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quinta-feira, 23 de abril de 2015

A Sagração Episcopal sem Mandato Pontifício

Tradição Católica excomungada?


Foram Dom Antônio de Castro Mayer e Mons. Marcel Lefebvre excomungados por sagrar bispos em 1988 sem a aprovação de Roma?  Seria essa situação a mesma de Dom Williamson e Dom Faure?


Os culpadores de "cisma" e de ser "excomungados" sempre citam o Código do Direito Canônico cânon 1382 por abuso de poderes episcopais e por sagrar bispos sem um mandato pontifical, e que esta excomunhão seria automaticamente (latae sentenciae). Segunda essas pessoas, com citar um cânon só, o Dom Antônio de Castro Mayer e Mons. Lefebvre morreram excomungados e os bispos atuais que continuam na postura destes bispos, Dom Williamson e Dom Faure, também são excomungados latae sentenciae (ipso facto)... também automaticamente. A excomunhão destes bispos não foi valida e não existe a possibilidade de ter  dúvida sobre isso segunda o Direito Canônico.  

Por que é importante defender estes bispos?

Vale a pena considerar que antes destes bispos, não tinha bispos no mundo celebrando a Missa Tridentina com a permissão de Roma nem defendendo a Santa Tradição da Igreja.  Muitas vezes, os defensores da Missa tradicional com permissão das dioceses esquecem isso e até começam atacar os bispos com acusações e calunias de estar fora da Igreja.  Se não fosse pelas ações deste grandes bispos, não teria Missa Tridentina hoje em dia nem existiria o Motu Proprio de Bento XVI porque foi promulgado para aliviar a situação dos bispos da FSSPX sagrados por Dom Antônio e Mons. Lefebvre, não existiria a Administração Apostólica (só leia a historia deles!), não teria a Fraternidade São Pedro quem começou como sacerdotes ordenados sem permissão de Roma e receberem um acordo com as sagrações de 1988, e não existiria o grupo Ecclesia Dei (todos os padres que celebram a Missa Tridentina)  tudo sendo um resultado da obra de Dom Antônio e Mons. Lefebvre.  Quem entende isso muito bem está bem agradecido pelas ações corajosas destes bispos de qualquer grupo que seja.  Quem lê sobre o assunto já está sabendo disso, e tudo isso é importante como vou mostrar. 


E por que não é válida a excomunhão?
Agora, a excomunhão do que os culpadores afirmam por abuso de poderes episcopais (cânon 1382), não foi incorrida, e não deixa a existência de dúvida, porque:


1) Uma pessoa que viola uma lei em caso de necessidade * não está sujeita a uma penalidade (1983 Código do Direito Canônico, cânon 1323, § 4º), mesmo que não existe um estado de necessidade: [1]

  • Se um pessoa não está errada sobre a existência do caso de necessidade, ela não iria incorrer a pena (cânon 1323, 70),
  • e se uma pessoa culposamente achasse que haveria um estado de necessidade, ela ainda não incorreria em penalidades automáticas [2] (cânon 1324, § 3º; § 1º, 80).
2)   Uma pena nunca é efetuada sem cometer um pecado mortal subjetivamente (cânones 1321 § 1, 1323 70). Agora, o Arcebispo Lefebvre e Dom Antônio e Dom Williamson e Dom Faure  deixarem muito claro que tinham o dever da consciência de fazer o que poderiam fazer para dar continuidade ao sacerdócio católico e que eles estavam obedecendo a Deus com realizar essas sagrações (Cf. Sermão 30 de junho de 1988 e Arcebispo Lefebvre e Sermão de Mons. Williamson de 19 de março). Por isso, mesmo que eles estivessem errados, não haveria nenhum pecado subjetivamente. 

3)  Ainda mais importante, a lei positiva está ao serviço da lei natural e eterna e direito eclesiástico está ao serviço da lei divina. Nenhum "autoridade", pode forçar um bispo a se comprometer com o seu ensinamento da fé católica ou administração dos sacramentos católicos.  Nenhuma "lei", pode forçá-lo a cooperar na destruição da Igreja. Com Roma
Dom Faure na sagração episcopal de 2015, No Brasil.
agindo contra a Tradição Católica, o arcebispo Lefebvre, Dom Antônio, Dom Williamson e Dom Faure  tiveram que fazer o que podiam fazer com poderes episcopais dados por Deus para garantir a preservação da Tradição Católica. Aquilo eram seus deveres como bispos.


A lei existe para a preservação da Igreja Católica.  O concepto da lei segunda o Santo Tomás Aquino é o que promove o bem comum.  O que não promove o bem comum não pode ser uma lei legitima.  Deus não vai permitir que a Igreja esteja proibida de continuar por causa de um simples cânon do Direito Canônico e por isso, grandes advogados do Direito Canônico como Pe. Hesse (ordenado na Basílica de São Pedro e assistente de Cardeal Stickler) tem apoiado a Fraternidade São Pio X publicamente.  Além disso que se encontra no Direito Canônico, a Summa Teologica, e vários tratos sobre a Teologia Moral, também vem da Santa Tradição até as escrituras de Santo Agostinho de Hipona: "Necessitas non habet legem"  (A necessidade não tem lei) Aforismo de Santo Agostinho que indica a cessação da lei diante da necessidade.  



Sagrado sem permissão de Roma, Dom Rangel.
Para Resumir:

a) Em relação a um verdadeiro estado de necessidade, nenhuma penalidade atinge os bispos de uma sagração episcopal sem mandato pontifical nas circunstâncias descritas (cânon 1324, 4).

b) Mesmo que o estado de necessidade não existir objetivamente, os bispos não estariam sujeitos à punição porque considerarem subjetivamente, sem culpa da sua parte, que este estado de necessidade existiu (cânon 1323, 7).

c) Mesmo que a suposição da existência de um estado de necessidade era culpado, não haveria, no entanto, o tae pena sententiae e de forma alguma excomunhão (cânon 1324 § 1,8ª e § 3).

Conclusão

A declaração ouvida muitas vezes, que a sagração de um ou vários bispos sem mandato papal implicaria automaticamente a excomunhão e, consequentemente, levaria a cisma é falsa. Nos termos da lei, nestes casos em particular, não pode haver a excomunhão, nem por latae sententiae nem por sentencia judicial. (consagración episcopal)


Dom Antônio nas sagrações de 1988, Ecône.


Dom Antônio De Castro Mayer

No seu leito de morte, Dom Antônio de Castro Mayer se recusou a assinar a chamada "fórmula da reconciliação" (o que incluiu uma admissão de que a excomunhão foi realmente efetuada e que nenhuma situação de necessidade existia em 1988) proposta por delegados do Vaticano no seu leito de morte. Ele morreu de insuficiência respiratória em Campos, 25 de Abril de 1991.  Segunda todos que aceitam como válida a excomunhão dele, ele morreu fora da Igreja Católica onde não há salvação, porém isso não é a verdade como temos demostrado!  Que Dom Antônio seja nossa inspiração para continuar na luta contra o modernismo na Igreja!





* O estado de necessidade, como é explicado por juristas, é um estado em que os bens necessários para a vida natural ou sobrenatural estão ameaçados tanto que uma pessoa é moralmente obrigada a quebrar a lei, a fim de salvá-los. "(Is Tradition Excommunicated? P 26).       


    

sábado, 11 de abril de 2015

CNBB retire o apoio a esta equivocada reforma política bolivariana como apresenta no texto-base da Campanha da Fraternidade 2015

CNBB retire o apoio a esta equivocada reforma política bolivariana como apresenta no texto-base da Campanha da Fraternidade 2015




A CNBB, com o texto-base da Campanha da Fraternidade de 2015, confirma que é hoje extensão do Foro de São Paulo e, de modo especial, do PT, ao explicitar sua adesão e comprometimento com a revolução bolivariana em curso na América Latina, com uma reforma política plebiscitária, que se volta contra a democracia representativa, propondo a sovietização no Brasil.
A CF-2015 propõe a “radicalização da democracia”, corroendo-a em demagogia, pois a chamada “democracia direta” como defende, é o instrumento anárquico para subverter a ordem jurídica e propiciar a implantação do socialismo em nosso País. O alinhamento ideológico da CNBB, à esquerda e ao socialismo, como quer o Foro de São Paulo e o PT, é evidentíssimo e cada vez mais escancarado. O que antes se suspeitava, agora está mais do que comprovado. Os assessores da CNBB [intelectuais orgânicos, gramscianos], que tanto influem os bispos , sabem que paróquias e dioceses estão reféns desse “alinhamento” e de tais forças, e funcionam como tentáculos do grande polvo que se tornou a CNBB, a serviço dos interesses políticos do Foro de São Paulo e do PT.
Aos poucos, a sã doutrina moral e social da Igreja é esvaziada de seus conteúdos e substituída pela ideologia bolivariana, que quer implantar a “Pátria Grande” socialista, projeto este que vem sendo trabalhado há décadas, e agora parece ter encontrado a conjuntura política favorável para isso. Aliás, o projeto da “Pátria Grande” já é mencionado no próprio Documento de Aparecida (2007), e com a reforma política bolivariana em curso hoje no Brasil (com a conivência, cumplicidade e apoio ostensivo da CNBB), prepara o País [na tática da rã cozida lentamente] a aceitar a revolução comunista travestida de democracia, com a retórica do apelo à “democracia direta”, para a subversão total da ordem jurídica e política, com a ideologização da fé em detrimento da doutrina religiosa. Com isso, os setores católicos à esquerda e muitos que desconhecem o que está acontecendo, manipulados pela CNBB, deixam-se usar para tais fins perversos, pois os assessores da conferência episcopal brasileira sabem da capilaridade da Igreja, e pouco se importam com os efeitos dessa reengenharia social que ajudam a promover. São padres e bispos que querem o paraíso terrestre, aqui e agora, aceitam o populismo, o imanentismo e até o panteísmo, em se tratando de buscarem manter seus confortos, nos postos em que estão, e, no campo das ideias, convergir cristianismo e comunismo, mesmo sabendo que o Magistério da Igreja é categórico em condenar o socialismo e o comunismo. Mas, para Frei Betto, por exemplo,”o cristianismo é essencialmente comunista”. E então, a teologia da libertação (mais viva hoje e com mais poder) chegou aonde não devia estar, bispos e cardeais estão encantados com a nova utopia da “Pátria Grande” latino-americana. Tais prelados dão todo respaldo para reabilitar os “teólogos da libertação”, para conseguirem a revolução tão desejada por muitos, desde os anos do Vaticano II.
Não é só a reforma política sovietizada que querem no Brasil, mas em toda a Igreja. E a revolução no continente latino-americano é hoje expressão da obsessão bolivariana, insuflada pela teologia da libertação, para alcançarem os propósitos de poder acalentados a tanto tempo. Afinal, desde 1985, com o primeiro encontro de Fidel Castro com os bispos cubanos (depois da revolução de 1959), que o projeto bolivariano começou a ser gestado concretamente para fazer da integração da América Latina o novo bloco regional socialista, sonhado tanto por Fidel Castro. Mas o próprio Fidel sabia que isso só seria possível instrumentalizando a Igreja, inoculando em seu seio, de modo sutil e sofisticado, a subversão da doutrina, com a ideologização da fé. Feito isso, usaria a estrutura física da instituição para dar suporte à nova utopia do bolivarianismo, sem que os católicos se dessem conta do processo, lento e gradual, de corrosão da sã doutrina, pelos agentes da revolução, que conseguiram alcançar, com astúcia, os altos escalões eclesiásticos. Desde o início, o Brasil foi visto como a galinha dos ovos de ouro, pois é um país continental, cujos recursos em muito ajudariam não só Cuba, mas toda a “Pátria Grande” socialista. Mas para fazer a revolução, por dentro, seria preciso contar com a “teologia da libertação”.Mesmo barrada por Ratzinger [especialmente Boff, em 1984], Fidel não desistiu. Ele sabia que ela seria o “fermento na massa” da revolução dentro da Igreja. Mas o próprio Andreas Englisch conta em seu livro sobre Bento XVI, de que não havia chegado a hora da “grande revolução”. E o mesmo Englisch narra o quanto Ratzinger foi boicotado, desde o início. Ele próprio reconheceu em seu livro: “Existe, definitivamente, um grupo anti-Ratzinger dentro do Vaticano”.
O fato é que Ratzinger havia condenado a teologia da libertação, mas Fidel Castro, no ano seguinte à condenação de Boff, explicou pessoalmente a Pedro Casaldáliga:”A teologia da libertação é mais importante que o marxismo para a revolução latino-americana”. “A democracia como método revolucionário” Ao apoiar explicitamente a reforma política que favorerece o projeto totalitário do PT no Brasil, com a constituinte exclusiva, a CNBB endossa assim o afã da esquerda política pela “radicalização da democracia”, que Dilma Roussef inclusive já quis impor com o Decreto 8243, rechaçado pela Câmara dos Deputados. Bolivarianismo este, que significa a implantação do socialismo, a exemplo do que já aconteceu na Venezuela e na Bolívia, etc.
No Brasil, as Campanhas da Fraternidade são parte desta estratégia de doutrinação ideológica marxista e revolucionária, que há anos vem instrumentalizando setores da Igreja (via CNBB, Pastoral da Juventude, e outras pastorais e movimentos), ampliando assim a infiltração esquerdista no seio da Igreja, cujas bandeiras ideológicas e políticas de premissas socialistas contradizem com a sã doutrina moral e social da Igreja. O caso da Venezuela foi bem explicado no programa Força, Foco e Fé [http://forodesaopaulo.org/discurso-do-vice-presidente-da-bolivia-alvaro-….
Nos 24 anos de existência do Foro de São Paulo, Linera conta que o sucesso para instalar governos progressistas e revolucionários na América Latina foi justamente aceitar a democracia como etapa prévia para um processo que deságüe na acalentada revolução socialista, cujos insurgentes latino-americanos, há décadas vem atuando de modo organizado, e sistematicamente nesse sentido. Linera ressalta aos participantes do XX encontro do Foro de São Paulo, que é preciso entender “a democracia como método revolucionário”, e para isso, é preciso “radicalizar a democracia” [é o que propõe a CNBB no documento 91, de 2010, “Por uma Reforma do Estado com Participação Democrática”, chegando à chamada “democracia direta e participativa”, pois só assim será possível o contexto anárquico favorável à revolução socialista, com o método indicado por Linera. Por isso, a reforma política que querem tais grupos (principalmente o PT), no Brasil (apoiada na CF-2015), é a que Dilma Roussef acenou com o Decreto 8243/2014 com a chamada Política Nacional de Participação Social. Mas não foi possível viabilizar tal iniciativa nas instâncias decisórias do Legislativo brasileiro, daí que as ONGs, as entidades, os movimentos, as redes e os coletivos, junto com a CNBB, OAB e outros, defendem a reforma política bolivariana, de modo plebiscitário, com constituinte exclusiva, para efetivar assim as condições políticas para a concretização da integração latino-americana, com Cuba comunista no comando, da “Pátria Grande” socialista. E tudo isso com as bênçãos da CNBB. O fato é que a Igreja Católica está em perigo, e perigo muito grande, com inimigos tão ardilosos, agindo por dentro, e com tão grande poder.

Também veja: A VIA NON SACRA DA CNBB 

terça-feira, 17 de março de 2015

A Bishop in Action: a brother from the Holy Cross Monastery

A Bishop In Action 

By a Benedictine brother of the Holy Cross Monastery.
Translated by Michael Fuller (original in Portuguese here. )

A bishop in action
A greatly anticipated event




By a Benedictine brother of the Holy Cross Monastery, Nova Friburgo, Brazil


In the Benedictine monastery of Nova Friburgo, an event can take us all by surprise!

Such an event can shake some, scare others, surprise many, give hope to others, in particular, and give much hope for many of the traditional Catholic faithful in Brazil and the world. But ultimately, what is this event that may cause such a big impact? It is important, very important. We will have an episcopal consecration!

Yes, my dear faithful, it seems that Providence guided us to this. It seems that we will have the grace, honor, and the privilege of having a consecration in our monastery.
On this day, this great and beautiful ceremony will be marked forever in the memory and history of each of us as an indelible mark of faith and charity.

But many could criticize us, they might object saying – “What a scandal, why did it come to this? What is the need?  What for? Why the need for more testimonies ... What do you think?"
To these criticisms and objections we respond with the following: Firstly, what we are doing is for the honor and greater glory of God; Secondly, for the good of souls; thirdly, for the safety and care of the Resistance.

Yes, my dear friends, our fight is for tradition, our combat is the defense of the Catholic faith, our fight is the immutable doctrine, the liturgy of all times, the everlasting sacraments, the incorruptibility of the work of Archbishop Lefebvre through the development of the Priestly Union of his most faithful children. And they continue, despite the weaknesses and deficiencies, with God's grace and the help of the Most Holy Virgin the great task of fighting for Christ the King, the firm and enduring blockade that is the Resistance.

From another angle, our struggle has been and will continue to be, always, against any pernicious error that threatens the rights of God and the Church, our fight is maintained against any liberalism and its expanding variations, it is openly spreading all over the place, trying to penetrate even into Catholic circles.  Such penetration endangers our faith, endangers the precious virtue of faith.  Now, and is this not what happens to those who come into contact, direct or indirect, with liberals and modernists? They end up in one way or another, sooner or later, quickly or slowly letting themselves become infected by a non-Catholic spirit, by a subversive spirit. An example of this was the disaster of Second Vatican Council and its terrible fruits - ecumenism: meeting of Assisi, religious freedom: proliferation of sects, collegiality: dissemination of hierarchical authority, etc.

Already very evident, "non possumus", we cannot approach the current Rome without first witnessing its conversion, without first seeing Rome make a clear and public profession of the integrity of the Catholic faith. We are not naive, however their aggressive attacks are not as blatant, they are smart, they know how to wait, wait for the right moment to strike, to impose their will. They know how to wait, like an old fox of the woods - experienced and skilled in its business - which is hidden in the bush waiting for the victim to go to spring on it and have it in its claws, between his teeth.

While the adulterous and conciliar Protestant Rome persists in its error in its conduct, maintaining a distance is necessary: distance of its liberalism, its liberalism, its apparent farce of Catholicism. There is a necessity of maintaining distance.

And what do we see in the Society in recent times?

The misconduct that the Neo-SSPX is doing is an approach with Rome that creates connections that awaken and stimulate reconciliation, a regularization. But without the return of Rome the Holy Faith, this is impossible, it is unthinkable, it is to go against the principles that guide the foundation of the Society. It would be a going with what is unacceptable. And therefore, it will never be able to restore all things in Christ, "Instaurare omnia in Christo".

Like it or not, the fact is - the Society is already striding down the slope of openness to the world, to liberalism, with very human visions of theological issues, the doctrinal problems, and extending calmly and slowly its arm with the pen in hand to sign the papers of a future agreement. But sooner or later is it likely to come out with a deal? Only God knows. We speculate that it is probable, that it is predictable, it is not impossible. What to do? Do good, avoid evil. Wait and see what happens. The time and prayer will tell us, but and above all, pray a lot, as a bishop wisely says- 15 mysteries every day - so that the worst does not happen and evil does not triumph.

Warning: It (the Society) is already dispersing the little flock that is fighting modern errors, diverting the armies of Tradition by crooked ways. The few faithful sheep are already in company with the ravening wolves. Great care is required.

And the Resistance what will it do about all this that is happening? Act, react, take action in response - with: Operation Consecration! It is a daring, risky petulance, but it is necessary.

I hear the voices soar ... I hear the echo agitators, arguing - What recklessness! What schismatic spirit, acting without reason, without seeing the consequences of their actions, that lack of judgment and discernment. Surely not! We believe that there is no better way to judge such a thing as an act of obligation before God and our good companions - priests, religious, faithful.

We are confident, and confidence, according to St. Thomas, is a hope strengthened by solid conviction that our trust is in God and Our Lady. Not in our mere and little strength because human things are weak and feeble, but in the aid and approval of our Father and our heavenly Mother.

Now, more than ever, now what we want, what we need are truly Catholic bishops, bishops faithful to the legacy of Archbishop Lefebvre, the legacy of Bishop De Castro Mayer, to save valuable treasures of Catholic orthodoxy, doctrinal integrity which is nothing if not fidelity to tradition. They (the bishops) in being confirmed in the faith, ensure the doctrine, to pass on what has been received.
Already in our position regarding the approach to Conciliar Rome - we have and will continue to have a position of distance, a necessary maintenance of distance, but observant, constant but weary of the occupied, progressive Rome that corrupted the eternal notion of Truth, committed adultery with the faith, the sacraments, the liturgy, theology in almost all its entirety. Without its return to the One Catholic faith in its entirety and amplitude we cannot have accord, we cannot unite, we cannot put ourselves under an authority that has lost the perennial faith, an authority that has lost the immutable truth.

They are unreliable, however well-intentioned they are not credible.
The progressive trend is dangerous, and everywhere they tried to slay the reign of Christ the King, let the souls be lost, descristianize the world. These are the things they want, after all, are they not  the worst enemies (modernists) of the Church?

We have to oppose it and battle in the opposite direction. Working for Christ the King, for his kingship, for the salvation of souls and Christianization of society. These are our goals.  And Archbishop Lefebvre and Bishop De Castro Mayer did not think different! For them this was the course, the goal, the path to go, with the help of Providence and the Immaculate.

Our line is already drawn, our position is already signed, signed on the rock, our position is that of Archbishop Lefebvre, it  is the same of St. Pius X, it is that of Bishop Williamson, it is the position of Our Lord Jesus Christ, it is they whom we follow and we will not turn away or desist.

We resist! Resistant! Resistance! We will not hand over our weapons. And what is our greatest weapon? The armor of faith. That St Joseph aids us through the intercession of the Virgin Mary.

Episcopal consecration - Monastery of the Holy Cross,
Nova Friburgo / RJ - Brazil
Time: 09:00 am
Elected: Rev. Jean Michel Faure.
The hands of H.E. Bishop Richard Williamson
Date: March 19, 2015 - Feast of the Glorious St. Joseph, Spouse of the Virgin Mary and the Church Universal Shield

Salve Maria, guardian of the Faith!


Viva Cristo Rey!

quarta-feira, 11 de março de 2015

Catecismo da Obediência

CATECISMO DA OBEDIÊNCIA

ONDE ESTÁ OBEDIÊNCIA CATÓLICA HOJE?

O QUE É obediência?

Ele era-lhes submisso - Lucas 2:51
A obediência é a realização das ordens dos seus superiores legítimos, com a intenção de levar a cabo a sua vontade. Católicos estimamos especialmente a obediência, por causa do exemplo do próprio Cristo, e porque em seus legítimos superiores vêem os representantes do próprio Cristo. "Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores, porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por  Deus." - Romanos 13: 1

Ele se humilhou, tornando-se 
obediente até à morte,
 e morte da cruz - Fp 2: 8


OBEDIÊNCIA CATÓLICA É SEMPRE OBEDIÊNCIA Dentro da Tradição
OBEDIÊNCIA E A FÉ
É o ensinamento da Igreja que a obediência é parte da justiça, uma das quatro virtudes cardeais, que são, por sua vez subordinadas às virtudes teologais da fé, esperança e caridade.
A fé é a maior do que a obediência! Portanto, se a obediência age para prejudicar a fé, então o católico tem o dever de não obedecer o seu superior. "Agora, as vezes, as coisas ordenadas por um superior são contra Deus, portanto superiores não devem ser obedecidos em todas as coisas. - Santo Tomas Aquino, doutor da Igreja . - [Summa Theoligica II-104 IIQ] Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema - Gálatas 1: 8




"Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei." - Corintians XI: 23
A fé e tradição
As verdades de nossa fé foram recebidas até pelo próprio Jesus como uma tradição ou entregando-se do Seu Pai.
Jesus respondeu-lhes, e disse: "A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou." - João 7:16
"Jesus disse-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo que o Filho de si mesmo nada pode fazer, senão o que vir o Pai fazer, porque tudo  quanto ele faz, o Filho o faz igualmente." - João 5:19
"Porque eu não falei por mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, esse me deu mandamento quanto ao que dizer e como falar." - João 12:49 . Da mesma forma, o Senhor entrega a fé a nós como uma tradição através dos nossos legítimos superiores que são obedientes à fé. "Porque eu lhes dei as palavras que tu me deste, e eles as receberam." - João 17: 8

Mas muitos católicos, esquecendo-se de que a obediência católica é relativa à Fé e Tradição, acham que a obediência é um absoluto, com apenas um oposto, desobediência.
Eles estão enganados. A verdadeira obediência tem dois opostos: Erro por Defeito - DESOBEDIÊNCIA & erro por excesso - OBEDIÊNCIA FALSA!
Erro por Defeito: DESOBEDIÊNCIA
A verdadeira obediência
De acordo com o grande teólogo, Santo Tomás de Aquino, a verdadeira obediência é um equilíbrio entre os erros individuais de defeito e excesso, que são desobediência e falsa obediência (ad IIaIIae, Q104,5 3). Hoje, este segundo erro é comum entre os católicos que, quando eles seguem ordens para afastar da Tradição, pensam que estão sendo obedientes.
Erro por excesso: OBEDIÊNCIA FALSE

O pecado de nossos primeiros pais e a origem de todos os pecados do mundo foi um pecado da desobediência
A obediência é a servidor da fé .... NÃO DE OBEDIÊNCIA.(- Provérbio espanhol) superiores humanos não precisam ser obedecidos, se as suas ordens violar a fé. Tal era a obediência dos mártires. Deus deve sempre ser obedecido não importa o que Ele pode pedir de nós. Tal era a obediência de Abraão, o Patriarca.

Zelo excessivo, mesmo para a obediência, se indiscreto, certamente levará a uma grande queda.
O pecado de nossos primeiros pais e a origem de todos os pecados do mundo foi um pecado da desobediência
Deus deve sempre ser obedecido, não importa o que Ele nos peça. Tal era a obediência de Abraão, o Patriarca.
Zelo excessivo, mesmo para a obediência, se indiscreto, certamente levará a uma grande queda.
Erro por Defeito
Minha própria consciência é a minha autoridade absoluta.
A verdadeira obediência
Deus através da Sua Igreja Católica tem autoridade absoluta sobre a minha consciência MAS em última instância Deus deseja que eu julgue as coisas, se sua hierarquia está partindo de seu ensino. (comunhão para os gays por exemplo) A obediência aos homens tem limites - Gálatas 1: 8-9

Erro por excesso
A hierarquia da Igreja é a autoridade absoluta. A obediência não tem limites.
Erro por Defeito
O Papa não tem autoridade sobre mim.
A verdadeira obediência
O Papa, como Vigário de Cristo, é dado por Cristo autoridade direta sobre toda a Igreja, mas ele não é infalível em tudo o que ele diz ou faz

Erro por excesso
O Papa é infalível em tudo o que ele diz e faz.
Erro por Defeito
Não há respeito devido aos "superiores".
A verdadeira obediência
Legítimos superiores devem ser respeitados como os representantes de Cristo , MAS se eles se afastarem gravemente da fé católica, eu posso até repreendê-los em público - Gálatas 2: 11-14

Erro por excesso 
Eu nunca posso criticar qualquer superior sob quaisquer circunstâncias.
Erro por Defeito
Não vou obedecer os homens, mesmo eles pretendendo ser servos de Deus, sejam eles bispos ou padres.
A verdadeira obediência
Terei prazer em obedecer aos servos designados de Deus, bispos ou padres legítimos mas não quando eu sei que eles estão levando os homens para longe de Deus.

Erro por excesso
Eu vou obedecer os bispos ou padres, mesmo quando eles desobedecem a Deus, abandonando Tradição.
Erro por Defeito
Eu protesto contra os líderes da Igreja que afirmam ter autoridade.
A verdadeira obediência
Eu sempre vou respeitar as autoridades da Igreja como tal - João 18: 23; Atos 23: 5, mas eu não preciso seguir os líderes da Igreja que violam as tradições da fé.

Erro por excesso
Quem protesta contra qualquer coisa que um oficial da Igreja faz ou diz é protestante.
Erro por Defeito
Punições da Igreja, como a excomunhão ou suspensão, são sem sentido.
A verdadeira obediência
Punições da Igreja são instrumentos assustadores da lei de Deus, quando válidas MAS quando são sem fundamento eles não são válidas Código Antigo, c.2242; Novo Código, c.1321.

Erro por excesso de
Suspensões ou excomunhões, mesmo injustas ou impróprias são juridicamente válidos.
Erro por Defeito
Não vou assistir nenhuma missa católica
A verdadeira obediência
Devo assistir missa católica, mas não sou obrigado a assistir a Missa Novus Ordo, porque destrói a fé católica.

Erro por excesso
Vou assistir mesmo uma missa protestantizada se os meus superiores me mandam fazer.
O insensato Gálatas, quem vos fascinou a vos, ...... quem vos impediu de obedecer à verdade? - Gl 3: 1, 5: 7
Importa antes obedecer a Deus que aos homens .... Atos 5:29 E não há nenhuma razão para que aqueles que obedecem a Deus do que aos homens devem ser acusados ​​de recusar a obediência; pois se a vontade dos governantes se opõe à vontade e as leis de Deus, esses governantes ultrapassam os limites do seu próprio poder e pervertem a justiça, nem pode a sua autoridade, em seguida, ser válida, o qual, quando não há justiça, é nulo. - Leo XIII, "Illud Diuturnum"
"O golpe de mestre de Satanás foi, portanto, o de difundir os princípios revolucionários introduzidos na Igreja pela autoridade da própria Igreja, colocando essa autoridade numa situação de incoerência e contradição permanente. " (ie. Falsa obediência).- Arcebispo Marcel Lefebvre

Mas ao defender a desobediência aos funcionários da igreja moderna, em alguns casos, não estamos incentivando a anarquia e desordem na igreja? NÃO! São os modernistas que estão causando anarquia e confusão por desobedecer tradições sagradas. OBEDIÊNCIA CATÓLICA DEVE SER SEMPRE À FÉ.
Assim foi no Dia de São Pedro -
Onde há um perigo para a fé, os prelados devem ser repreendidos, mesmo publicamente, pelos sujeitos. Assim, São Paulo, que foi objecto de São Pedro, o repreendeu publicamente.
St. Tomás de Aquino, Comentário sobre a Epístola aos Gálatas 2:14 Assim foi no Dia de São Belarmino - Quando o Sumo Pontífice pronuncia uma sentença de excomunhão, que é injusto ou nulo, ele não deve ser aceito, sem, contudo, afastar-se do respeito devido à Santa Sé. SãoRoberto Belarmino Por isso, ainda deve ser hoje -

Toda a autoridade disciplinário, toda a obediência a um bispo pressupõe a pura doutrina da Santa Igreja. A obediência ao bispo está fundamentada na fé completa no ensino da Santa Igreja. Assim que a autoridade eclesiástica rende ao pluralismo em questões de fé, perdeu o direito de exigir obediência aos seus preceitos disciplinares. - Professor Dietrich von Hildebrand, The devasted Vineyard (Chicago, 1973), pp 3-5
A obediência a erro manifesto é pecaminoso e as obrigações a obedecer cessa uma vez que são ordenados a fazer algum mal. Ajudar a destruir a Igreja, em nome de "obediência" também é pecaminoso. A obediência cega não é, e nunca foi Católica (isto é porque a verdadeira obediência pode nunca entra em conflito com a vontade de Deus, ou seja, que não podem contradizer as Igrejas de ensino constante).
A história da Igreja nos dá vários exemplos de santos que, a fim de manter-se fiel, resistiram as autoridades da Igreja (e sequer foram excomungados) que estavam errados. Assim St. Godefrey de Amiens, St. Hughes de Grenoble e Guy de Vienne (que mais tarde se tornou Papa Calisto II) escreveu ao Papa Pascal II que estava oscilando referem "ao investiduras": "Se, o que absolutamente não acredito, você faria escolher um outro caminho e se - Deus me livre - recusar-se a confirmar as decisões da nossa paternidade, você iria forçar-nos longe de obedecer a você ". (Bouix, Tract, de Papa, T. II, p. 650).
Ficamos a saber que Santo Atanásio tinha que "desobedecer" o Papa Libério. Mas essa aparente "desobediência" não era desobediência real, mas sim a verdadeira obediência à Igreja e seu ensinamento constante.
Na Summa Theologica, Art Q.33 4, St. Thomas Aquinas deixa claro que somos obrigados a corrigir até mesmo a sua palavra superior "se a fé está em perigo um assunto deveria repreender seu prelado, mesmo publicamente. Daí Paul, que era sujeito de Pedro , repreendeu-o em público, por conta do perigo iminente de escândalo acerca da fé, e, como o brilho de Agostinho diz no Gal 2:11: ". Peter deu um exemplo aos superiores que se em algum momento eles devem acontecer vaguear do caminho reto, eles não devem desprezar a ser repreendido por seus súditos ".
Tornamo-nos obedientes à Igreja e aos seus funcionários somente quando nos tornamos obedientes ao constante ensinamento da Igreja como ensinada pelo Magistério ao longo dos tempos. Se o que é ensinado por um agente designado de Deus (bispo, padre ou papa) é contrária à doutrina católica, em seguida, eles não estão a ser obedecida, mas mesmo repreendeu publicamente (Tito 1:10) em que já não falar em nome da igreja, mas tornar-se representantes de sua própria novidade.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Via Sacra da CNBB 2015

A VIA NON SACRA da CNBB


Este ano como parte da Campanha da Fraternidade (Igualdade e Liberdade) como propaganda para a Teologia de Libertação e doutrina maçônica da CNBB, foi mandado às paróquias uma 'Via Sacra' versão correspondendo à Campanha da Fraternidade. Gostaria fazer uma breve comparação da Via Sacra de blasfêmias da CNBB com a Via Sacra do grande bispo de Campos, Dom Antônio de Castro. Me parece interessante que em muitos aspectos são opostas e contrárias. 
O Leão de Campos

No começo recebemos uma apresentação do Bispo Conciliar Auxiliar de Brasília, Leonardo Ulrich Steiner. Começa tentando explicar o que é Quaresma sem fazer nenhuma referência ao pecado, penitência, alma, salvação, inferno, e Julgamento Final. Brevemente fala sobre jejum como um jeito de ser "reintegrados" e da um pouco de ênfases à ressurreição. Nas seguintes páginas da apresentação se enfoca na Igreja na sociedade até ambiguamente definindo a Igreja e os cristãos assim: "A Igreja, as comunidades de fé, os cristãos, são ativos na sociedade. Eles, pelo diálogo e pela caridade, cuidam das pessoas que são excluídas da sociedade." Eu me pergunto, depois de ler esta definição, quem são aquelas pessoas "excluídas da sociedade". Ahh mas devemos meditar nos coitados dos oprimidos que são os gays querendo casar-se quer dizer? Será que se refere aos drogados que andam em todos os bairros de Brasil fumando maconha abertamente em frente da sociedade? Se ele for um pouco mais específico, tal vez eu saberia quem são eles "excluídos da sociedade" para andar logo e cuidar deles. Tal vez nem preciso mencionar que não foi possível para ele dar esta apresentação sem citar 3 vezes o que ele disse é o "DOCUMENTO CONCILIAR. Lumen Gentium" é uma vez a alegria do Evangelho que é a Exortação herética Evangelii Guadium de Francisco. Notavelmente, é um lema recorrente de ALEGRIA e ESPERANÇA e ALEGRIA nesta "Via Sacra" que a CNBB está empurrando no pouco que fica católico das dioceses. Como vão ver, estes modernistas entendem muito bem a lei de oração que disse "lex orandi, lex credendi est", cremos como rezamos e não ao contrário. O que rezamos e professamos é o que cremos. Assim estão sufocando a fé do Brasil. Assim como tudo é uma celebração e festa para os modernistas, decidiram dar a esta "Via Sacra" o título "Celebração Da Via Sacra" (página 7). Quem celebraram a "Via Sacra" do Senhor foram os que o crucificaram. Ingênuo este nome. O início começa lembrando ao Senhor que a Igreja é a "servidora da humanidade" em vez do que rezamos todos os dias na Angelus: ecce ancilla Domini! As palavras doces da Santíssima Virgem, "eis aqui a serva do Senhor". Porém a igreja conciliar é a serva da humanidade, e em outros términos a escrava do governo mundial como também seus membros serão. Continua rogando ao Senhor pelo fruto de justiça em nossa sociedade, e que nos tornamos construtores da sociedade fraterna e começa o Hino CF 2015 com uma primeira citação de Gaudium et Spes (alegria e esperança n. 2). Complementarem o hino com o refrão em linha com a TL e Francisco: "Quero uma Igreja solidária, servidora e missionária, que anuncia e saiba ouvir. A lutar por dignidade, Por justiça e igualdade, pois "Eu vim para servir" (Eu quero) Que parte da Via Sacra se trata com o que eu quero? A lutar por dignidade. A dignidade humana tem toda ênfases neste canto. Nada que ver com Deus. Igualdade, nos ensina que precisamos lutar por igualdade. Acho que nem preciso explicar que tanta besteira fizeram com este canto. Termina o refrão com o lema da CF "Eu vim para servir", servir a humanidade é o sentido das palavras e nem escondem esse fato. Melhor damos uma olhadinha ao começo da Via Sacra escrita por Dom Antônio, uma Via Sacra de verdade.
Campanha da Fraternidade, busca de igualdade.

"ORAÇÃO PREPARATÓRIA Meu Senhor Jesus Cristo, disponho-me a acompanhar-Vos no caminho que trilhastes do pretório de Pilatos ao Calvário, para Vos imolardes por minha salvação. Peço-Vos a graça de me conceder grande dor e arrependimento de ter pecado, causando vossos atrozes sofrimentos, e que vosso Sangue preciosíssimo infunda em minha alma o propósito firme de nunca mais pecar." 

O resto do canto da versão da "Via Sacra" da Campanha da Fraternidade só fala mais besteira: 2. "Os grandes oprimem, exploram o povo, mas entre vocês bem diverso há de ser". A luta entre as classes. Marxismo! Uma frase que explica bem o objetivo desta "Via Sacra", pensar só no povo e promover a diversidade como o único mandamento. Ser diverso nós dizem. Nada sobre nossos pecados! Qualquer que tinha feito um curso de sociologia numa universidade secular sabe que a "diversidade" se refere aos gays e travestis. Em vez de tentar consolar Deus para nossos pecados na Via Sacra, a CNBB escreveu uma versão para provocar o povo a "servir a humanidade" e "ser diverso". Diabólico! Só continua o canto falando sobre "as chagas do ódio e da intolerância" e que "eu quero" uma Igreja "de portas abertas, sem medo de amar!" Nem uma só palavra sobre a Via Crucis do Senhor levando Sua cruz. Nem uma só palavra sobre a paixão de Nosso Senhor. Com apenas 2 frases, Dom Antonio conseguiu colocar-nos mentalmente no caminho da Cruz e ser arrependidos por nossos pecados, e comparando com o canto de início de 2 páginas da versão da CNBB exatamente o contrário. 

1a Estação 
Jesus é preso e condenado à morte. 
Depois de ler sobre a agonia no horto com ênfases no amor fraterna o dirigente pede que compreendamos "se constrói a fraternidade e a paz" e que nós dê um coração sensível convocando todos a pedir do Pai que sejamos uma "Igreja viva, testemunha da fraternidade". 

 A Via Sacra de Dom Antônio começa sem inovação com Jesus na presença de Pilatos: "Cedendo aos clamores dos judeus, Pilatos condenou Jesus à morte na Cruz. O que levou os judeus a pedirem a morte de Jesus Cristo foi sua infidelidade. Quiseram seguir uma religião do seu agrado, e não a Religião revelada pelo Filho de Deus humanado. Nisto imitaram a desobediência de Adão e a rejeição da vontade de Deus. Nós estamos na mesma miserável condição. Humilhemo-nos e peçamos a Nossa Senhora nos alcance a graça de sermos fiéis à Santíssima Vontade de seu Divino Filho." 

Com toda a doutrina Católica, Dom Antônio explica como os Judeus rejeitarem nosso Senhor porque queriam seguir uma religião de seu agrado. Nós lembra dos clamores da CNBB repetindo que "eu quero uma Igreja" assim ao seu gosto descontentes com a Tradição católica! Dom Antônio nos lembra do pecado original e toda nossa condição miserável em vez de "dignidade" e nós leva a humilharmos. 

Em vez de rezar por fraternidade, igualdade, e liberdade, como faz a "Via Sacra" da CNBB, a Via Sacra de Dom Antônio harmoniosamente termina cada vez com um ato de contrição e uma oração por os fiéis defuntos. 

2 Estação 
Jesus Carrega A Cruz 
Depois de ler brevemente sobre Pilatos e o povo pedindo que Jesus seja crucificado e Pilatos dizendo que está inocente desse sangue, leitor 2 fala que: "Uma sociedade, na qual milhões de pessoas são excluídas, impossibilitadas dos bens necessários à vida; uma sociedade que produz a cada dia novos pobres e miseráveis e mata os inocentes, se torna também responsável pelo seu sangue." Esta Via Sacra está fazendo a paróquia meditar no povo mesmo, eliminando tudo que tem que ver com a religião católica. Depois o dirigente pede que ninguém esteja excluído da sociedade porque todos temos "igual dignidade". Essa "dignidade" mesma que pediu que seu sangue caísse sobre nós. Esta "Via Sacra" é sobre nós! Coitado de nós! E todos terminam rezando pelas pessoas que "carregam a cruz da desigualdade". Rezamos contemplando a falta de emprego nessa Via Sacra, porém apenas está começando. 

Dom Antônio nós recorda que Jesus leva a Cruz a Ombros e que: "Depois da vigília no Horto das Oliveiras e da atrocíssima flagelação, Jesus se submete ainda ao sacrifício de carregar a Cruz até o Calvário. Jesus o fez para reparar os nossos pecados. Aprendamos que sem sacrifício e o habitual espírito de mortificação, nossa religião é vã, vazia, sem merecimento. Peçamos a Nossa Senhora a graça de aceitar com alegria as mortificações que nos impõem o cumprimento de nossos deveres de estado." 

3 Estação 
Jesus Cai Pela Primeira Vez 
Depois de ler duas frase sobre a primeira queda de Jesus, leitor 2 começa de novo com as bobeiras de "sem considerar o próximo...não haverá paz social, nem respeito verdadeiro pelos autênticos valores humanos." Cada vez mais me parece que a CNBB está obsessiva com "valores humanos". O dirigente continua, "prossigamos na busca por dignidade, por justiça, e por igualdade." A Via Sacra da CNBB é tudo menos uma busca de Deus, é uma busca por nós e o que queremos, é uma busca por o coitado de nós e paz social, humanidade e tudo que ver com a adoração de homen no lugar de Deus. Todos estão exigidos a rezar que "sejamos uma Igreja samaritana aos desamparados e marginalizados da sociedade." Coitado de nós! 

Agora uma dose de sanidade de Dom Antônio: "Já esgotado pela insônia, fome e perda de sangue, Jesus sucumbe ao peso da cruz e cai por terra. Nos desígnios de Deus, esta queda é para descontar as ofensas de nossos pecados, e para nos alertar contra nossa presunção. Por nós mesmos só vamos de pecado em pecado, de queda em queda. Peçamos a Nossa Senhora nos alcance a graça da vigilância na oração e da fuga das ocasiões de pecado." 

E aqui temos a "Via Sacra" da CNBB reclamando sobre a falta de respeito humano e os marginalizados da sociedade e a versão de Dom Antônio lembrando-nos de nossos pecados que causarem a queda de Jesus para alertar-nos contra nossa presunção. 

4a Estação 
Jesus se encontra com sua mãe. 
Depois de ler um pouco sobre a profecia de Simeão e leitor 2 humanizar o sofrimento de Nosso Senhor, o dirigente começa a falar sobre as mães que "sofrem com seus filhos no atendimento à saúde, com a educação deficiente, com a falta de qualificação para o trabalho, com as drogas e com a violência." Caras dioceses, jogam esta "Via Sacra da CNBB" na lixeira e reza uma Via Sacra que vale pelo Amor de Deus, e não pelo amor da humanidade! 

Dom Antônio: "Na agonia no Horto do Getsêmani e no processo infame a que foi submetido seu Divino Filho, esteve ausente Maria Santíssima. Quando, porém, vai Ele consumar o sacrifício da redenção do mundo, Ela se apresenta. É que ambos, Jesus e Maria, no decretos do Altíssimo, estão como identificados na missão redentora do homem. É como Mãe dos remidos que Maria coopera na obra da salvação. É a esta Mãe que recorremos para nos assegurar a fidelidade a seu Divino Filho, em meio da sociedade paganizada que nos envolve." 

Repito ainda que a CNBB não gosta, " É a esta Mãe que recorremos para nos assegurar a fidelidade a seu Divino Filho, em meio da sociedade paganizada que nos envolve." 

5a Estação 
Simão, o Cireneu, ajuda Jesus a carregar a Cruz 
A quinta estação começa mais o menos bem e até o fim que começa falar trás o dirigente sobre "o peso da cruz da enfermidade e da violência" o que realmente são os resultados do pecado, pecado que nem uma só vez aparece neste livrinho da "Celebração da Via Sacra". Continua com mais lixo marxista: "Na sociedade em que os grandes oprimem e exploram o povo, fazei que a Igreja seja o amparo dos pobres e injustiçados." Conflito entre as classes o que promove esta Campanha da Fraternidade (Igualdade e Liberdade). 

Pio XI nós avisa sobre esta doutrina dos marxistas na encíclica Divini Redemptoris (9): "...Essa doutrina proclama que não há mais que uma só realidade universal, a matéria, formada por forças cegas e ocultas, que através da sua evolução natural, se vai transformando em planta, em animal, em homem. Do mesmo modo, a sociedade humana, dizem, não é outra coisa mais do que uma aparência ou forma da matéria, que vai evolucionando, como fica dito, e por uma necessidade inelutável e um perpétuo conflito de forças, vai pendendo para a síntese final: uma sociedade sem classes. É, pois, evidente que neste sistema não há lugar sequer para a idéia de Deus; é evidente que entre espírito e matéria, entre alma e corpo não há diferença alguma; que a alma não sobrevive depois da morte, nem há outra vida depois desta. Além disso, os comunistas, insistindo no método dialético do seu materialismo, pretendem que o conflito, a que acima Nos referimos, o qual levará a natureza à síntese final, pode ser acelerado pelos homens. É por isso que se esforçam por tornarem mais agudos os antagonistas que surgem entre as várias classes, da sociedade, porfiando porque a luta de classes, tão cheia, infelizmente, de ódios e de ruínas, tome o aspeto de uma guerra santa em prol do progresso da humanidade; e até mesmo, porque todas as barreiras que se opõem a essas sistemáticas violências, sejam completamente destruídas, como inimigas do gênero humano." 

E agora o Leão de Campos: "A breve trecho, no caminho do Calvário, convencem-se os verdugos do Salvador de que pela extrema debilidade, conseqüência das torturas a que tinha sido submetido, Jesus Cristo não estava em condições de carregar o seu patíbulo até ao cimo do monte. Forçaram Simão de Cirene a carregar a cruz do Salvador. Nossa salvação, por vontade de Deus, não se realiza sem nossa cooperação. Precisamos, a nosso modo, ajudar Jesus Cristo a carregar a Cruz. E o fazemos quando não nos conformamos com a maneira de proceder de uma sociedade que, na prática, se afastou da austeridade cristã. Que Nossa Senhora nos alcance esta graça." 

Permitam-me dar um pouco de ênfase nesta última frase, "E o fazemos quando não nos conformamos com a maneira de proceder de uma sociedade que, na prática, se afastou da austeridade cristã." Se for vivo nosso querido bispo de Campos. Se pudesse estar conosco nestes tempos escuros! 

6a estação 
Verônica enxuga o rosto de Jesus 
Depois de umas leituras e uma citação de "Gaudium et Spes", o dirigente pede a Deus que renovasse a Igreja colocando ênfase nas pessoas com "rostos desfigurados pelo ódio e pela intolerância de nosso tempo" e convoca todos a rezar que "sejamos uma Igreja fraterna" de novo. Só mais adorando o povo oprimido. 

Dom Antônio de Castro Mayer: "Do meio daquela multidão sádica que formava o séquito nefando do Salvador no caminho do Calvário, destaca-se uma mulher forte que, arrostando a arrogância dos soldados, aproxima-se de Jesus e com uma toalha Lhe limpa o sagrado rosto, desfigurado pelo sangue da coroa de espinhos, pelos escarros dos sicários do Sinédrio e pelas bofetadas da soldadesca bestial. Admiremos envergonhados a fortaleza desta mulher e peçamos a Nossa Senhora nos alcance a graça de nunca trairmos, por respeito humano, nossa religião, com nosso procedimento. " 

7a estação
Jesus cai pela segunda vez 
Aqui o Leitor 2 nós assegura que "o reino que Jesus anuncia e convida o ser humano a participar é o Reino do amor, da vida e da justiça, não o da corrupção, da exploração, do abuso do poder e da força. Quando não há respeito pela pessoa humana e essa é tratada como mercadoria de lucro, a queda é inevitável. Existe pior queda do que essa? O caminho da cruz do cotidiano é duro e penoso. Nem por isso a cruz de nossa missão deve ser abandonada." 

Eu, sinceramente, não posso acreditar o que acabo de ler. As palavras alma, eternidade, salvação, inferno, e céu estão faltando da "Via Sacra" da CNBB mas não só isso agora nós estão dizendo que o reino do Senhor é coisa para os mundanos. De todas as quedas, nós pergunta retoricamente, existe uma queda pior do que falta a respeito às pessoas? Sim eu respondo! Existe! Existe a queda ao pecado mortal que nós tira da salvação do Senhor e nós causa a perdição de nossa alma, a mesma queda ao pecado que é a causa da queda do Nosso Senhor no caminho ao Calvário! Que bestiais esta CNBB tirando meditação do Senhor para refletir só no povo perguntando-nós se existe pior queda do que falta de respeita para um humano. Blasfêmia! A falta de respeita nas paróquias ao Corpo, Alma, Sangue, e Divindade de Nosso Senhor nos abuso da liturgia que todos os brasileiros que sabem acontece frequentemente! A falta de respeito a Deus. A falta de respeito para com o Sagrado! Estes apóstatas não merecem ocupar a posição na Santa Igreja que ocupam! Como podem? Pior queda do que essa? Sim existe sem vergonhas! 

Quem escreveu e mandou publicar este lixo não tem nem uma pequena fração da dignidade e respeito a Deus que tinha o bispo de Campos. "Não obstante o auxílio do Cirineu, a enorme fraqueza do Salvador fê-lo cair uma segunda vez no caminho do Calvário. Esta segunda queda do Salvador lembra nossas repetidas culpas e, de outro lado, da infinita misericórdia de Deus, que só espera nosso arrependimento para nos soerguer. Que a fraqueza do Redentor que o prostrou por terra, seja a nossa fortaleza, e não nos permita aceitar um meio-catolicismo ao sabor da sensualidade, feito mais de quedas do que de virtudes. " 

Nem meio-catolicismo tem a CNBB. Tem zero catolicismo esses caras. 


Eu não vou poder terminar essa comparação da "Via Sacra" da CNBB. Só provoca o povo meditar em conflito entre as classes, humanismo, materialismo, e a Teologia da Libertação. Há bastantes outras coisas que se pode dizer sobre a "Via non Sacra" da CNBB, ataca a fé pessoal das pessoas e é um perigo nas dioceses. Na minha opinião a Via Sacra de Dom Antônio de Castro Mayer é perfeita. Podem ler-a aqui ou outros lugares no web e imprimir para usar durante Quaresma. Qualquer coisa seria melhor que a "Via non Sacra" da CNBB. Tira esse lixo das paróquias pelo amor de Deus e usa qualquer outra, São Francisco também tem uma versão e existem outras que são boas.


Também veja: 


CNBB retire o apoio a esta equivocada reforma política bolivariana como apresenta no texto-base da Campanha da Fraternidade 2015







quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Novena à Nossa Senhora de Guadalupe

RosaRosaEsta Novena à Nossa Senhora de Guadalupe rezemos pela paz no mundo como pediu Nossa Senhora de Fátima e especialmente pela restauração da Santa Mãe Igreja nas Américas e a restauração da Tradição!


Começamos com o Confiteor



Confíteor Deo omnipoténti,
beátæ Maríæ semper Vírgini,
beáto Michaéli Archángelo, beáto
Ioánni Baptístæ, sanctis Apóstolis
Petro et Paulo, ómnibus Sanctis,
et tibi, pater: quia peccávi nimis
cogitatióne, verbo et opere: (batese
três vezes no peito) mea culpa,
mea culpa, mea máxima culpa.
Ideo precor beátam Maríam
semper Vírginem, beátum
Michaélem Archángelum, beátum
Ioánnem Baptístam, sanctos
Apóstolos Petrum et Paulum,
omnes Sanctos, et te, pater, oráre
pro me ad Dóminum, Deum
nostrum.

Misereatur mihi omnipotens Deus et dimissis peccatis meis perducat me ad vitam aeternam. Amem

Memorare à Virgem de Guadalupe- espanhol e portugués!!!

Acuérdate, oh misericordiosísima Virgen de Guadalupe, que ninguno de los que han acudido a tu protección, implorando tu asistencia y reclamando tu socorro ha sido abandonado por tí. Animado con esta confianza a tí acudo, Oh Virgen Madre! y aunque gimiendo bajo el peso de mis pecados, me atrevo a comparecer ante tu presencia soberana. No deseches Oh Madre de Dios! mis humildes súplicas, antes bien inclina a ellas tus oídos y dignate atenderlas favorablemente. Amén.

Cinco Ave Marías...in gratitude por las cuatro apariciones a Juan Diego y una a Juan Bernardino.

Lembrai-vos, ó piíssima Virgen de Guadalupe,
que nunca se ouviu dizer
que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção,
implorado a vossa assistência,
e reclamado o vosso socorro,
fosse por Vós desamparado.
Animado eu, pois, com igual confiança,
a Vós, ó Virgem entre todas singular,
como à Mãe recorro, de Vós me valho e,
gemendo sob o peso dos meus pecados,
me prostro a vossos pés.
Não rejeiteis as minhas súplicas,
ó Mãe do Verbo de Deus humanado,
mas dignai-Vos de as ouvir propícia,
e de me alcançar o que vos rogo.
5 ave marias em gratidão para as 4 aparições ao São Juan Diego e uma ao Juan Bernardino

Novena a Nossa Senhora de Guadalupe
Orações para todos os dias:
Posto de joelhos diante de Maria Santíssima, fazer a sinal da Cruz, e dizer o ato de contrição.
Ato de contrição:
Senhor meu Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, criador e Redentor meu, por ser vós quem sois, e porque vos amo sobre todas as coisas, me pesa de todo coração vos haver ofendido.
Proponho emendar-me e confessar-me a seu tempo e ofereço tudo quanto fizer em satisfação de meus pecados, e confio em vossa bondade e misericórdia infinita, que me perdoeis e me dês graça para nunca mais pecar.
Assim o espero por intercessão de minha mãe, nossa Senhora Virgem de Guadalupe. Amém.
Fazer aqui o pedido que se deseja.
Rezar quatro Salves Rainhas em memória das quatro aparições e logo se reza a oração correspondente a cada dia.

Depois da oração do dia rezemos os três terços completando no final com 3 Salve Reginas.
Primeiro Dia
Começar com a oração inicial de todos os dias.
Oh! Santíssima Senhora de Guadalupe!
Essa coroa com que cinges vossa sagrada fronte publica que sois Rainha do Céu e Universo.
Senhora pois como Filha, como Mãe e como Esposa do altíssimo tens absoluto poder e justíssimo direito sobre todas as criaturas.
Sendo isto assim, eu também sou vosso; também pertenço a Vós por mil títulos; mas não me contento com ser vosso por tão alta jurisdição que tens sobre todos; quero ser vosso por outro título, isto é, por eleição de minha vontade quero ser vosso escravo.
Vede que, aqui prostrado diante do trono de vossa Majestade, vos elejo por minha Rainha e minha Senhora e com este motivo quero dobrar o Senhorio e domínio que tens sobre mim; quero depender de Vós e quero que os desígnios que tem de mim a Providência divina, passem por vossas mãos.
Dispõe de mim como vos agrade; os sucessos e lances de minha vida quero que tudo corram por vossa conta.
Confio de vossa benignidade, que tudos o que se endereçaram ao bem de minha alma seja para a honra e glória daquele Senhor que tanto se compadece em todo o mundo. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Segundo Dia
Oh! Santíssima Virgem de Guadalupe! Que bem se conhece que sois Advogada nossa no tribunal de Deus, pois essas lindíssimas mãos que jamais deixam de nos beneficiar, as juntas ante o peito em sinal de quem suplica e rogai, dai-nos com isto a ver que desde o trono de glória como Rainha de anjos e homensfazes também oficio de advogada, rogando e procurando a favor nosso.
Com que afetos de reconhecimento e gratidão poderei pagar tanta fineza, Sendo que não há em todo meu coração suficiente saldo para pagá-lo.
A Vós recorro para que me enriqueças com os dons preciosos de uma caridade ardente e fervorosa, de uma humildade profunda e de uma obediência pronta ao Senhor.
Esforçai vossas súplicas, multiplicai vossos rogos, e não cesses de pedir ao Todo-poderoso que me faça vosso e me conceda ir a dar-vos as graças pelo feliz êxito de vossa intermediação na glória. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória
Terceiro Dia
Oh! Santíssima Virgem Maria de Guadalupe! O que posso crer ao ver-vos cercada dos raios do sol, senão que estás intimamente unida ao Sol da Divindade, que não há em vossa alma nenhuma coisa que não seja luz, que não seja graça e que não seja santidade!
O que posso crer senão que estás unida às divinas perfeições e atributos, e que Deus vos tem sempre em seu coração!
Seja para nosso bem, Senhora tão alta felicidade.
Eu, entre tanto, arrebatado de alegria que isto me causa, me apresento diante do trono de vossa soberania, suplicando que vos dignes enviar um de vossos ardentes raios até meu coração: ilumina com sua luz meu entendimento;
Acende com sua luz minha vontade; fazei que acabe eu de persuadirme de que vivo enganado todo o tempo em que não me empenho em amar a Vós e em amar a meu Deus:
Fazei que acabe de persuadir me de que me engano miseravelmente quando amo alguma coisa que não seja meu Deus e quando não vos amo a Vós por Deus. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Quarto dia
Oh! Santíssima Maria de Guadalupe! Se um anjo do céu tem por honra tão grande estar a vossos pés e que em prova de sua alegria abre os braços e estende as asas para formar com elas um tapete a vossa Majestade, que deverei eu fazer para manifestar minha veneração a vossa pessoa, não seja com a cabeça, nem com os braços, senão meu coração e minha alma para que a santificando com vossos divinos pés se faça trono digno de vossa soberania
Dignai, Senhora de admitir este obsequio; não o desprezeis por indigno a vossa soberania, pois o mérito que lhe falta por minha miséria e pobreza o recompenso com a boa vontade e desejo. Entrai em meu coração e verás que não o movem outras asas senão as do desejo de ser vosso e o temor de ofender a vosso Filho diviníssimo.
Forma trono em meu coração, e já não se envilecerá dando-lhe entrada a culpa e fazendo-se escravo do demônio.
Fazei que não viva senão para Jesus e Maria. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Quinto Dia
Oh! Santíssima Virgem Maria de Guadalupe! Que outro vestido corresponderia a quem é um céu por sua beleza, senão um todo cheio de estrelas Com que podia se adornar uma beleza toda celestial, senão com os brilhos de umas virtudes tão lúcidas e tão resplandecentes como as vossas
Bendita mil vezes a mão daquele Deus que quis unir em vossa beleza tão imensa uma pureza tão realçada, e honra tão brilhante e rica com uma humildade tão apreciável.
Eu caio, Senhora absorto de beleza tão amável, e quisera que meus olhos se fixassem sempre em Vós para que meu coração não se deixasse arrastar em outro afeto que não seja o amor vosso.
Não poderei coNossa Senhoraeguir este desejo se esses resplandecentes astros com que estás adornada não infundirem uma ardente e fervorosa caridade, para que ame de todo coração e com todas as minhas forças a meu Deus, e depois de meu Deus a Vós, como objeto digno de que o amemos todos. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Sexto Dia
Oh! Santíssima Virgem Maria de Guadalupe! Que bem serve a vossa soberania esse tapete que a lua forma a vossos sagrados pés! Brilhaste com invicta rainha sob as vaidades do mundo, e sendo superior a toda a criação jamais padeceste o minguante da mais ligeira imperfeição:
Antes de vosso primeiro instante estiveste cheia de graça. Miserável de mim, Senhora que não sabendo me manter nos propósitos que faço, não tenho estabilidade na virtude e somente sou coNossa Senhoratante em meus viciosos costumes.
Tende piedade de mim, Mãe amorosa e terna; já que sou como a lua em minha incoNossa Senhoratância, seja como a lua que está a vossos pés, isto é, firme sempre em vossa devoção e amor, para não padecer os minguantes da culpa.
Fazei que esteja eu sempre a vossos pés pelo amor e a devoção, e já não temerei os minguantes do pecado mas sim procurarei dar me por completo a minhas obrigações, detestando de coração tudo o que é ofensa a meu Deus. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Sétimo Dia
Oh! Santíssima Virgem Maria de Guadalupe! Nada, nada vejo neste lindíssimo retrato que não me leve a conhecer as altas perfeições de que dotou o Senhor a vossa alma inocentíssima.
Esse lenço grosseiro e desprezado; esse pobre mas feliz traje em que se vê estampada vossa singular beleza, dão claro a conhecer a profundíssima humildade que lhe serviu de alicerce e fundamento a vossa assombrosa santidade.
Não vos desdenhaste de tomar a pobre túnica de João Diego, para que nela estampasse vosso rosto, que é encanto dos anjos, maravilha dos homense admiração de todo o universo.
Pois, como não tenho de esperar eu de vossa benignidade, que a miséria e pobreza de minha alma não sejam embaraço para que estampes nela vossa imagem graciosíssima
Eu vos ofereço as telas de meu coração. Tomai-o, Senhora em vossas mãos e não o deixeis jamais, pois meu desejo é que não se empenhe em outra coisa que em amar a vós e amar a Deus. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Oitavo Dia
Oh! Santíssima Virgem de Guadalupe! Quão Mistériosa e que acertada esteve a mão do Artífice Supremo, bordando vosso vestido com essa orla de ouro finíssimo que lhe serve de guarnição.
Aludia sem dúvida a aquele finíssimo ouro da caridade e amor de Deus com que foram enriquecidas vossas ações.
E quem duvida, Senhora que essa vossa ardente caridade e amor de Deus esteve sempre acompanhada do amor ao próximo e que por estar triunfante na pátria celestial, nunca vos tem esquecido de nós
Abre o seio de vossas piedades a quem é tão miserável; dai-lhe a mão a quem caído vos invoca para se levantar;
Cantarei a glória de haver encontrado em mim uma miséria proporcional, mais que todas, a vossa compaixão e misericórdia. Amém.
Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória.
Nono Dia
Oh! Santíssima Virgem de Guadalupe! Que coisa será impossível para Vós, quando multiplicando os prodígios, nem a pobreza nem a grosseria do traje lhe servem de embaraço para formar tão primoroso vosso retrato, nem a voracidade do tempo em mais de quatro séculos tem sido capaz de destroçar nem borra-lo
Que motivo tão forte é este para alentar minha confiança e suplicarei que abrindo o seio de vossas piedades, de acordo com o amplo poder que vos deu a Divina Onipotência do Senhor, para favorecer aos mortais, vos dignes estampar em minha alma a imagem do Altíssimo que tem borrado minhas culpas!
Não embarace a vossa piedade a grosseria de meus perversos costumes, dignai somente olhar-me, e já com isto alentarei minhas esperanças; porque eu não posso crer que se me olhas não se comovam vossas entranhas sobre o miserável de mim.
Minha única esperança, depois de Jesus, sois Vós Sagrada Virgem Maria. Amém.

Terminar com um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória