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quinta-feira, 24 de julho de 2014

TradiçãoemfococomRoma chama ao São Pio X ¨bobo¨.

Sionismo no site Tradição em foco com Roma.



(As duas listras azules horizontais na bandeira do "Israel" significam a terra entre os rios Nilo e Eufrates, de qual eles não vão deixar de matar até que pertence a eles.)

O blog conciliar e  neo-modernista ¨Tradição em fococom Roma¨ acaba de afirmar que eles apóiam os sionistas de "Israel" que estão violando cada ano mais o acordo depois da Guerra Mundial e roubando as terras dos palestinos por em quanto que cometem crimes atrozes como matar sistematicamente crianças e mulheres inocentes, queimando igrejas católicas com 1800 anos (como podem ler aqui em inglês, http://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2014/07/20/ISIS-burns-1-800-year-old-church-in-Mosul.html) e todo com o apoio do governo maçônico, pro-aborto mundial, agenda pro homossexual nas nações, dos Estados Unidos. 

Sem prover nenhuma evidencia intelectual, eles afirmam que são "ingênuos e bobos que caem nessa lorota."  E qual seria essa lorota? A lorota de "propaganda política anti-Israel..." 

Tenho que perguntar se eles sabem que um dos pioneiros do movimento sionista encontrou com Sua Santidade São Pio X o dia 25 de Janeiro de 1904 no Vaticano? O sionista, Theodor Herzl, foi ao Vaticano para pedir apoio dos católicos em estabelecer a entidade sionista assim chamada erroneamente "Israel". Isto é o que São Pio X falou sobre a possibilidade dos católicos para reconhecer a entidade sionista:

"Nos não poderemos impedir aos judeus de irem a Jerusalem, porem jamais poderemos incentivá-los. O solo de Jerusalem não foi sempre sagrado, até ser santificado pela vida de Jesus. Os judeus não reconheceram o Nosso Senhor, e nós não poderemos reconhecer ao povo judeu. Non possumus." 

Os Judeus afirmam que o Santo Padre tambem falou que se eles chegam à Terra Santa também ficariam  igrejas católicas esperando para batizar-os. [1] Esse dia, o 25 de Janeiro é a festa da Igreja da conversão de São Paolo de Judaísmo e a declaração da Igreja como o povo Israel. É certo que nos somos Israel. Os católicos estaríamos negando dogma católico dizendo alguma coisa menos que isso. "Por que a circunsão e a incircunsão de nada valem, mas sim a nova criatura. A todos que seguirem esta regra, a paz e a misericórdia, assim como ao Israel de Deus."[2] É obvio que os judeus não observam esta regra e não são o Israel de Deus. Negar isto é heresia. Igual de alarmante é que eles declaram que é "bobo" cair na "propaganda política anti-Israel. Então segundo eles São Paolo e São Pio X são bobos!

                                          O sionista maçom, Theodor Herzl

Até o catecismo dos modernistas também nos afirma que a Igreja Católica é verdadeiramente o Israel. "De fato, desde o principio do seu ministério, o senhor Jesus instituiu os Doze<< gérmenes do novo Israel e ao mesmo tempo origem da hierarquia sagrada>>...." [3] Então segundo sua propria religião conciliar, eles mesmos são hereges por aceitar que a entidade sionista é Israel.

Eu agradeço a honestidade em declarar que eles apóiam "Israel". Eles que "dizem ser judeus" e como Nosso Senhor nos ensina são a "sinagoga de satanás". Escolheram a "sinagoga de Satanas" eles de "Tradição em foco com Roma" e esculpiram nos rostos dos grande santos e papas da Igreja dizendo-os "bobos" e "ingênuos".


Por que escolhem Israhell.



Uma das razoes mais que nos, que somos Israel, não podemos apoiar a entidade sionista é por que está praticando agressivamente imperialismo na colônia e ninguém o esta negando. Eles recebem apoio dos países (também imperialistas) onde esta criminalizado ter duvida da existência, já refutada, das câmaras de gás, mas não é proibido blasfemar e espalhar mentiras contra o Cristo. Essencialmente isso quer dizer que estes países já são estados judeus, teocracia do Holocausto, onde só se respeita a religião dos judeus e nega tudo do goiam [não judeu]. Imperialismo foi condenado com anathemas pelo Santo Padre Pio XI em Quadragesimo Anno e não pode estar aprovado pelos católicos igual que um estado Talmudista na Terra Santa mas eu não acho que o senhor David nem os outros do blog sabem isso. Nem parecem estar entendendo as situações de que lamentam. Dizem que por isso os comunistas apoiam os palestinos, esquecendo que comunismo foi lançado pelos judeus sionistas, e que recentemente o Ministério socialista de França proibiu apoio publico dos palestinos. [4]

Mas o artigo  deles em "Tradição em foco com Roma" não esta em foco com São Pio X nem a Igreja Católica. Esta apoiando a nova ordem mundial e o anticristo que será aceitado pelos sionistas como o messias e o rei da entidade sionista assim chamada erroneamente Israel. 
                                  Judeus que não concordam com ¨Israel¨.


Oremus et pro perfidis Judæis: ut Deus et Dominus noster auferat velamen de cordibus eorum; ut et ipsi agnoscant Jesum Christum, Dominum nostrum. Omnipotens sempiterne Deus, qui etiam judaicam perfidiam a tua misericordia non repellis: exaudi preces nostras, quas pro illius populi obcæcatione deferimus; ut, agnita veritatis tuæ luce, quæ Christus est, a suis tenebris eruantur. Per eundem Dominum nostrum Jesum Christum Filium tuum, qui tecum vivit et regnat in unitate Spiritus Sancti, Deus: per omnia sæcula sæculorum. Amen. (Roman Missal, 1920, ed. tipica, pp. 221-222)


notas


[2]Catecismo da Igreja Catolica, numero 877

[3] Galatas 6:15-16

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Carta Aberta ao Dom Rifan

Gostaria apresentar a tradução de uma carta que foi espalhada nos estados unidos pelo periódico tradicional "the Remnant". Um pouco sobre o Remnant, foi estabelecido como um periódico católico depois do dono, Michael Matt Sr, saiu da companhia "the Wanderer" depois do Concílio por não aceitar as reformas maçônicas na Igreja. Michael Matt apoiou o Mons. Lefebvre e ajudou estabelecer a Tradição de novo no estado do Minnesota nos estados unidos. O mesmo filho de Michael Matt, agora o dono, foi confirmado pelo Mons. Lefebvre mesmo. A pesar disso ele agora assista missa numa capela de diocese que oferece a Missa tradicional  perto da capela onde eu foi confirmado pelo Mons. Tissier de Mallerais da FSSPX. Ainda assim que o Michael Matt Jr. assista as missas do Indult e agora Motu Proprio, ele presta muito apoio à Fraternidade no seu periódico. O periódico está conhecido nos estados unidos como uns dos pioneiros do movimento Traditionalista. Eu mesmo não concordo com tudo que diz o periódico mas eu acho que sim faz um serviço para a Santa Igreja.

Antes de introduzir a tradução da carta quero citar algo que nos comunicaram os padres de Campos um pouco depois da reconciliação deles sobre as missas tradicionais dos dioceses dos Estados Unidos. No documento [em espanhol] 48 repostas e aclarações na biblioteca deste blog o número 22 do mesmo documento eles nos dizem isso:

"Así también Mons. Bernard Fellay, en conferencia en Campos en noviembre de 2000, relató a nuestros fieles, con alegría, que la Misa tradicional es celebrada en cerca de cien diócesis de los Estados Unidos. "Misas del indulto", en su gran mayoría, promovidas por otros grupos tradicionales diferentes de la Fraternidad San Pío X."

Então, Dom Fellay chegou e deu uma conferencia em Campos com os fieis dos padres de Campos e falou que em quase cem dioceses dos estados unidos tem a missa tradicional. Se isso deu os padres um motivo para procurar a reconciliação seria muito bom que eles sabem o que os paroquianos dos dioceses dos estados unidos que assistem a missa de São Pio V pensam sobre seu bispo.


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Carta Aberta Ao Bispo Rifan (2007)
De Christopher Ferrara e Michael Matt




Vossa Excelência,

O dia 4 de abril de 2006 o site do anglequeen.org postou uma "entrevista exclusiva" com Vossa Excelência, onde entre outras declarações perplexas e alarmantes, apresentou o que o senhor chamou "os 7 pecados principais dos tradicionalistas". O senhor descreve estes "pecados principais" como  "tentações e perigos, onde [tradicionalistas] podem cair, e às vezes sim caem." Segundo Vossa Excelência os pecados principais dos tradicionalistas são os seguintes:

1) Orgulho -. Sentindo como se temos algum conhecimento exclusivo e pessoal da verdade, idéia de culto que somos os únicos católicos, protetores da Igreja (sic).

2. Uma falta sistematicamente de caridade. "Vejam como eles se odeiam" Isso é o contrário do que os pagãos disse sobre os primeiros cristãos. A arte de mudar de amigos em inimigos. O espírito de divisão.

. 3 Julgamento trivial - Espírito de suspeita. Teoria da conspiração.

. 4 Escândalo fautor - Criticismo como um sistema. Ministério da crítica.

. 5 Espírito de disputa - desobediência sistemática. Independência da hierarquia e Magistério da Igreja.

. 6 Espírito de grupo culto - "não há salvação fora de nós."

. 7 Pessimismo - contra toda a esperança cristã (In spe gaudentes). Até certo ponto, a satisfação com a anormalidade de sua situação - e com os erros por parte humana da Igreja - como (sic) se isso poderia justificar a própria posição.


Católicos Romanos tradicionalistas que sabem da liderança de Vossa Excelência para resistir ao ataque modernista na diocese de Campos, Brasil, como um padre na década de 1980 ficam surpreendidos, para dizer o mínimo, para ver uma lista desse tipo de "pecados" de tradicionalistas que vem do senhor. Quanto aos "pecados" que o senhor enumera, são precisamente esses erros que os modernistas em Campos atribuía a si mesmo e seus irmãos tradicionalistas, incluindo o grande Bispo Antonio de Castro Mayer, no momento em que estavam lutando sua imposição da Missa Nova e questionando as novidades teológicas geradas pelo Concílio Vaticano II. Ou seja, esses "pecados" não são pecados em tudo, mas sim caracterizações injustas do movimento tradicionalista por seus críticos modernistas.

Uma pessoa pode ser autorizada a disputar a sabedoria de Vossa Excelência enumerando publicamente no Internet "os sete pecados principais dos tradicionalistas", muitos dos quais, por conta das ações corajosas de Vossa Excelência em Campos, consideram-lo como um dos líderes de um movimento contra-revolucionário contra a revolução modernista na Igreja. Considere-se, Vossa Excelência, a analogia de um general que discute a fragilidade percebida, defeitos e falhas dos seus próprios soldados em comunicados publicados sendo lidos pelo exército inimigo. Dizer que um tal general seria imprudente é o mínimo. Suas tropas humilhadas e desmoralizadas poderiam ser perdoadas por pensar como um general a ser, de fato, um traidor da causa.


Esperamos que Vossa Excelência vai perceber que tal impressão só poderia ser confirmada pelo fato de que, enquanto o senhor aproveitou a ocasião de sua entrevista exclusiva para enumerar os sete pecados principais dos tradicionalistas, que atribuiu sem pecados principais nenhum para as autoridades eclesiásticas em todos os níveis que presidiaram a destruição da liturgia da Igreja, a ruína de sua disciplina, a corrupção da sua doutrina e da desgraça de seu próprio nome desde o Concílio. Se tivesse Vossa Excelência dado ao trabalho de enumerar os pecados principais das autoridades, que obviamente incluiriam a prática comum ou a proteção de sodomia, sua "entrevista exclusiva" não teria possibilidade de outra tema, e teria que ser apresentado em várias partes.

Mas, em vez Vossa Excelência fez apenas uma vaga referência aos padres "progressistas", que "são culpados da falta do [sic] sagrado e da dessacralização generalizada na Igreja," como se a crise da Igreja havia sido causada por alguns renegados paroquiais em vez de os atos desastrosos e omissões dos próprios líderes da Igreja, incluindo os mesmos papas conciliares e pos-conciliares.

No entanto, uma vez que Vossa Excelência teve a oportunidade pelo bem público para anunciar os sete pecados principais dos tradicionalistas, nos permite oferecer estes comentários públicos sobre a sua acusação contra o movimento tradicionalista. Somos movidos a fazê-lo por nossa convicção de que a entrevista integral de Vossa Excelência não só tinha difamado injustamente o movimento do qual você faz parte, mas também posta em dúvida (se destina ou não) a razão para a existência do movimento.

Uma olhada sobre "Os Sete Pecados Principais dos Tradicionalistas"

Apenas os primeiros três "pecados principais" são terminologicamente reconhecível como  pecados. Vossa Excelência enumera o orgulho, falta de caridade e juízo temerário, ao contrário dos outros quatro, que são exatamente o tipo de pejorativos pseudo-psicológicos empregados por modernistas para descrever qualquer católico que se opõe à debacle eclesial os modernistas chamam de renovação. Como desanimador é ver Vossa Excelência adotar essas mesmas pejorativos.

Não pode haver dúvida de que os pecados "clássicos" de orgulho, falta de caridade e de juízo temerário tentam tradicionalistas não menos que outros na Igreja, mas eles não são os "pecados principais" de apenas tradicionalistas. Vossa Excelência, o que dizer dos membros da hierarquia que são culpados do que o senhor se chama de "falta do sagrado e da dessacralização generalizada na Igreja" (que, por alguma razão, o senhor não descreve como um pecado principal). Será que não há pecado do orgulho envolvido na destruição do sagrado, para não mencionar os pecados de sacrilégio e blasfêmia, que ofendem a Deus diretamente? Será que não há falta de caridade por parte daqueles que privaram praticamente toda a Igreja do patrimônio espiritual que pertence por direito a todos os católicos? O senhor não viu juízo temerário por parte dos muitos "progressistas" que caluniam tradicionalistas como "desobedientes" e "cismáticos" por nenhuma outra razão do que sua justa recusa em cooperar na dessacralização generalizada da Igreja? Na verdade, Excelência, que o julgamento poderia ser precipitado, e mais sem sentido, que o julgamento de que aqueles que se opõem a dessacralização da Igreja não estão em comunhão com a Igreja?

Sob os títulos dos quatro outros "pecados principais" que Vossa Excelência atribui aos tradicionalistas, você lista:

· Crítica como um sistema. Ministério da crítica.

· Desobediência sistemática.  Orientação de independência da hierarquia e Magistério da Igreja.

· "Não há salvação fora de nós."


· Satisfação com a anormalidade de sua situação e com erros por parte humana da Igreja.

Rifan Atende Sua Santidade o Papa João Paulo II



O que de seus próprios atos, Excelência?

Aqui nós sugerimos respeitosamente que Vossa Excelência considere quem o senhor é, e de onde o senhor veio. O senhor é o bispo de um grupo de católicos tradicionalistas na Diocese de Campos, que há mais de 30 anos se recusou a aceitar a nova missa ou qualquer uma das outras inovações sem precedentes na Igreja desde o Concílio Vaticano II e que se retirou da estrutura diocesana, em vez de ser forçado a mudar sua prática da fé perene. O senhor é um bispo só por causa do fato de que a resistência, na que colocou o senhor na posição de ser escolhido para suceder o bispo doente Rangel como líder da comunidade tradicionalista de Campos.

Em seu trabalho marco "A Boca do Leão", o Dr. David Allen White relata muitos dos detalhes do envolvimento de Sua Excelência na resistência tradicionalista da revolução pós-conciliar em Campos. Não havia nenhum mais feroz em sua resistência do que Padre Fernando Áreas Rifan:

· Em 1986, o senhor resistiu publicamente a ordem do Bispo Navarro para deixar a sua paróquia em uma época em que o senhor era o último pároco na Diocese de Campos continuando a oferecer a Missa tradicional em Latim.

· Em 25 de julho daquele ano, que enviou o Bispo "treze cartas, documentos de posição e encíclicas papais dos pontificados de Pio IX, Gregório XVI, Leão XIII, Papas São Pio X, Pio XI e Pio XII", preguntando o Bispo na sua nota pessoal como esses ensinamentos da Igreja poderia ser conciliada com os documentos do Vaticano II.

· No mesmo pacote para Bispo Navarro o senhor incluiu "uma parte da Summa Theologicae ... que lida com a questão da obediência" - isto é, o que justifica a sua recusa em obedecer diretrizes injustas do Bispo a deixar de oferecer a missa tradicional e deixar a sua paróquia.

· Quatro de seus próprios paroquianos-Gerson Ribeiro Gomes, Geraldo Damião de Azevedo, Amaro Fidelis da Cruz e Jonas Moura-, foram barrados na porta de sua igreja para que o Vigário Episcopal Navarro e seu advogado diocesano não poderiam entrar para apresentá-lo com o decreto ordenando o seu remoção.

· O senhor travou uma batalha judicial contra o bispo Navarro quando ele arrastou-lo em tribunal civil para aproveitar sua paróquia, como tinha feito com a paróquia de qualquer outro padre, que resistiu a imposição da Missa Nova, contra a vontade do clero e leigos de Campos .

· Quando o senhor perdeu o processo civil, que se mudou toda a sua congregação a uma capela que construiu na terra que já havia comprado. Junto com os outros sacerdotes de Campos, que tinham feito o mesmo em suas próprias capelas, o senhor perseverou na prestação de seus paroquianos com a fé católica tradicional em desafio direto do Bispo Navarro.


Vossa Excelência, certamente o senhor se lembra o que o senhor disse sobre Bishop Navarro e seus colaboradores no seu último sermão antes de desocupar a igreja da qual o Bispo tinha usado os tribunais para expulsar o senhor e seus paroquianos:

"Hoje, não estamos abandonando nossa luta; estamos sendo expulsos por uma decisão judicial e estamos transferindo para uma "paróquia no exílio" .... Os responsáveis pela implantação do progressismo nesta igreja serão os mesmos que profanarão este templo por uma falta de respeito, pela presença de roupas indecentes, pela nova Missa eles podem introduzir progressismo pela força a esta igreja, mas mais tarde eles vão responder a Deus, na hora do julgamento em .... O nosso trabalho vai continuar, com toda a sua ajuda, nas favelas. Este é um dia histórico, e não vamos deixar em derrota. Um dia todos nós vamos dar conta e vamos saber no céu que nós somos os vencedores."

Mas, tendo sido nomeado bispo, depois de tantos anos de resistência ao Modernismo, Vossa Excelência agora fala dos pecados principais dos tradicionalistas. Só podemos perguntar a Vossa Excelência a questão sua própria acusação provoca: Quando o senhor disse e fez muitas coisas corajosas narrados na Boca do Leão, o senhor cometeu algum desses "pecados principais" a si mesmo? Em particular:

Era orgulhoso de o senhor ter enviado documentos teológicos ao Bispo Navarro e pedir-lhe para explicar como o ensinamento passado da Igreja poderia ser conciliada com as novidades atuais?

Quando o senhor se juntou com os seus colegas padres de Campos em criticar a nova Missa, o novo ecumenismo ea nova liberdade religiosa, o senhor foi culpado de que agora chama "crítica como um sistema" ou um "ministério de crítica"?

O senhor cometeu juízo temerário quando o senhor disse em seu último sermão na paróquia que o bispo e seus colaboradores seria profanado a sua igreja com a Missa Nova e tudo o que se passa com ele, e que eles teriam que responder a Deus na hora do juízo ?

O senhor era culpado de "desobediência sistemática" e "independência em relação a hierarquia eo Magistério da Igreja" quando se recusou a desocupar sua paróquia, lutou contra o bispo em tribunal civil por posse dela, e depois construiu uma capela independente para manter a fé tradicional vivo em Campos ?

Quando o senhor estabeleceu sua capela independente e continuou a falar contra a "nova orientação" da Igreja, que o senhor estava sendo "satisfeito com uma situação anormal" e "erros pela parte humana da Igreja"?

Na criação de uma capela para além da estrutura diocesana o senhor estava declarando: "não há salvação fora de nós"?

Os tradicionalistas de todo o mundo que admiravam os principios de oposição de Pe. Rifan à "auto-demolição" da Igreja acreditam que a resposta para todas essas perguntas é, sem dúvida, ´não´. Com efeito, dado que Vossa Excelência sabia sobre os males que afligem a Igreja no rescaldo do Conselho, que o senhor pode muito bem ter tido pecado se não agiu como o senhor fez. Pois como poderia um não pecar por recusar-se a resistir ao que se sabe ser "a dessacralização generalizada da Igreja"?

Uma acusação Irônica
No entanto, agora Vossa Excelência acusa tradicionalistas de ser "satisfeitos" com a "anormalidade" da sua situação e com "erros por parte humana da Igreja." Mas como a situação de tradicionalistas que tomaram medidas para escapar da dessacralização generalizada do Igreja assim como o senhor fez-se considerar "anormal"? Não é, ao contrário, a Igreja geralmente dessacralizada que representa uma situação anormal? Não são aqueles que participaram nesta dessacralização, portanto, aqueles que estão satisfeitos com a anormalidade de sua situação? Não são essas mesmas pessoas satisfeitas, bem-eminentemente satisfeitas, com os "erros por parte humana da Igreja" muito que provocaram dessacralização da Igreja?

O senhor diz agora que os tradicionalistas caíram no pecado de acreditar que "não há salvação fora de nós." É isso que o seu rebanho em Campos acredita? É o que os tradicionalistas que frequentam capelas que oferecem a Missa tradicional do Indulto, ou capelas da Fraternidade de São Pedro acreditam isso? Será que a Fraternidade São Pio X nunca disse tal coisa sobre si mesma? Pode Vossa Excelência citar apenas um tradicionalista respeitável ou publicação tradicionalista para a proposição "não há salvação fora de nós"? Quem exatamente é culpado desse "pecado principal dos tradicionalistas", que o senhor atribui como uma tendência do movimento tradicionalista em geral?

O senhor fala agora de "desobediência sistemática" e "independência em relação a hierarquia eo Magistério da Igreja ..." por parte dos outros do que a si mesmo tradicionalistas. A desobediência ao que e para quem, Excelência? Como Vossa Excelência sabe, e como o próprio Vaticano agora parece preparado oficialmente para anunciar ao mundo, a missa tradicional nunca foi proibido. "O ecumenismo" e "diálogo" nunca foram impostas sobre nós, como funções por qualquer lei da Igreja. Na verdade, não é uma das novidades dos últimos quarenta anos nunca foi exigido dos fiéis como uma obrigação da Fé. Nem tem a maioria de nós, ao contrário de si mesmo, foi colocado na posição de ter que resistir a uma ordem direta episcopal a abandonar a Missa tradicional.

Como é, então, que Vossa Excelência agora percebe pecados principais nos tradicionalistas cujas ações são mansas, mesmo tímida, em comparação com suas mesmas como um sacerdote em Campos?

Esperamos que nos perdoe por dizer a Vossa Excelência que é, sem dúvida, na mente de muitos após sua entrevista: Parece que o homem que fala a nós agora, que dá "entrevistas exclusivas", anunciando os pecados principais dos tradicionalistas, não é o mesmo homem que desafiou os comandos maldosas de um bispo modernista determinado de erradicar a liturgia católica tradicional e a fé que o rodeia.

"Eu acho que demonstrar que a co-existência é possível é um ponto útil
  tanto para os progressistas e para os tradicionalistas ". .....Bispo Rifan



"Unidade" e "Co-existência", com o Modernismo?

Agora, em vez disso, Vossa Excelência fala de "co-existir com a diocese local - a unidade na diversidade", e diz que a manifestação desta "co-existência" é "um ponto útil tantos para os progressistas que para os tradicionalistas." Mas como pode haver unidade de qualquer espécie entre os progressistas, a quem o senhor admite são culpados de dessacralização da Igreja, e tradicionalistas, que estão tentando re-sacralizar ela? E mesmo que alguns bispos locais estão agora dispostos a tolerar a existência de comunidades tradicionalistas estritamente em quarentena dentro de suas dioceses, é certo para descrever tal arranjo como "unidade na diversidade"? O que aconteceu com a oposição de princípio entre progressistas e tradicionalistas, uma oposição que não há muito tempo levou o senhor e seus paroquianos para que o senhor mesmo chamou de "uma capela-no exílio"?

Nesta idéia de tradicionalistas "co-existência", com os progressistas em uma "unidade da diversidade", Vossa Excelência fez uma declaração mais desconcertante: "E os progressistas acreditam que tal não é possível, temendo unidade da Igreja seria prejudicada se abrem a porta para os tradicionalistas, e tradicionalistas temem que possam perder a sua identidade com essa co-existência. Não! A paz é possível com a diversidade litúrgica, a diversidade disciplinaria e, claro, a fidelidade à doutrina ".

Vossa Excelência está realmente dizendo que os "progressistas" são agora uma parte legítima na Igreja, de fato o partido dominante, de que os tradicionalistas são obrigados a buscar a "unidade na diversidade" e "paz"? Foi por isso que agora o senhor junta com os modernistas em caricaturando  católicos romanos tradicionais como tacanhos fanáticos e participa nas escandalosas "Jornadas Mundiais da Juventude", onde o traje é muito mais indecente do que as "roupas indecentes" o senhor não permitiria em sua paróquia em Campos?

Está chamando o senhor então, para a união com o Modernismo, em oposição ao fim legítimo (que o senhor perseguido como um sacerdote em Campos) de obtenção de uma posição em uma diocese com o objetivo de ganhar sobre isso por tradição? O que, de fato, aconteceu com toda a sua oposição ao modernismo? Parece-nos que agora o senhor considera Modernismo / progressismo como apenas uma das muitas "identidades" na Igreja "co-existente" com o catolicismo romano tradicional, e que este último já não é para ser comparado com o simpliciter Fé, que deve ser restaurada para todos.

"O novo Ordo Missae não é fiel à teologia da Missa, como foi estabelecido definitivamente pelo Concílio de Trento, e ... consequentemente, constitui um grave perigo para a pureza da fé ".
... Antonio de Castro Mayer
Bispo de Campos, Brasil, 1969

Absolvendo a Missa Nova de culpa pela crise
Alarmante é certamente repúdio de Vossa Excelência do documento "62 razões pelas quais não se pode, de boa fé, participar da Novus Ordo", publicado pelos sacerdotes de Campos-a maioria dos quais, as notas do entrevistador, "estão agora sob seu comando." O senhor descarta isso como um "documento criado há muitos anos" e "não oficial".

Mas será que o senhor mesmo não concordou com ele quando foi publicado? Agora, porém, Vossa Excelência afirma: "A maioria destes (62) razões são realmente artificial, dizendo, por exemplo, sobre a apostasia dos sacerdotes, etc, sem relação causal necessária com o Novus Ordo".

Vossa Excelência, dado a sua própria história de oposição militante à revolução litúrgica, como o senhor pode agora dizer em sã consciência que não há relação de causalidade necessária entre a Novus Ordo eo declínio imediato da Igreja após a sua introdução, especialmente quando esse declínio é a mesma coisa que o senhor, seus colegas padres de Campos e Bispo de Castro Mayer previu que aconteceria?

Será que Vossa Excelência já não acredita em que o Dr. White escreveu sobre a preservação da Fé, em Campos, enquanto o resto do Brasil estava passando por uma apostasia? Permitam-me recordar as suas palavras: "Em Campos, onde a Missa Tridentina tinha sido preservada ea Fé permaneceu no local sem alteração ... nada dessas revoltas ocorreu. A vida das pessoas permaneceu católica. Um grande número de pessoas assistem à missa, o número de sacerdotes foi crescendo ... os conventos da diocese estavam cheios de freiras que trabalhavam e rezavam e ensinaram e viveram e pareciam freiras .... [Campos] deixou claro que o colapso turbulento dos anos anteriores era desnecessário e poderia ser atribuída diretamente às mudanças na missa e a invasão das idéias modernistas que tinham diluído da Fé ".

Será que Vossa Excelência agora rejeita o que até mesmo o ex-cardeal Ratzinger declarou sobre a conexão entre a nova liturgia e da crise eclesial? Como o cardeal escreveu: "Estou convencido de que a crise eclesial em que nos encontramos hoje depende em grande parte do colapso da liturgia." [1] Qual liturgia falhou, Vossa Excelência, se não o Novus Ordo?

No entanto, agora parece que Vossa Excelência se contenta em afirmar que "a missa do Novus Ordo é uma missa católica válida, é claro", como se não tivesse havido o colapso da liturgia produzindo uma grande crise na Igreja. O senhor adota como seus próprios sentimentos de algum funcionário romano que lhe disse "o problema não é o rito, o problema é o sermão." É isso que o senhor acredita agora, Vossa Excelência, que a crise na Igreja é apenas o resultado de maus sermões?

  Participação "ocasional" em um ambiente modernista ?

Mesmo que o senhor se refere ao "ambiente modernista" do Novus Ordo que deve "em alguns casos, ser evitado" e desde quando os católicos evitaram Modernismo apenas em alguns casos, Excelência?-Lhe justifica a sua própria participação "ocasional" em  liturgias concelebradas no Novus Ordo, junto com vários de seus sacerdotes.

Aqui o senhor revela que já participaram em tais liturgias, juntamente com "bispos", anglicanos que frequentam por "cortesia". O senhor, quem antes barrava a porta para os homens de Dom Navarro quando eles vieram para tirar a missa tradicional em latim, esta agora disposto a participar (mas apenas "ocasionalmente") em missas concelebradas com prelados anglicanos falsos que pregam todo tipo de heresia e imoralidade, levando almas para o inferno!

Em relação a este escândalo, o senhor tem o seu porta-voz defendê-lo da seguinte forma:

Dom Fernando é um bispo católico, membro do episcopado católico, em comunhão com o Santo Padre o Papa. Assim, como qualquer bispo católico, mesmo aqueles de um rito diferente, ele deve demonstrar essa plena comunhão praticamente .... Agora, para recusar continuamente e explicitamente a participar de toda e qualquer Missa no rito celebrado pelo Papa e por todos os bispos da Igreja, enquanto a julgar esse rito, em si mesmo, incompatível com a fé, ou pecaminoso, representa uma recusa formal de comunhão com o Papa e com o Episcopado católico.

Nós lemos o seu porta-voz corretamente, Excelência? É, realmente, agora a sua posição de que uma abstenção consciente e completa da Missa Nova é um ato cismático? Agora é cismático, na sua opinião, sempre para evitar um "ambiente modernista" na liturgia? Como é a reivindicação do seu porta-voz qualquer coisa, mas um total absurdo?

Imitando os sedevacantistas, seu porta-voz sugere que não se pode evitar a Missa Nova, sem o que implica que a Igreja falhou por promulgar  "universalmente" um rito inválido ou ilegítimo. Quão felizes os sedevacantistas deve ser vê-lo aceitar o seu argumento capcioso!

Mas o seu porta-voz, faltando tudo de precisão, não faz distinção entre "Missa Nova", como promulgado por Paulo VI na edição típica latina, e "Missa Nova" na prática. Na prática, a nova missa é celebrada em versões vernaculares locais mal traduzidas com opções inúmeras e abusos tolerados. Esses elementos da nova liturgia de nenhum jeito implicam a autoridade disciplinaria e universal infalível da Igreja, mas juízos prudenciais apenas falíveis e má governação a partir do qual nem mesmo o Papa é imune, e que nenhum católico tem qualquer obrigação de pagar o respeito.

Além disso, o seu porta-voz não menciona que até mesmo a edição típica latina de Paulo VI foi, como os documentos pertinentes romanos mostram, não mais do que uma exceção a partir do rito da missa universal recebido e aprovado na Igreja, que continua a ser o Damasiano-gregoriano liturgia latina canonizada em perpetuidade pelo Papa São Pio V. Como o mesmo Paulo VI disse o padre. Jean Marie Charles-Roux "Eu nunca proibiu celebração da Missa antiga; Eu só têm oferecido uma alternativa. "[2] Como Vossa Excelência se uma vez reconhecia, nenhum católico jamais, de fato, tinha sido obrigado a participar, mesmo" ocasionalmente ", nesta experimento de um liturgia alternativa cuja fracasso é evidente para qualquer pessoa na posse de seus sentidos.

Com o devido respeito, Excelência, entre o senhor e seu porta-voz da Administração Apostólica de São João Maria Vianney, suas posturas sobre a Missa Nova tornou-se incoerente. Diante dessa confusão, uma pergunta é o que aconteceu com a convicção simples de Vossa Excelência, o que levou a uma "capela no exílio" nas favelas de Campos, que, apesar de sua validade essencial da nova liturgia corroeu a fé católica.

Esqueceu-se, Vossa Excelência, a declaração de seu paroquiano mesmo, Damião Geraldo de Azevedo, um protestante convertido que foi um dos quatro paroquianos que barravam a porta de sua paróquia para os representantes do Bispo Navarro? Aqui está o que este homem disse, em sua defesa, como registros de Dr. White: "Reflita sobre isto: Em Campos, curiosamente, Dom Navarro está perseguindo os sacerdotes que celebram a Missa que faz com que os protestantes se convertem à Igreja Católica, e com um punho de ferro implanta a 'missa' que faz com que os católicos se tornam protestantes. Certamente estamos no fim dos tempos. "

No entanto, agora parece que Vossa Excelência tem medo de dizer o mesmo o que o Monsenhor Klaus Gamber disse em sua reforma da liturgia romana: a de que o rito tradicional da Missa "deve tornar-se uma vez mais a norma da nossa fé eo símbolo da unidade católica em todo o mundo, uma rocha de estabilidade em um período de agitação e mudança sem fim." O senhor ainda acredita que o rito tradicional da Missa deve ser restaurado como a norma da nossa fé para o bem de toda a Igreja e para o bem-estar das almas? Se sim, então por favor de todos modos deixa os fiéis ouvir Vossa Excelência dizer que, sem ambigüidade, mais uma vez! Mas se não, então deve-se perguntar: O que aconteceu com o seu apostolado?

Já aparece para muitos que o seu apostolado foi reduzido à mera defesa de uma "preferência" litúrgica que os católicos podem tomar ou deixar sem diferença para o bem-estar da Igreja (ou suas almas). Isso, ao que parece, é como Vossa Excelência está colocando a questão nos dias de hoje. Mas considere, Vossa Excelência, as razões que o senhor deu em sua entrevista por que o senhor "ama , preserva e prefere" a Missa tradicional:

· Por uma questão de expressão melhor e mais precisa de nossa fé em dogmas eucarísticos,

· Para a segurança, para a proteção contra os abusos ...

· Para a riqueza ea solenidade dos ritos,

· Para uma melhor precisão e rigidez de rubricas ...

· Para o sentido do sagrado,

· Mais riqueza e precisão de fórmulas 'orações, em reverência,

· Para a humildade pessoal e ritual,

· Para a elevação e nobreza de cerimônias,

· O respeito, beleza, bom gosto, a piedade, a língua sagrada, a tradição ...

Por implicação necessário, então, Vossa Excelência "prefere" a Missa tradicional porque a Missa Nova é carente de: expressão de nossa fé eo dogma da Eucaristia, segurança e proteção contra abusos, solenidade, precisão de rubricas, o sentido do sagrado, a reverência , a humildade pessoal e ritual, elevação e nobreza, eo respeito pela beleza, bom gosto, a piedade, a língua sagrada e tradição!

A nova liturgia, Vossa Excelência, indica por implicação negativa, obviamente, por isso, tinha um desastre total para a Igreja, apesar de sua "validade essencial." Não é à toa que entrou em colapso! Porque, assim como a sua própria lista de razões para "preferindo" a Missa tradicional revela, o que é essencialmente válido na Missa Nova é quase totalmente obscurecida pela inovação ruinosa. Por isso mesmo o Cardeal Ratzinger colocou esta questão condenável: "[Q] uando a comunidade de fé, a unidade mundial da Igreja e da sua história, eo mistério do Cristo vivo não são mais visíveis na liturgia, onde mais, em seguida, é a Igreja a tornar-se visível em sua essência espiritual?" [3]


Onde, de fato, Excelência? E o que aconteceu com a própria preocupação de Vossa Excelência sobre esta catástrofe na Igreja? Tradicionalistas em todos os lugares estão agora se perguntando o que aconteceu com a militância que o levou a estabelecer uma capela independente, em vez de permitir que a tradição da litúrgica imemorial da Igreja, o seu grande baluarte contra a heresia, a ser substituída por uma novidade Protestantizante cuja introdução apenas 36 anos atrás, até mesmo o Cardeal Ratzinger tem chamado de "uma violação na história da liturgia, cujas conseqüências só poderia ser trágico ..." [4]

No entanto, surpreendentemente, Vossa Excelência agora vê participação "ocasional" nesta mesma tragédia como o sinal de "comunhão perfeita", enquanto o senhor concorda com a proposição de que o antigo rito recebido e aprovado da Santa Missa da Igreja, perpetuamente sancionada por um Papa santo, é uma mera preferência litúrgica em que nem um único católico é obrigado a participar, mesmo "ocasionalmente". Como o sacerdote tradicional militante de Campos se permitiu ser manobrado para aceitar uma inversão de tal absurdo?

Cardeal Ricard de Bordeaux (em verde) tratados Bispo Rifan "como um irmão"

A razão para o Movimento

Em sua entrevista, o senhor conta com satisfação como você visitou "Dom Vingt-Trois, em Paris, o cardeal Ricard em Bordeaux, almocei com Mgr Pansard em Chartres e fui recebido pelo núncio em Paris. Todos eles me trataram como um irmão." Embora possa ter agradado Vossa Excelência ser tratado com cortesia pelos prelados liberais que presidiram a destruição da Fé na França, onde apenas 12% dos católicos ainda assistem à missa semanal, o senhor pode criticar ninguém por pensar que no calor de bons sentimentos e aceitação como um bispo, o senhor pode estar perdendo a vista de razão do porque existe um movimento tradicionalista na Igreja?

Quando o senhor era um jovem sacerdote em Campos, o senhor falou e agiu como um envolvido em uma batalha para a própria fé, e não apenas a busca de uma preferência litúrgica. O seu motivo,-e nós sabemos isso porque o senhor mesmo disse isso-era a salvação das almas e para o bem da Igreja universal, que o senhor sabia que estava sendo ameaçada por um levante revolucionário neo-modernista, que vai muito além da liturgia e está provocando a maior crise eclesial desde o tempo de Arius. Como Monsenhor Gamber escreveu sobre a nossa situação:

"Grande é a confusão! Quem ainda pode ver claramente nesta escuridão? Quando, em nossa Igreja estão os líderes que possam nos mostrar o caminho certo? Onde estão os bispos corajosos os suficientes para cortar o crescimento canceroso da teologia modernista que implantou em si e está apodrecendo dentro da celebração mesma dos mistérios mais sagrados, antes de que o câncer se espalha e causa danos ainda maiores?

"O que precisamos hoje é um novo Atanásio, um novo Basílio, bispos, como aqueles que, no século IV lutou contra o Arianismo, quando quase toda a Cristandade tinha sucumbido à heresia. Precisamos de santos que hoje pode unir aqueles cuja fé se manteve firme, para que possamos lutar contra o erro e despertar o fraco e vacilante de seu apathy." [5]

Vossa Excelência, se deixa a recuperação da Tradição ser reduzida à "preferência" de alguns católicos chamados tradicionalistas, não haverá fim para a escuridão e confusão que o Monsenhor Gamber tinha descrito. A causa em que o senhor está envolvido, no entanto, tem sido sempre uma causa para a restauração de todo o elemento humano da Igreja para com a integridade litúrgica, doutrinal e moral. Como um jovem sacerdote católico Romano e militante o senhor entendeu isso. Agora será certo perguntar se o senhor ainda entende isso. Muitos católicos estão esperando sua reposta.

Respeitavelmente em Cristo,

Christopher A. Ferrara

Michael J. Matt

Notas de Rodapé
1Ratzinger, La Mia Vita, quoted by Michael Davies in The Latin Mass, Fall 1997.
2 “Restore the Old Mass,” Inside the Vatican, May 4, 2004.
3 Ratzinger, Joseph, Milestones: Memoirs: 1927-1977 (Ignatius Press: San Francisco, 1998), p. 149.
4Ibid, pp. 156, 148.
5 Gamber, Reform of the Roman Liturgy, p. 113.

http://www.remnantnewspaper.com/Archives/archives-2006-0415-rifan.htm

terça-feira, 22 de julho de 2014

Dimonditas, disfarçados como monges?

Quem são os "Dimond brothers" do site Vaticanocatolico?

Uns amigos me tinham perguntado sobre os Dimonds? Quem são eles? São católicos? São sede vacantistas? Eu quase estava esperando uma seria de perguntas para seguir tipos como: Eles se auto-proclamaram papa? Papas irmãos? Construíram o novo vaticano em Nova York?

Pois, é certo que os Bros. Dimons estão já difundindo seus erros pela América Latina com seus vídeos e Youtube, etc. Só que, me está dando conta que os latinos não pegam. E por isso que eu nunca tinha escrito sobre o assunto. Vou deixar isto breve. Continuo se recibo repostas mas o sujeito deste erro já me cansou bastante durante os anos. Por um tempo só estava ignorando-lo.

Os irmãos Dimonds são dois irmãos Americanos. Começamos falando só brevemente sobre suas ligações ao Catolicismo. A verdade é que eu não acho eles católicos ou seja pelo menos eles são hereges "in materia". Retornamos depois ao esse ponto. O mosteiro onde eles ficam foi fundado em '67 por um pretendido monge, Joseph Natale quem nunca foi validamente um Beneditino ainda que ele pretendeu ser. [1] Então com 19 anos e um pouco depois de achar a religião Católica, Michael Dimond entrou neste mosteiro onde ele foi elegido superior dentro de muito pouco tempo. Cabe dúvida que são monges autênticos. Existem muitas evidências (que uma pesquisa de Google pode achar rapidin) que eles de fato não são afiliados de nenhum jeito com a ordem de São Bento. Claro que meus pensamentos sobre eles não é o que importa no fim. No fim só importa o julgamento de Deus (que os Dimonds já pretendem saber como acontecerá com cada alma!). Então segundo minha opinião eles não são católicos mas impostores, eles não são monges mas impostores. Não posso prover evidências disso e por isso só falo que é minha opinião. Mas no internet existem bastantes tratos sobre eles e seus erros. Eu suspeito pessoalmente que podem estar trabalhando por uma organização que quer acabar com a Santa Tradição e a Igreja Católica mas só são uns suspeitos. A pergunta é se eles são quem pretendem ser.

Aparentemente outros Católicos sérios tinham estes mesmos suspeitos. Vamos ler o que tinha escrito o autor John Salza aqui: "Em adição às muitas perguntas sobre suas afirmações de ser monges Beneditinos reconhecidos, eu também tinha descoberto a inconsistência flagrante na postura dos irmãos Dimond que afeita diretamente esta discussão da lei divina e eclesiástica: ir. Michael e Peter Dimond assistam regularmente numa paróquia não sede-vacante do rito oriental com plena comunhão de Papa Bento XVI, quem eles dizem ser um anti-papa. Isso é certo, Peter e Michael não praticam sede vacantismo de verdade na vida espiritual (sede vacantistas verdadeiros nunca assistiriam uma missa com um sacerdote que reza por e estão em comunhão com Papa Bento XVI) e ainda assim eles condenam pessoas não sede vacantistas por fazer exatamente o que eles fazem: adorar em comunhão com o papa atual.

"Por isso, segundo suas próprias normas, Peter e Michael são réprobos auto-condenados  por que eles participam regularmente com adoração de ´blasfêmias´ com não-católicos e a recepção da Santa Comunhão dum jeito ´sacrilégio´ com ´hereges´ e ´apóstatas´. Mas assim, os irmãos Dimond assistem essas missas usando roupa de leigos, ainda que eles pretendem ser ´monges Beneditinos´. Assim, não só condenam os papas e fiéis por atividades que eles mesmo fazem (adoração com ´hereges´ e ´apóstatas´), eles fazem isso de um jeito in cognito por disfraçar sua identidade......" [2]      


Não me parece o tipo de "monge Beneditino" em que eu colocaria minha confiança.


Quais São Os Erros dos Dimonds?

A verdade é que os Dimonds aceitam uma lista de posições não só erradas por várias razões mas também posições e posturas extremadamente divisoras. É óbvio que eles enfocam muito nestas posturas divisoras não para o benefício da Igreja e Santa Tradição. Os sinais aqui me estão dizendo outra vez para não colocar muita confiança neles.

Algumas das posturas que eles promovem:

1.) O papa verdadeiro foi Cardeal Siri e seus sucessores secretos que são presos no Vaticano.

É outra postura para dividir os Tradicionalistas. Se eles podem convencer a metade dos tradicionalistas que tem Cardeal Siri foi eleito e existe outra linagem de papas secretos que não conhecemos apresentariam muitos problemas em que o resultado são mais divisões e seitas no fim. Não serve nada para a reconquista de Roma está tese.

2.) Sede-vacantismo dogmático Esta postura deles condena os católicos que aceitam as autoridades da Igreja pos-conciliar ou seja que a responsabilidade de todos os católicos é para rejeitar o pretendido papa de Roma e se os tradicionalistas não rejeitam este papa eles não são católicos e não podemos estar em comunhão com não católicos. Se Francisco não é papa, segundo eles, qualquer que reza em comunhão com Francisco não seria católico e deve estar evitado. Essencialmente, esta postura estabelece o sede-vacantismo como de fide ou um dogma que não seria possível negar e ser católico.

Eu acho que a reposta a isso é o que foi citado por Salza encima. Tem outros grupos também que dizem que estamos obrigados como Católicos para rejeitar os papas pos-conciliares e não assistir missas "una cum". São mais loucuras. A Igreja nunca tinha obrigado as conscientes de milhões de católicos com a responsabilidade de declarar e atuar como se as autoridades em Roma não fossem legítimos sem uma declaração oficial da Igreja. Entendem que eu não estou dizendo que a postura sede vacante é errada. Não me importa este assunto. Pode ser que sim está vazia mas, antes de que a Igreja o tinha declarado, eu não estou obrigado andar corrigindo os católicos sobre o nome do papa. o perigo de cisma não existe se alguem está realmente errado sobre o nome do papa. Seja Sumo Pontífice ou não meu dever está com a Igreja para defender. A Igreja ensina que a unidade é importante. Se o papa está declarado perdido do ofício do Sumo Pontífice então é outra história. Quanto á unidade da Igreja é minha opinião que não é bom para um grupo de sacerdotes alguns rezando pelo Francisco, alguns o Papa misterioso e sucessor de Siri, alguns por Bento, e outros por ninguém. O resultado disso seria "un desmadre" prestando o vocabulário dos mejicanos.


3) Os 7 reis do apocalipse.....tem um vídeo e eu assisti sobre as 7 cabeças ou sete reis do apocalípse. São interpretações de profecias e interpretação pessoal da Escrita Sagrada. Eles afirmam no vídeo que os últimos 7 papas e assim chamados por eles anti-papas foram os 7 reis do apocalipse. O vídeo existe em inglês e espanhol e eu fiquei impressionado com o fato de que eles proclamam tão vivo sua ligação ao Protestantismo. Deixa numa obscuridade sobre quem foi o ultimo papa segundo eles.

4) Feenyismo: O número 4 é o favorito deles provavelmente por causa da divisão que é o resultado. O mais debatido erro deles é a negação da Ignorância Invencível e batismo de desejo. Eles seria muito bem acreditando na Ignorância Invencível. É por a existência de Ignorância Invencível que eles mesmo podem ter oportunidade de obter à salvação por que eles estão negando obstinadamente a doutrina da Igreja.

Este movimento começou nos estados unidos pelo Pe. Feeny na época de Pio XII e nunca saiu do continente. Quando o Vaticano aprendeu do problema chamaram para o Pe. Feeny ir a Roma. Ele não chegou, nunca foi, e antes de sua morte renunciou o erro de negar Ignorância Invencível e batismo de desejo. [3] Os Feenyites continuam no Centro de São Bento nos estados unidos. Eu recebia suas publicações de uns amigos. Eles são conservadores, novus ordos, e não sedevacantistas. E o interessante é que os sede vacantistas rejeitam muito este Feeenyismo dos Dimonds. Segundo os Dimonds, então, eles são os únicos católicos e os outros que  acreditam na Ignorância Invencível e batismo de desejo não são e toda a hierarquia da Igreja já não existe. Só eles, um par de ¨monges¨.


Batismo de desejo vem desde o Martyrologium Romanum da Sagrada Liturgia. A Igreja tinha rezado pela intercessão dos santos que não tem recebido água literalmente pingando na cabeça. E por que Lex Orandi, Lex Credendi est, od Dimonds estão acusando a Igreja universal de acreditar nume heresia desde a fundação da Igreja.

Beato Pio IX nos ensina sobre a Ignorância Invencível.

"Com efeito, pela fé há de sustentar-se que fora da Igreja Apostólica Romana ninguém pode salvar-se; que esta é a única arca da salvação, que quem nela não tiver entrado, perecerá no dilúvio. Entretanto, também é preciso ter por certo que aqueles que sofrem de ignorância da verdadeira religião, se aquela [ignorância] é invencível, não são eles ante os olhos do Senhor réus por isso de culpa alguma. Ora pois, quem será tão arrogante que seja capaz de assinalar os limites desta ignorância, conforme a razão e a variedade de povos, regiões, caracteres e de tantas outras e tão numerosas circunstâncias?" (Pio IX, Alocução Singulari Quadam, 1854, Denzinger, 1647).

"E aqui, queridos Filhos e Veneráveis Irmãos, é preciso recordar e repreender novamente o gravíssimo erro em que se acham miseravelmente alguns católicos, ao opinar que homens que vivem no erro e alheios à verdadeira fé e à unidade da católica possam chegar à eterna salvação. O que certamente se opõe em sumo grau à doutrina católica. Coisa notória é para Nós e para Vós que aqueles que sofrem de ignorância invencível acerca de nossa santíssima religião, que cuidadosamente guardam a lei natural e seus preceitos, esculpidos por Deus nos corações de todos e que estão dispostos a obedecer a Deus e levam vida honesta e reta, podem conseguir a vida eterna, pela operação da virtude da luz divina e da graça; pois Deus, que manifestamente vê, esquadrinha e sabe a mente, ânimo, pensamentos e costumes de todos, não consente, de modo algum, conforme sua suma bondade e clemência, que ninguém seja castigado com eternos suplícios, se não é réu de culpa voluntária. Porém, bem conhecido é também o dogma católico, a saber, que ninguém pode salvar-se fora da Igreja Católica, e que os contumazes contra a autoridade e definições da mesma Igreja, e os pertinazmente divididos da unidade da mesma Igreja e do Romano Pontífice, sucessor de Pedro, 'a quem foi encomendada pelo Salvador a guarda da vinha', não podem alcançar a eterna salvação" (Pio IX, Quanto Confficiamur Moerore, Denzinger, 1677).


O término de Ignorância Invencível vem de escolasticismo e se pode achar no Suma Theologica de São Tomas Aquino. Não só São Tomas mas outros doutores da Igreja. Interessantemente os Dimonds me falaram por telefone que estes doutores da Igreja foram hereges. Incredulamente, eles postarem isso como um vídeo no seu canal de youtube. Também tem um vídeo sobre o erro obstinado de São Alfonso Ligouri! Um grande doutor da Igreja. Só podem ser uns Protestantes disfarçados. Nem vou adicionar um link das bagunças deste tipo. Aqui lemos o Doctor Angelicus.


"Se a ignorância é pecado, só por ser voluntária o é. Ora, se a ignorância só é pecado quando voluntária, resulta que o pecado consiste antes nesse ato mesmo da vontade do que na ignorância. Logo, esta não é pecado, mas antes, uma conseqüência dele." [4]


O problema de negar este Ignorância Invisível é mais que só isso. Estão negando o batismo de desejo implícito e dizendo que todos que aceitamos está postura somos ex comungados e hereges e se não nos arrependemos antes de morrer vamos ao inferno. Aqui vamos deixar com um pouco do livro "Carta Aberta aos Católicos Perplexos" de Mons. Lefebvre (quem eles também insultam e acusam bastante no seu site).....[por favor não faz caso aos Dimonditas)

"É preciso dizê-lo claramente, uma tal concepção se opõe dum modo radical ao próprio dogma da Igreja católica. A Igreja é a única arca da salvação, nós não devemos ter medo de afirmá-lo. Vós freqüentemente ouvistes dizer. “Fora da Igreja não há salvação” e isto choca as mentalidades contemporâneas. É fácil fazer crer que este princípio não está mais em vigor, que se renunciou a ele. Parece ser de uma severidade excessiva.

"Entretanto, nada mudou, nada pode ser mudado neste domínio. Nosso Senhor não fundou várias igrejas, mas só uma. Não há senão uma só cruz pela qual nos possamos salvar e esta cruz foi dada à igreja católica; ela não foi dada às outras. À sua Igreja, que é sua esposa mística, Cristo deu todas as suas graças. Nenhuma graça será distribuída ao mundo, na história da humanidade, sem passar por ela.

"Isto quer dizer que nenhum protestante, nenhum muçulmano, nenhum budista, nenhum animista será salvo? Não; e constitui um segundo erro pensá-lo.

"Aqueles que reclamam da intolerância ouvindo a fórmula de São Cipriano “Fora da Igreja não há salvação” rejeitam o Credo: “Reconheço um só batismo para a remissão dos pecados” e estão insuficientemente instruídos a respeito do batismo. Há três maneiras de recebê-lo: o batismo da água, o batismo do sangue (é o dos mártires que confessam sua fé sendo ainda catecúmenos) e o batismo de desejo.

"O batismo de desejo pode ser explícito. Bastantes vezes, na África, ouvíamos um de nossos catecúmenos dizer: “Meu padre, batizai-me logo, pois se eu morrer antes de vossa próxima passagem, eu irei para o inferno.”

"Nós lhe respondíamos: “Não; se não tendes pecado mortal na consciência e se tendes o desejo do batismo, já tendes a sua graça em vós.”

"Tal é a doutrina da Igreja, que reconhece também o batismo de desejo implícito. Ele consiste no ato de fazer a vontade de Deus. Deus conhece todas as almas e sabe, por conseqüência que nos meios protestantes, muçulmanos, budistas e em toda a humanidade, existem almas de boa vontade. Elas recebem a graça do batismo sem o saberem, mas duma maneira efetiva. Por aí mesmo elas se unem à Igreja.

"Mas o erro consiste em pensar que elas se salvam por meio de sua religião. Elas se salvam em sua religião, mas não por meio dela. Não há salvação por meio do Islão ou pelo xintoísmo. Não há Igreja budista no céu, nem Igreja protestante. São coisas que podem parecer duras de ouvir, mas esta é a verdade. Não fui eu quem fundou a Igreja, foi Nosso Senhor, o Filho de Deus. Nós, sacerdotes, somos obrigados a dizer a verdade.

"Mas a preço de quantas dificuldades os homens dos países não penetrados pelo cristianismo chegam a receber o batismo de desejo! O erro é um obstáculo ao Espírito Santo. Isto explica porque a Igreja tenha sempre enviado missionários a todos os países do mundo, que inúmeros dentre eles tenham conhecido aí o martírio. Se se pode encontrar a salvação em qualquer religião, para que atravessar os mares, ir submeter-se, em climas insalubres, a uma vida penosa, à doença, a uma morte precoce? Desde o martírio de Santo Estevão, o primeiro a dar sua vida por Cristo e o qual por esta razão se festeja no dia seguinte ao do Natal, 26 de dezembro, os Apóstolos puseram-se a caminho para ir difundir a boa nova na bacia do Mediterrâneo; te-lo-iam feito se se soubesse que haveria salvação também no culto de Cibele ou pelos mistérios de Eleusis? Por que Nosso Senhor lhes teria dito: “Ide evangelizar às nações”?

"E assombroso que hoje em dia alguns pretendam deixar cada um seguir o seu caminho para Deus segundo as crenças em vigor no seu “meio cultural”. A um padre que queria converter crianças muçulmanas, o seu bispo disse: “Não, fazei delas boas muçulmanas, será muito melhor do que torná-las católicas!” Foi-me certificado que os monges de Taizé tinham pedido, antes do concílio, para abjurar seus erros e tornar-se católicos. As autoridades disseram-lhes então: “Não, esperai. Depois do concílio vós sereis a ponte entre os católicos e os protestantes.”

"Os que deram esta resposta assumiram uma grave responsabilidade diante de Deus, pois a graça vem num momento, talvez não venha sempre. Atualmente os caros padres de Taizé, que têm sem dúvida boas intenções, estão ainda fora da Igreja e semeiam a confusão no espírito dos jovens que os vão ver." [5]





Notas

1.) http://en.wikipedia.org/wiki/Most_Holy_Family_Monastery

2.)http://cklc.weebly.com/uploads/9/5/6/8/9568822/feature_-_salzas_rebuttal_of_dimond_on_sedevacantism_2.pdf

3.) http://www.the-pope.com/feeneyite.html
      A Carta do Vaticano ao Pe. Feeny e o Centro de São Bento

4.) http://permanencia.org.br/drupal/node/1661 (citado só por causa de falta de recursos em português. Desculpa!)

5) Carta Aberta aos Católicos Perplexos, Mons. Marcel Lefebvre, capítulo 10, ecumenismo.