to Fr. Pfeiffer, English and Spanish


Rev. Father Pfeiffer,
November 13, 2014


I would like to communicate to you in a public correspondence how much I admire your fight for the Faith and Tradition and your resistance to a deal with modernist Rome.  It was only by accident that a couple years ago I stumbled across your you-tube video of May 27th, 2012 during the same week that it was published.  It was this video and the subsequent events of that summer which opened my eyes to the problem, which persists, of the leadership of the SSPX.  Your courage in speaking was especially inspiring to me, and I listened to your sermon several times that week.  

Since that time many things have changed, which are not even necessary for me to describe here.  The principal fact which is now different from that year is that there are now literally dozens of priests who have left the SSPX or have been dismissed due to their disagreement with a compromise to the modernist Roman authorities, the primary of these priests being His Excellency Bishop R. Williamson.  Within recent days there seems to be a disagreement between yourself and at least one or two other resistance priests, so much so that it has been perceived by the faithful and published in the public forum, as well as receiving attention in a recent “question and answers’ session in Canada. (*1) 

Because it seems odd to the faithful that you would remain quiet about this issue, I feel compelled to address it in this letter.  It seems that the true point of disagreement between yourself and other resistance priests is due to your position regarding SSPX Masses.  It seems that you first began to promote your position of "red-lighting" (prohibiting attendance at) all SSPX chapels collectively at least as early as March 10th, 2013 in a sermon where, not specifying if you were being objective or subjective, you stated that all SSPX priests are "guilty" of "wickedness of doctrine" and that it is no longer permitted to the faithful to attend any SSPX Mass because it would be communicatio in sacris with heretics. (Here at minute 46:15- "Every SSPX priest is a modernist" at minute mark 1:00:00 the explanation of communicatio in sacris begins.) The basis for this generalized prohibition of the SSPX Masses was the April 15th, 2012 Doctrinal Declaration of Bishop Fellay, which was later reported by Fr. Morgan in Catholic Family News to have not only been withdrawn but also "renounced". (*2) 

With these brief details which I have laid out thus far, I find myself obliged to ask you in the public forum, as these details have all received a great deal of public attention among traditional Catholics and also due to the confusion and division which have resulted, several questions which I will enumerate so as to elicit a more precise response and clarification that may serve to foster unity among Traditional Catholics if possible. 

1) If Bishop Fellay has publicly renounced the April 15th Doctrinal Declaration, is there some new reason why the faithful are obligated to avoid all SSPX Masses collectively?  Are you still claiming that all SSPX Masses are to be avoided or do you prefer the position which has been deemed more prudent by other resistance priests which calls for caution of SSPX chapels on a case by case basis (yellow-lighting)? 

2) I currently only attend Masses offered by resistance priests but know several priests who are offering Masses in the SSPX chapels and preach very strongly against modern errors, Vatican 2, and the New Mass and have a solid doctrine. If there is certainly the Traditional Faith and Sacraments being offered by individual SSPX priests (and no one doubts this) and the 2012 April 15th Doctrinal Declaration was renounced, does your "red-light" position not conflict with that position of the Society which has always been that where there is solid Catholic doctrine and Traditional Sacraments one may attend Mass? 

3) What is your position towards the numerous other resistance priests who claim that there are many good priests in the SSPX and do not prohibit their faithful from attending SSPX Masses?  Do you also consider these priests as being "guilty" of deceiving the faithful or allowing the faithful to be in communion with heretics?  Do you also prohibit the faithful from attending these other resistance priests' Masses, as would be the logical conclusion?

4) Because of the recent conflict perceived by the faithful between another priest who had recently left the SSPX to help the resistance and yourself, do you not feel that you are possibly jeopardizing the growth of the resistance or even de-motivating other priests from leaving the SSPX and helping the resistance?

5) The biggest concern currently among the faithful regarding yourself, it seems, is that you allow an associate, Pablo, to run your copyrighted Our Lady of Mount Carmel Church 
© website and post calumnies against His Excellency Bishop Williamson and at least one other resistance priest.  Because it is not like your character to remain silent on issues of this type, it raises even more concern.  Do you choose to not denounce Pablo and his slanders against a prince of the Church and other priests because of "human respect"?  Have you chosen to not speak on this matter because you agree with Pablo and share his views at least to some extent? 


Reverend Fr. Pfeiffer, because I respect you and admire you as a priest and also for the sake of clarity, I hope you will respond to these questions that I have outlined, especially those regarding attendance at the Masses of resistance priests who do not "red-light" SSPX Masses and the opinions expressed on your chapel website regarding the good bishop. 

In Christo Rege,
Michael Fuller
Brazil



footnotes

 2  http://www.cfnews.org/page88/files/953ab2028f6e49e8149ffba1c7b51918-119.html

http://brasildogmadafe.blogspot.com.br/2014/11/bishop-fellay-on-doctrinal-declaration.html




Update #1: a resistance priest responds


Dear Michael:

This is to complement what you rightly say in your letter.
About the supposed communicatio in sacris that would be committed by those who attend SSPX Masses, it is unreasonable to say that, you couldn't even say that one would have committed  this transgression actively and formally attending the new Mass.
From the course on canon law in my seminary:

"Communicatio in sacris" with non-Catholics:
             The Church never practices the dogmatic tolerance (ie, theological and religious) for the non-Catholic sects, because that would be nothing more than the indifferentism condemned by the Church [1].
            The "communicatio in sacris" is forbidden (cn 1258.)
-The attendance and active participation "in sacris" or taking part in the functions of non-Catholics, is prohibited in any manner whatsoever (. Cn 1258 § 1), provided that such participation means any approval of the other forms of false worship, produces scandal among Catholics, is dangerous to the Catholic faith involved, and confirms the non-Catholic in its error.
- By "non-Catholic sacred function" any sacred function is to be understood: assemblies, sermons, sacraments, liturgical, religious burials, etc. All of these are prohibited with religious intention, even if the prayers are not in contradiction with Catholic teaching. It is not lawful to hear their preaching, receive their sacraments (baptism gr v: 985 cn, 2nd, marrying a non-Catholic minister speech, hearing mass in a schismatic church, etc....).
- The "passive" assistance is the only physical presence of a Catholic in a non-Catholic religious function, and can be tolerated as long as there is no danger of perversion or scandal (cn 1258 §. 2).
- It is tolerated for serious reasons (if in doubt must be approved by the Bishop), by reason of a civil office or taxed honors (cn 1258 § 2.).
NB: The ban on actively attending the sacred functions of non-Catholics was lifted at the time of Vatican II.

It is a legal monstrosity to extend this crime to other circumstances as described in the law, and the law requires that the sacred function that is attended is "non-Catholic", so attendance at the New Mass may be sin under certain circumstances. It can never be considered a crime or sin of communicatio in sacris, even less so would this be the case with attending a Society Mass.


God bless you.

Quote: "If it is the same principle being applied, why would the same term not apply?"

Response from a priest of thee Resistance who is a lawyer:

Because there is a basic principle of universal penal law (including criminal canon law): "nullum crimen sine lege praevia poenali" (no crime without a pre-existing criminal law). The communicatio in sacris is a sin and a canonical crime. In order for the canonical crime of communicatio in sacris, canon law requires certain specific requirements. One of these requirements is that the rite is "non-Catholic". This requirement is sine qua nonThe Tridentine Mass is not a non-Catholic rite, so one can never commit the crime of communicatio in sacris assisting a true Tridentine Mass.
Another basic principle of universal criminal law is this: "odiosa sunt restringenda" ( the unfavorable must be restricted). The crimes must be interpreted restrictively. According to this elementary principle of law throughout the world, it is prohibited to qualify as crime the actions similar to a crime. The crimes are described accurately by the law. The crime of communicatio in sacris is described in the canon 1258. So Fr. Morgan says "the closest we can find ... case is the case of the so calledCommunicatio in sacris", and he does not say: "this is a case of so called Communicatio in sacris". 

Therefore, it is a serious mistake, a true legal aberration, to qualify as communicatio in sacris the attendance of Tridentine Masses of the SSPX or other Catholic congregations because priests who celebrate are liberal.
Attending Masses of certain SSPX priests can be a sin for certain people in certain circumstances, but it can not be a sin and a crime of communicatio in sacris for anyone.









En español



Una Carta Abierta al Padre Joseph Pfeiffer en español y inglés
Noviembre 13, 2014

Reverendísimo Padre Pfeiffer,

Me gustaría comunicar con usted lo cuanto que yo admiro su lucha para la Fe Católica y Tradición y su resistencia a un acuerdo con la Roma modernista en una correspondencia pública. Fue por casualidad que unos varios años atrás, yo encontré su homilía de you-tube del 27 de mayo, 2012 en la misma semana que fue publicada.  Fue por causa de la misma homilía y los acontecimientos del verano de 2012 que me di cuenta del problema, que aún existe, que se trata con la cúpula de la Fraternidad San Pío X.  El coraje que usted demostró en hablar fue especialmente una inspiración para mí y asistía su sermón varias veces en aquella semana. 

Desde entonces muchas cosas han cambiado, cosas que ni precisan una descripción en esta carta.  El hecho principal que ha cambiado desde entonces es que ahora hay literalmente decenas de sacerdotes quienes salieron de la FSPX o fueron echados fuera debido a su inconformidad con la traición de la Fraternidad a las autoridades Romanas, principalmente entre ellos es el Monseñor R. Williamson. Más recientemente, parece que hay un desacuerdo entre usted y, por lo menos, uno o dos otros de estos mismos sacerdotes de la resistencia, tanto así que fue percibido por los feligreses y publicado en foros públicos, como también recibió atención en una charla de “preguntas y respuestas” en Canadá. *

Porque nos parece extraño que usted padre aguarda silencio sobre estos asuntos, me siento obligado abordarlo en esta carta.  Es la verdad que aparece que el punto del desacuerdo entre usted y los otros sacerdotes de la resistencia es debido a su posición de dar la “luz roja” a (prohibir la asistencia de) las misas en total de las capillas de la Fraternidad.  Esta opinión, si no me engaño, fue expresada explícitamente por la primera vez por usted en un sermón, sin explicar si hablaba objetivamente o subjetivamente, diciendo que todos los sacerdotes de la Fraternidad son “culpables” de la “maldad de la doctrina” y que ya no se permite asistir ninguna misa de la Fraternidad porque sería comunicatio in sacris con herejes.  Usted dijo que la base para esta prohibición generalizada de las misas de la FSPX fue la Declaración Doctrinal del 15 de Abril del obispo Fellay. Después, esta misma declaración fue no solamente retirada pero también denunciada como nos comunicó el P. Morgan en el periódico Catholic Family News. *

Considerando estos breves detalles, me encuentro obligado a hacerle unas preguntas públicamente, como estos detalles ya han recibido mucha atención pública entre católicos tradicionales y también debido a la división y confusión que han resultadoVoy a enumerar estas preguntas aquí para poder obtener una respuesta precisa y clara que servirá, si fuera posible, para promover la unidad entre los católicos tradicionales.

1) Si el monseñor Fellay ya ha denunciado su Declaración Doctrinal del 15 de Abril, será que hay una nueva razón por obligar a los fieles a evitar todas las misas de la FSPX? Usted aún pretende que todas las misas de la FSPX deben ser evitadas o ¿será que usted ahora prefiere a la posición determinada más prudente por los otros sacerdotes de la resistencia de usar precaución (dar la luz amarilla) y evaluar las capillas caso por caso tratándose con si hay doctrina buena o no?

2) Actualmente yo solo asisto misas ofrecidas por los curas de la resistencia pero yo conozco varios sacerdotes de la FSPX que predican fuertemente contra los errores modernos, el Segundo Concilio Vaticano, la nueva misa y que también dan la buena doctrina Católica.  Si ciertamente hay la Fe y los sacramentos tradicionales ofrecidos por sacerdotes individuales de la FSPX (y no existe duda sobre este asunto), y que también la Declaración Doctrinal del 15 de Abril fue denunciada por la cúpula, ¿será que su posición de la “luz roja” está reñida con la posición que la Fraternidad siempre ha tenido con respeto a la asistencia de las misas donde hay sacramentos tradicionales y la buena doctrina Católica?

3) ¿Cuál es su posición sobre los numerosos otros sacerdotes de la resistencia que pretenden que todavía hay buenos sacerdotes dentro de la FSPX y que no prohíben los fieles de asistir las misas de los sacerdotes de la FSPX?  ¿Usted también considera que estos sacerdotes son “culpables” de engañar a los fieles por permitir ellos estar en comunión con herejes como sería una conclusión lógica de su posición?

4) Considerando el conflicto recientemente percibido por los fieles entre usted y un otro sacerdote de la resistencia que ha salido de la FSPX para ayudar a la resistencia, ¿Será que usted no se siente como si esté comprometiendo el crecimiento de la resistencia o desmotivando otros sacerdotes de dejar la FSPX y ayudar a la resistencia.

5) La preocupación actualmente más grande entre los feligreses por lo que se refiere a usted, me parece, es que usted permite que un asociado, Pablo, maneje su sitio sujeto a copyright, Our Lady of Mount Carmel Church ©, y subir comentarios calumniando Su Excelencia Monseñor Williamson y por lo menos un otro sacerdote.  Porque esto no es normalmente lo que observamos, que usted queda silencioso en asuntos así, existen más preocupaciones. ¿Usted escoge no denunciar al Pablo y sus calumnias por el “respeto humano? ¿O será que ha escogido no hablar sobre este tema porque la verdad es que está de acuerdo con el Pablo y también comparte su perspectiva hasta cierto punto?

Reverendo Padre Pfeiffer, porque yo lo respecto y lo admiro como un sacerdote y también por el bien de la claridad, espero que responda a estas preguntas que yo he enumerado aquí y especialmente las que se tratan de la asistencia de las misas de los sacerdotes que no dan la “luz roja” a todas las misas de la FSPX y también las opiniones expresadas en su sitio oficial de la capilla en cuanto al buen obispo.

In Christo Rege,

Michael Fuller
Brazil






notas


2   http://www.cfnews.org/page88/files/953ab2028f6e49e8149ffba1c7b51918-119.html 
http://brasildogmadafe.blogspot.com.br/2014/11/bishop-fellay-on-doctrinal-declaration.html




Actualización #1: Un padre de la resistencia responde

Estimado Michael:

Esto es para complementar lo que usted bien dice en su carta.
Sobre la supuesta communicatio in sacris que cometerían los que asisten a las misas de la FSSPX, es descabellado afirmar eso, pues ni siquiera se afirma que se cometa ese delito-pecado asistiendo activa y formalmente a la misa nueva.
Del curso de derecho canónico de mi seminario:

“Communicatio in sacris” con los acatólicos:
            La Iglesia nunca practico la tolerancia dogmática (es decir, teológica y religiosa) respecto a las sectas acatólicas, porque eso no sería otra cosa que el indiferentismo condenado por la misma Iglesia[1]
           Se encuentra prohibida la “communicatio in sacris” (cn. 1258):
-        La asistencia o participación activa “in sacris” o tomar parte en las funciones de los acatólicos, está prohibida de cualquier modo que sea (cn. 1258 § 1), porque tal participación significa siempre alguna aprobación del culto ajeno, produce escándalo entre los católicos, es peligroso para la fe del católico que participa, y confirma al acatólico en su error.
-        Por “función sagrada acatólica” se entiende toda función sagrada: asambleas, sermones, sacramentos, acciones litúrgicas, sepulturas religiosas, etc. En todas ellas está prohibido tener parte con intención religiosa, aún si sus oraciones no estuvieran en contradicción con la doctrina católica. No es lícito oír sus predicaciones, recibir de ellos los sacramentos (v. gr. el bautismo: cn. 985, 2º; el matrimonio con intervención de un pastor acatólico, oír misa en un templo cismático, etc.).
-        La asistencia “pasiva” es la sola presencia material de un católico en una función sagrada acatólica, y se puede tolerar con tal que no exista peligro de perversión ni de escándalo (cn. 1258 § 2).
-        Se tolera por graves razones (en caso de duda debe ser aprobada por el Obispo), por razón de un cargo civil o para tributar honores (cn. 1258 § 2).
N. B.: La prohibición de asistir activamente a las funciones sagradas de acatólicos fue levantada en tiempos del Concilio Vaticano II.

Es una monstruosidad jurídica extender este delito a otras circunstancias que las descritas en la ley, y la ley exige que la función sagrada a la que se asiste sea "acatólica", por eso la asistencia a la misa del NOM, pudiendo ser pecado bajo determinados supuestos, nunca puede ser delito o pecado de communicatio in sacris. Menos, entonces, la asistencia a alguna misa de la Fraternidad.

Dios lo bendiga.


Respuesta de un sacerdote de la resistencia que es abogado:

Porque hay un principio básico en el derecho penal universal (incluyendo el derecho canónico criminal):"Nullum crimen sine praevia lege poenali" (no crime without a pre-existing penal law). La communicatio in sacris es un pecado que además es un delito canónico. Para que exista el delito canónico de communio in sacris, la ley canónica exige ciertos requisitos precisos. Uno de estos requisitos es que el rito sea "acatólico". Este requisito es sine qua non. La misa tridentina no es un rito acatólico. Entonces, nunca se puede cometer el delito de communio in sacris asistiendo a una verdadera misa tridentina.

Hay otro principio básico en el derecho penal universal:"odiosa sunt restringenda" (lo desfavorable debe ser restringido). The crimes must be interpreted restrictively. Según este principio elemental del derecho en todo el mundo, está prohibido calificar de delitos las acciones similares a los delitos. Los delitos están descritos con precisión en la ley. La communicatio in sacris está descrita en al canon 1258. Por eso Fr. Morgan dice "the closest case we can find... is the case of the so called Communicatio in sacris", and he does not say: "this is a case of so called Communicatio in sacris".

Por lo tanto,  es un error grave, una verdadera aberración jurídica, calificar de communicatio in sacris la asistencia a misas tridentinas de la SSPX o de otras congregaciones católicas porque los sacerdotes que las celebran son liberales. 
Asistir a las misas de determinados sacerdotes de la SSPX puede ser pecado para ciertas personas en ciertas circunstancias, pero para nadie puede ser un pecado y delito de communicatio in sacris.